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Revenue Share, será que vale a pena?
mai 17th, 2011 by Marcelo

A Curriculum, o AmigoSecreto e o MOL são constantemente abordados por prospects interessados em fazer conosco ações baseadas em revenue share, que em outras palavras são ações em que o prospect não paga nada a princípio pelo disparo do e-mail, no entanto, paga posteriormente de acordo com a conversão obtida.

Ou seja, o prospect encomenda disparos de e-mail marketing, nós realizaríamos todos os procedimentos:

  • Utilizamos da nossa base préviamente adquirida
  • Separamos um cluster específico
  • Preparamos a peça de acordo com nossas normas internas
  • Preparamos a base e os servidores
  • Preparamos a plataforma de relatório
  • Fazemos o disparo
  • Monitoramos a entrega
  • Contabilizamos as baixas (opt-outs, pois sempre acontecem)
  • Tratamos as respostas dos usuários
  • Fazemos a higienização da base

Ou seja, consumindo tempo de nossa equipe, equipamentos, banda de Internet e base de dados, e ai, depois de tudo isso, ficamos na torcida de que hajam vendas ou conversões para que possamos receber pelo nossos serviços prestados.

Então, sobre isso, é importante que alguns pontos importantes sejam bem analisados de modo que possamos compreender melhor tudo o que está envolvido numa ação de Revenue Share, pois nesta hora somos apenas um veículo de mídia, assim como um jornal, uma revista, uma emissora de TV ou uma estação de rádio e é realmente muito complicado correr tal risco.

Para deixar mais claro este ponto, analise abaixo alguns tópicos que devem ser analisados.

1) CONHECENDO MELHOR O MERCADO

Primeiramente é necessário saber se há mercado para ofertar tal produto ou o serviço, ou seja, é preciso compreender direito se há compradores suficientes, se eles estão interessados e se é o momento certo para a venda deste produto. Caso contrário, não haverá vendas e todo o trabalho por nós realizado não será devidamente recompensado.

2) ESTUDANDO O PRODUTO

Havendo mercado, é importante pesquisar também se o produto ou o serviço que está sendo ofertado é bom frente à concorrência, se tem qualidade e se a marca tem aceitação. Caso contrário, não haverá vendas e todo o trabalho por nós realizado não será devidamente recompensado.

3) ESTUDANDO O PREÇO

Havendo mercado e o produto sendo bom, é importante pesquisar também se o preço está competitivo frente aos concorrentes. Pois se o preço estiver caro, não haverá vendas e todo o trabalho por nós realizado não será devidamente recompensado.

4) FORMAS DE PAGAMENTO

Se houver mercado, se o seu produto for bom e estiver com um bom preço, é importante verificar se quem vende disponibiliza  formas de pagamento suficientes para permitir que muitos possam adquirir, por cartão (várias bandeiras), boleto, transferências, métodos on-line, dentre outros. Caso contrário, não haverá vendas e todo o trabalho por nós realizado não será devidamente recompensado.

5) ATENDENDO À DEMANDA

Se houver mercado, se o seu produto for bom, se estiver com um bom preço e houver várias e boas formas de pagamento, é importante certificar-se também de que haja estoque suficiente e condições de logística para atender toda a demanda esperada. Caso contrário, não haverá vendas e todo o trabalho por nós realizado não será devidamente recompensado.

6) REAÇÃO DA CONCORRÊNCIA

Se houver mercado, se o seu produto for bom, estiver com um bom preço, houver várias e boas formas de pagamento e se for possível atender satisfatoriamente à demanda, então é importante saber se a concorrência não irá se mexer e realizar alguma rápida ação no mercado, oferecendo um preço menor, um prazo maior, um bônus extra ou algum outro benefício, pois caso isso ocorra, as vendas cairão e todo o trabalho por nós realizado não será devidamente recompensado.

7) ACOMPANHANDO AS VENDAS

E por fim, se houver mercado, se o seu produto for bom, estiver com um bom preço, houver várias e boas formas de pagamento, se for possível atender satisfatoriamente a demanda e se a concorrência não fizer nada frente à ação, é importante saber se há alguma forma de acompanhar as vendas online e em tempo real, caso contrário não saberemos o que está sendo vendido e há riscos de que todo o trabalho por nós realizado não seja devidamente recompensado.

Em outras palavras, numa ação de revenue share nos tornamos parte do negócio do nosso prospect, tendo que conhecer muito bem o produto ou o serviço dele.

Talvez alguns até digam, “vocês viram sócios”, no entanto, nem isso pode ser dito, pois sócio divide os riscos, e numa operação de revenue share o prospect não tem risco nenhum. O risco é todo nosso, pois se não houver venda, nós é que não receberemos pelo nosso trabalho, enquanto o prospect não teve prejuízo e nem trabalho algum.

A venda é uma cadeia de eventos e de ações. Nós enquanto mídia somos responsáveis e capazes de controlar só a divulgação, nada mais. Todo o restante ocorre do outro lado, do lado do nosso cliente, e caso haja qualquer problema do lado de lá, seremos penalizados injustamente numa ação de revenue share, pois mesmo cumprindo fielmente a nossa parte, não estaremos recebendo pelo nosso trabalho.

No entanto, quando ouvimos de nosso prospect que não há riscos e que o retorno é garantido, pois há o mercado, o produto é bom, está com um bom preço, há várias e boas formas de pagamentos, há como atender a demanda, a concorrência não fará nada frente a esta ação, há produtos suficiente para entrega e há formas de verificação exata e confiável da conversão, então surge a pergunta:

Por que este nosso prospect quer dar para nós toda esta vantagem e pagar mais do que pagaria caso aceitasse uma ação de marketing através da nossa tabela normal de preços?

Quem tem na mão um bom produto, encontra-se num bom momento de mercado, com um bom preço, com várias e boas modalidades de pagamento, com um bom estoque e/ou com boas condições de atendimento e acredita que a concorrência não irá se mexer frente a sua ação, não está procurando revenue share, mas sim, formas de divulgar todo este conjunto e lucrar com isso e, portanto, irá apenas comprar a mídia e desfrutar deste bom momento, ficando com os lucros deste negócio.

Por outro lado, quem busca revenue share não confia plenamente no seu seu conjunto mercado, produto, preço, formas de pagamento, demanda, entrega e concorrência.

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Pérolas de Oscar Niemeyer (102 ANOS)
mai 7th, 2011 by Marcelo

• Meu médico me proibiu de tomar vinho todos os dias. Sorte que ele não falou nada sobre Smirnoff Ice.

• Fui convidado para ver o pessoal do Comédia em Pé. Só não vou porque minha artrite não deixa ficar em pé muito tempo.

• Esse humor do Zorra Total já era antigo quando eu era criança.

• Linda, eu não vou a museus. Eu CRIO museus. Quer ir ver uns museus?

• Sem sono e a fim de sair pro agito. Quem embarca?

• Existem apenas dois segredos para manter a lucidez na minha idade: o primeiro é manter a memória em dia. O segundo eu não me lembro.

• Ganhei um convite para ver o filme da Bruna Surfistinha. Espero que seja MESMO um filme sobre surf. O filme da Bruna Surfistinha é uma apologia ao baixo meretrício e aos mais baixos instintos humanos. Mas pelo menos rolou uns peitinhos.

• Ivete Sangalo me encomendou o primeiro trio elétrico de concreto armado do mundo. O pessoal aqui no escritório já apelidou de “Sangalão”. A proposta era fazer o “Sangalão” de madeira para ficar mais leve. Aí eu disse pra Ivete “Quer de madeira? chama um MARCENEIRO!”.

• Projetar Brasília para os políticos que vocês colocaram lá foi como criar um lindo vaso de flores pra vocês usarem como PINICO.

• Caro Sarney: ser imortal na Academia Brasileira de Letras é mole. Quero ver é tentar ser aqui fora!

• Nunca penso na morte, NUNCA. Vou deixar para pensar nisso quando tiver mais idade

• Perto de mim Justin Bieber ainda é um espermatozoide.

• Odeio praias lotadas aos domingos. Não dá pra surfar direito, é o maior crowd.

• Brasília nunca deveria ter sido projetada em forma de avião. O de camburão seria mais adequado. Na verdade quem projetou Brasília foi Lúcio Costa. Eu fiz uns prédios e avisei que aquela merda não ia dar certo. Sim, ela é aquele avião que não decola NUNCA. Segundo a Nasa, Brasília é inconfundível vista do espaço.

• Duro admitir, mas atualmente Marcela Temer é o monumento mais comentado de Brasília.

• Todos ficam falando Zé Alencar é isso, Zé Alencar é aquilo. Mas quem fez Pilates e caminhou na praia hoje? EU!

• O frevo foi criado há 104 anos. Ou seja: só tive um ano de sossego desse pessoal pulando de guarda-chuvinha.

• Segredo da Longevidade 48: Não viva cada dia como se fosse o último. Viva como se fosse o primeiro.

• Na minha idade, a melhor coisa de acordar de madrugada para ir ao banheiro é ter acordado.

• Alguns homens melhoram depois dos 40. E eu mesmo só comecei a me sentir mais gato depois dos 90.

• Queria muito encontrar um emprego vitalício. Só pra garantir o futuro, sabe… Andei Comprando apostilas para Concurso do Banco do Brasil. Não quero viver de arquitetura o resto da vida.

• Foi-se o John Herbert, 81 anos. Essa molecada da área artística se acaba rápido demais.

• Só me arrependo de UMA coisa na vida: de não ter cuidado melhor da minha saúde para poder viver mais.

• São Paulo mostrou ao Brasil como se urbanizar com inteligência: basta fazer o exato contrário do que aconteceu lá.

• Fato: o meu Edificio Copan aparece em 50% dos cartões postais de São Paulo. DE NADA.

• A quem interessar possa: eu NÃO estive presente na fundação de São Paulo há 457 anos. Na verdade eu não fui nem convidado.

• Se eu projetasse a casa do Big Brother os participantes iriam brigar pra ver quem saía PRIMEIRO.

• A vida é um BBB e eu quero ser o último a sair.

Fala sério, um figura este Niemeyer, né?
Mas eu ainda passo ele
:-)

Xau

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