1964 E A VERDADE SOBRE O REGIME MILITAR

Percebo como há ainda milhões de pessoas enganadas, iludidas com as versões distorcidas e mentirosas sobre 1964 e o Regime Militar.

Se você é uma delas, eu não lhe culpo. Nas escolas só há professores socialistas e de esquerda que ADORAM inventar história, aumentar e denomizar os militares. Ainda a Globo e quase todo o jornalismo é também de esquerda e da mesma forma, só nos contaram até hoje essa história de modo fantasioso, torto e principalmente, muito mentiroso.

E pra piorar, alguns YouTubers, totalmente hipnotizados e influenciados pela mídia e pelos seus professores, defecam as mesmas inverdades com ar jovial e continuam iludindo, enganando as mentes mais fracas.

Mas felizmente temos hoje a Internet que nos permite tomar contato com A VERDADE

Por conta de tudo disso, resolvi fazer este post

Nele, não vou escrever praticamente nada, vou apenas referenciar vídeos que falarão por mim.

Deliciem-se por fim com A VERDADE sobre o que de fato ocorreu nesta época

Mas antes, uma histórinha que vale a pena ser lida, só um “esquenta”, para já ir dando o tom de modo que você já vá percebendo tudo o que falam de errado por ai, bem como dos vídeos que virão a seguir:

Conversam um russo💂🏻‍e um brasileiro👨🏾:

💂🏻‍-Como eu amo a liberdade!
👨🏾-É. Não há nada pior que ditadura!
💂🏻‍-Mm? Vocês também tiveram ditadura no Brasil?
👨🏾-Ô! E como tivemos! Os militares deram um golpe e tomaram o poder.
💂🏻‍-Mas como? Fuzilaram o congresso todo?
👨🏾-Não exatamente. Foi o próprio congresso que instituiu.
💂🏻‍-Mas você não disse que foi um golpe?
👨🏾-Sim.
💂🏻‍-Não entendi. Mas enfim… Quantos morreram, pelo menos?
👨🏾-357 pessoas!
💂🏻‍-É… Para um dia só é bastante.
👨🏾-Não, 357 no total.
💂🏻‍-No total do quê?
👨🏾-Da ditadura!
💂🏻‍-Peraí, mas foi só uma coisa de uns dias e depois acabou?
👨🏾-Que uns dias que nada! Foram 21 anos de opressão!
💂🏻‍-E quem foi esse ditador “genocida” que matou 357 pessoas em 20 anos?
👨🏾-Foram 5 ditadores!
💂🏻‍-De uma vez só?
👨🏾-Não, um depois do outro.
💂🏻‍-Um depondo o outro?
👨🏾-Claro que não! Terminava o mandato e vinha outro.
💂🏻‍-Tipo presidente?
👨🏾-É… Mas só que não. A gente não podia votar!
💂🏻‍-Então ao invés de um ditador, vocês tiveram 5 representantes com mandato temporário e que matavam 17 pessoas por ano?
👨🏾-Sim. Mas o povo se levantou e tirou eles de lá!
💂🏻‍-Ah, no fim depuseram os militares?
👨🏾-Pode se dizer que sim. Eles saíram do poder.
💂🏻‍-Mas tá estranho isso. Eles não controlavam o exército? Como o povo conseguiu isso? Ou eles se armaram também, ou atacaram em grande número. De uma forma ou de outra deve ter sido a maior carnificina!
👨🏾-Até que não. Os militares anunciaram eleições democráticas e deixaram o poder.
💂🏻‍-Deixaram??? Como assim? Tipo, por conta própria?
👨🏾-É que o povo, no fim, já tava meio contra também…
💂🏻‍-No fim??? Mas péra! Para sair assim, na boa, só podem ter levado uma fortuna antes! Devem estar tudo ricos hoje!
👨🏾-Hmm… Não exatamente.
💂🏻‍-Cara, eu respeito sua história e tal, mas tá meio difícil de acreditar que vocês tiveram uma ditadura.
👨🏾-Como assim?! A opressão era real! Morreram muitos heróis lutando pela nossa liberdade!
💂🏻‍-Então havia até mesmo uma oposição?
👨🏾-Ah, se havia! Eles matavam soldados, sequestravam gente importante, roubavam bancos, plantavam bomba em quartéis.
💂🏻‍-Que horror! E os revolucionários, como combatiam isso?
👨🏾-Não, caramba! Tô falando dos heróis, os revolucionários! Presta atenção!
💂🏻‍-Tá bom, entendi. Mas esse lance de matar soldado, explodir bomba… Hoje em dia isso não seria terrorismo?
👨🏾-Talvez. Não sei. Mas na época era justificado. Tinha que derrubar aquele governo cruel.
💂🏻‍-Mas e roubo a banco, sequestro… Não é crime isso daí também?
👨🏾-É… Talvez… mas eles tinham que tirar dinheiro de algum lugar para manter o movimento, né?
💂🏻‍-Sim, mas do povo?
👨🏾-Não tinha alternativa! A União Soviética não estava mais sustentando a revolução como antes…
💂🏻‍-Opa! Um momento! A gente que estava financiando vocês contra os militares?
👨🏾-Sim. Os comunistas soviéticos estavam nos ajudando a derrubar a ditadura instaurar a democracia no Brasil.
💂🏻‍-E vc acreditou? Pois a nossa ditadura foi comunista! Matou 21 milhões, durou 74 anos e deixou o país afundado! Você nunca conheceu opressão, e por isso mesmo não entende o que é liberdade!
👨🏾- 😐

Bem, mas vamos agora aos vídeos:

Eduardo Bolsonaro explica se houve ou não golpe militar
Deputado Eduardo Bolsonaro fala sobre a verdadeira história do chamado “Golpe Militar” em 1964 no Brasil.

Para os espertalhões que insistem em dizer que houve golpe militar
Para os “espertalhões” que insistem em dizer que houve golpe militar este pequeno vídeo para confundir as mentiras que você ouviu de seu professor comunista.

Nunca houve “Ditadura Militar no Brasil” Mentiram pra você, jovem!
O historiador Marco Antonio Villa explica que a expressão “ditadura militar” foi cunhada por radicais extremistas de esquerda que queriam um regime Comunista para o Brasil. Na verdade, o Brasil foi salvo na década de 60 de uma ditadura do proletariado. Salve 1964!

Alexandre Garcia entrevista Figueiredo

64 não foi golpe!!!
Golpe militar,a verdade sufocada….heróis de 64

Ditadura Militar! Mentiram para você.
Nos livros de história e na mídia tudo que gira em torno do golpe de 64 e do regime militar no Brasil, não passa de falsificação esquerdista, não passa de abordagem histórica distorcida e sem critérios. O objetivo desse vídeo é trazer à tona a verdade dos fotos, tanto os fatos que antecederam a intervenção militar, como o regime em si. Será que houve mesmo uma ditadura? Aconteceram terríveis torturas? E a censura? As pessoas não tinham liberdade mesmo? O vídeo ainda traz uma sóbria avaliação a cerca dos presidentes militares, como Castelo Branco, Médice, Geisel e Figueiredo.

A outra versão do golpe de 1964 (completo)
Não defenda aquilo que não entende. Seja autêntico e ame a verdade se informando.

O Contragolpe 1964 – A Verdade Sufocada

NÃO Houve DITADURA

Esses HERÓIS salvaram o Brasil da modinha Comunista e Socialista que influenciava o mundo na época, tentaram entranhar no Brasil mas estes Heróis não deixaram. A Esquerda Socialista e Comunista ainda hoje continua entranhando e permanece mentindo para os brasileiros chamando-os de DITADORES.

• 1964–1967 Humberto de Alencar Castelo Branco
• 1967–1969 Artur da Costa e Silva
• 1969–1974 Emílio Garrastazu Médici
• 1974–1979 Ernesto Geisel
• 1979–1985 João Figueiredo

NÃO Houve Ditadura!

REGIME MILITAR – Uma época de ouro da vida brasileira, quando o país era sério e muito respeitado.

Esse vídeo é para quem viveu ou quer conhecer a verdade sobre essa gloriosa fase da história brasileira, que muitos professores de hoje não ensinam direito. Nessa era, tivemos o “Milagre econômico brasileiro”, denominação dada devido ao alcance de excepcional crescimento econômico. Foi o período de nossa história que gerou o maior crescimento econômico desde a Proclamação da República, em patamares superiores aos da própria China de hoje, já que as taxas de crescimento do PIB eram altíssimas: saltaram de 9,8% ao ano em 1968 para 14% ao ano em 1973. Esse crescimento descomunal fez o país saltar da 41ª para a 8ª posição como maior potência do mundo. O período é marcado também por melhoras significativas na infraestrutura do país; aumento do nível de emprego proporcionado, principalmente, pelos investimentos nos setores de infraestrutura e indústria, além de significativo desenvolvimento industrial, alavancado pelos investimentos nos setores de siderurgia, geração de eletricidade e indústria petroquímica. O setor foi puxado, principalmente, pelo crescimento e fortalecimento das empresas estatais.
Quem, como eu, viveu nessa fase da vida brasileira, sabe bem que foi uma época de pleno desenvolvimento e muita produtividade, com escolas públicas de qualidade, pleno emprego, tranquilidade, segurança e paz. Exceto, claro, para alguns imbecis que pegavam em armas e promoviam ações terroristas para tentar impor aqui uma ditadura comunista, nos mesmos moldes que ainda tentam até hoje.

Pasmem! Lula afirma que Regime Militar foi à melhor época do Brasil

SE FOI O AUGE DO MILAGRE BRASILEIRO;
SE SOBRAVAM EMPREGOS;
SE AS EMPRESAS BUSCAVAM OPERÁRIOS OFERECENDO MELHORES SALÁRIOS;
SE UM PRESIDENTE MILITAR CERTAMENTE SERIA ELEITO POR SUA POPULARIDADE;
PORQUE MESMO A TURMA DO PT QUERIA UMA REVOLUÇÃO?
Fui entrevistar meu avô sobre ditadura militar e olha no que deu…

Trabalho de História
Entrevista com o Sr. Manoel Eloi Pereira sobre como foi viver na época da Ditadura Militar

 

[VEJA] A VERDADE SOBRE O REGIME MILITAR | 1964-1985

CONFIRA ABAIXO UM TEXTO ESCRITO DO REGIME MILITAR QUE MARCOU A HISTÓRIA DO PAÍS

Intervenção Militar é um ato caracterizado pela tomada do poder de um país por suas Forças Armadas em um golpe de Estado, instaurando um regime militar. Geralmente é decretado um estado de exceção, regido segundo a lei marcial, sendo formada uma junta militar encabeçada por qualquer das armas, que nomeia um novo presidente (sempre um militar de alta patente) e seus sucessores.

De maneira geral, os membros do governo deposto são perseguidos e presos, ou então forçados a deixarem o país. Simpatizantes do governo deposto são igualmente perseguidos, e em casos extremos podem ser presos e torturados com intuito de obtenção de informações ou confissões.

Foi o regime instaurado em 1 de abril de 1964 e que durou até 15 de março de 1985, sob comando de sucessivos governos militares. De caráter autoritário e nacionalista, teve início com o contra-golpe militar que derrubou o governo de João Goulart, o então presidente democraticamente eleito. O regime acabou quando José Sarney assumiu a presidência, o que deu início ao período conhecido como Nova República (ou Sexta República). Apesar das promessas iniciais de uma intervenção breve, a ditadura militar durou 21 anos. Além disso, o regime pôs em prática vários Atos Institucionais, culminando com o AI-5 de 1968, que vigorou por dez anos. A Constituição de 1946 foi substituída pela Constituição de 1967 e, ao mesmo tempo, o Congresso Nacional foi dissolvido, liberdades civis foram suprimidas e foi criado um código de processo penal militar que permitia que o Exército brasileiro e a Polícia Militar pudessem prender e encarcerar pessoas consideradas suspeitas, além de impossibilitar qualquer revisão judicial.

O regime adotou uma diretriz nacionalista, desenvolvimentista e de oposição ao comunismo. O regime atingiu o auge de sua popularidade na década de 1970, com o “milagre econômico”, no mesmo momento em que o regime censurava todos os meios de comunicação do país e torturava e exilava dissidentes. Na década de 1980, assim como outros regimes militares latino-americanos, a ditadura brasileira entrou em decadência quando o governo não conseguiu mais estimular a economia, controlar a inflação crônica e os níveis crescentes de concentração de renda e pobreza provenientes de seu projeto econômico, o que deu impulso ao movimento pró-democracia. O governo aprovou uma Lei de Anistia para os crimes políticos cometidos pelo e contra o regime, as restrições às liberdades civis foram relaxadas e, então, eleições presidenciais indiretas foram realizadas em 1984, com candidatos civis e militares.

O regime militar brasileiro inspirou o modelo de outras ditaduras por toda a América Latina, através da sistematização da “Doutrina de Segurança Nacional”, a qual justificava ações militares como forma de proteger o “interesse da segurança nacional” em tempos de crise. Desde a aprovação da Constituição de 1988, o Brasil voltou à normalidade institucional. Segundo a Carta, as Forças Armadas voltam ao seu papel institucional: a defesa do Estado, a garantia dos poderes constitucionais e (por iniciativa desses poderes) da lei e da ordem.

Apesar de o combate aos opositores do regime ter sido notoriamente marcado por torturas e mortes, as Forças Armadas admitiram oficialmente que possa ter havido tortura e assassinatos, pela primeira vez, em setembro de 2014, em resposta à Comissão Nacional da Verdade. O documento, assinado pelo Ministro da Defesa, Celso Amorim, menciona que “o Estado brasileiro […] já reconheceu a ocorrência das lamentáveis violações de direitos humanos ocorridas no passado”. No entanto, apesar das várias provas, os ofícios internos da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira, foram uníssonos em afirmar que em suas investigações não encontraram evidências que corroborassem ou negassem a tese de que houve “desvio formal de finalidade no uso de instalações militares”. Estima-se que houve 434 pessoas entre mortos e desaparecidos durante o regime, além de um genocídio de cerca de 8,3 mil índios.

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