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LANÇADO O CURRICULUMAPP, O COMUNICADOR DO EMPREGO

UM APLICATIVO DE CELULAR QUE VAI MUITO ALÉM DE APENAS OFERECER VAGAS, MAS QUE OFERECE COMUNICAÇÃO EM TEMPO REAL COM EMPRESAS

A Curriculum, hoje a mais completa plataforma de Recolocação, Recrutamento e Seleção Online, oferece agora o mais completo aplicativo para quem busca emprego, com avisos automáticos de vagas casadas, convites e monitoramento de processos seletivos, artigos para quem procura emprego e chat para estabelecer contato direto com as empresas que contratam.

São Paulo, maio de 2015 – A Curriculum.com.br, um dos maiores sites de empregos e recrutamento online da América Latina, que administra mais de 10 milhões de currículos não duplicados, sende que destes, mais de 8.2 milhões de currículos estão disponíveis para busca, acaba de lançar seu aplicativo com ferramentas para buscar emprego por meio de dispositivos móveis como celulares smartphones e tablets.

Para atender às necessidades atuais de ampla comunicação e ao crescente público que prefere cada vez mais os dispositivos móveis para acessar a Internet, a Curriculum desenvolveu seu aplicativo.

Diferente de qualquer outro o aplicativo, o da Curriculum oferece várias soluções bastante pertinentes para quem busca um novo emprego:

  • Busca de vagas: Assim como na plataforma web, o candidato poderá buscar vagas livremente.
  • Alerta de vagas casadas: Qualquer usuário da Curriculum pode criar um ou mais alerta das vagas que interessam. Quando uma vaga que se encaixa com seu perfil, ela é disponibilizada no aplicativo.
  • Convite: A Curriculum oferece um serviço especial chamado Convite, que permite que as empresas convidem candidatos para seus processos seletivos. Estes também estarão sendo exibidos no aplicativo da Curriculum;
  • Artigos: Uma biblioteca bastante rica em artigos pertinentes para quem busca um novo emprego estará também sendo exibida no aplicativo da Curriculum;
  • Monitoramento de Processo Seletivo: Na Curriculum o candidato pode monitorar todos os processos que participa, seja por ter se candidatado a uma vaga, seja por ter respondido sim a um convite. O Monitoramento também consta do App da Curriculum.
  • CHAT: Este sem dúvida é a grande vedete deste aplicativo. A Curriculum oferece em sua plataforma a possibilidade para as empresas de entrarem em contato diretamente com os candidatos, através de uma plataforma de CHAT na web. Agora, este CHAT esta presente também neste aplicativo da Curriculum. Todo usuário que tiver o aplicativo instalado, poderá receber a qualquer momento um solicitação para conversa, como qualquer outro aplicativo de conversas em tempo real.

“O novo aplicativo da Curriculum é como um canivete suíço para quem busca um novo emprego. Bastante completo e com os serviços essenciais para quem está em busca de uma recolocação. Nosso aplicativo é um grande aliado para ajudar nossos candidatos a encontrar um novo emprego, um canivete suíço digital, uma ferramenta que não só exibirá para ele as oportunidades que mais se encaixam com seu perfil como permitirá que ele se mantenha conectado não só com estas oportunidades de emprego, mas também com as empresas que estão contratando. Com o novo aplicativo da Curirculum, mesmo se ele estiver preso no trânsito ou em outras situações em que ele só dispõe do celular para acessar a rede ele não só fica ciente das oportunidades como pode até mesmo passar por uma entrevista via CHAT, por uma empresa interessada, mesmo estando longe de seu computador pessoal. É o WhatsApp do emprego!”, comenta Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum.com.br.

Por todos estes serviços, a Curriculum está chamando este aplicativo de O COMUNICADOR DO EMPREGO.

“A Curriculum foi a primeira empresa de Recolocação, Recrutamento e Seleção Online do mundo a oferecer um Chat entre candidatos e empresas e agora, estamos bastante orgulhosos de conseguir oferecer isso também através de um aplicativo de celular. Esperamos que este novo aplicativo ajude todos nossos candidatos neste momento tão delicado, onde estamos vendo o desemprego crescer dia a dia. E quero ressaltar que ficamos também muito felizes de conseguir estar oferecendo mais este serviço forma gratuita” complementa Abrileri.

“Mas há mais novidades no forno vindo ai e em breve estaremos fazendo mais um importante anúncio, aguardem”, conclui o Presidente da Curriculum.

O CurriculumApp, ou o Comunicador do Emprego, o aplicativo de celular da Curriculum é totalmente gratuito e qualquer usuário do da Curriculum poderá baixa-lo, instalá-lo e utilizá-lo sem custo algum. Àqueles que ainda não são usuários, é necessário apenas fazer o cadastro do currículo, quem também é totalmente gratuíto.

No entanto, a Curriculum oferecer serviços pagos para quem pode investir em seu processo de recolocação profissional. São serviços opcionais e não obrigatórios que tem como objetivo aumentar as chances do candidato ser chamado para uma entrevista presencial e, desta forma, se propõem a reduzir o período do desemprego, o tempo da busca por um novo emprego.

Você poderá saber mais sobre o aplicativo da Curriculum em:

www.curriculum.com.br/curriculumapp

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Perdeu seu emprego? Saiba o que fazer

13 dicas os passos para te ajudar a se recolocar no mercado de trabalho

O Brasil fechou o ano de 2014 com o pior resultado em criação de empregos formais desde 2002. Em comparação com o ano de 2013, a redução foi de 64%, ou seja, geramos em 2014 menos do que a metade de empregos que geramos em 2013. Diante deste cenário, todos os dias, cada vez mais profissionais deparam com o desafio de se recolocar no mercado de trabalho.

Mas o que fazer? Por onde começar? Nessa situação, o melhor aliado do candidato é a informação. Então ai vão 13 dicas fundamentais para quem busca um emprego.

(e 13 justamente para enfrentar o azer de vez e ter sorte)

Primeiramente, você precisa dar atenção a você mesmo

1. Não se desespere

Por mais desagradável que estar desempregado e praticamente sem rotina possa ser, não se desespere. Talvez venham dias difíceis, mas mantenha a confiança de que irá conseguir sua recolocação profissional. Mesmo em crise, vivemos num grande país, com um grande mercado de trabalho. As empresas sempre estão à procura de profissionais. Portanto, ânimo, confiança e esperança!

2. Organize sua rotina

Procurar trabalho não deixa de ser um trabalho, por isso organize seu tempo e seu dia a dia, estabelecendo um expediente diário como se você já estivesse trabalhando. Logo, divida seu tempo para cada atividade – preparação e envio de currículos e cartas, contatos, entrevistas etc. Não se esqueça de estabelecer prazos e metas para cada atividade. Dessa forma, além de ampliar suas chances de sucesso no processo, você se mostrará um profissional altamente organizado.

3. Planeje suas despesas

Um bom planejamento financeiro é fundamental para ter a tranquilidade que você precisa e focar na sua recolocação profissional. Portanto, reveja suas economias e planeje suas despesas. Em geral será necessário apertar um pouco o cinto. Então, evite despesas desnecessárias e procure aumentar ao máximo o tempo em que você poderá se sustentar com tranquilidade, mesmo neste momento de economia.

Revise seus gastos, corte tudo o que for desnecessário, se não for possível busque alternativas mais baratas para tais gastos e encare a possibilidade de outras fontes de renda durante o período em que estiver buscando um emprego.

Quanto mais fôlego financeiro tiver, maior será sua tranquilidade para este período.

Uma vez que você agora está bem, vamos ao seu currículo

4. Prepare um bom currículo

O currículo continua sendo a mais importante peça de marketing para quem procura emprego. Sem mentir, mas apenas destacando seus pontos fortes, elabore um bom currículo, que fale bem de você e que desperte o interesse de quem contrata.

Para construir um bom currículo, relembre tudo o que você já realizou em sua carreira, reunindo uma massa inicial de informações. Isto feito, tendo em mente seu objetivo profissional, reveja essas informações e veja quais delas estão alinhadas com as oportunidades que você procura. Mantenha tudo que estiver alinhado e descarte o que não estiver e não for relevante. Em seguida, ordene estas informações: se você tiver bastante experiência, coloque primeiro as experiências, se tiver pouca experiência, foque primeiro sua formação e depois as experiências. Continue com cursos, conhecimentos em outros idiomas, conhecimentos em informática e Internet e termine com viagens, prêmios, trabalhos voluntários e outras informações que você considerar pertinentes. Lembre-se sempre de que todas estas informações devem estar alinhadas com o seu objetivo profissional.

Tente colocar tudo isso em uma única página. Se não for possível, no máximo em duas, e não mais do que isso.

Antes de tudo, lá no início da página, coloque seus dados de contato em uma fonte menor, seguido do seu objetivo profissional em fontes grandes e centralizado.

Por fim, ainda sobre currículo, uma pergunta bastante frequente é:
Devo ou não colocar foto no currículo?

Para esta recorrente pergunta, eu desenvolvi uma lógica que nos ajuda a responder se devemos ou não colocar foto no currículo.

Responda estas quatro perguntas abaixo. Se disser SIM para todas elas, então você deve colocar sua foto no seu currículo. Se você responder um NÃO sequer, então não coloque sua foto no seu currículo. Vamos lá:

1) A aparência física é importante para o cargo que você deseja? Sim, pois há cargos que a aparência é importante, como por exemplo Host de um restaurante, e vários cargos que se trata com um público mais exigênte.

2) Você possuí uma boa foto, de busto (peito pra cima com rosto), que te apresenta com trajes simiilares ao que irá usar no cargo desejado e com boa expressão, simpático e com certa alegria?

3) Esta foto está bem tirada, com boa luminosidade, não tremida e em foco?

4) Você compreende que esta foto está adequada a este momento e irá somar pontos ao seu currículo? Quero dizer, ela irá acrescentar pontos para você e aumentar o desejo do selecionador lhe conhecer pessoalmente?

Se respondeu SIM a estas 4 perguntas acima, então pode colocar sua foto.
Se respondeu NÃO a apenas uma delas, então não coloque foto.

Foto é um ítem delicado e o currículo atraente é uma somatória de pontos positivos.
Portanto, não corra riscos desnecessários, raramente alguém irá contratá-lo só pela sua aparência física, então foto é quase que desnecessária. No entanto, se respondeu SIM a todas as perguntas acima, a foto pode ajudar no processo de despertar interesse de quem contrata.

Agora é hora de divulgar seu currículo

5. Cadastre seu currículo nos principais sites de emprego

Hoje, a Internet é um dos principais locais onde as empresas buscam candidatos na hora de contratar. Portanto, não deixe de colocar seu currículo nos principais sites de emprego. A Curriculum (www.curriculum.com.br), por exemplo, é um dos maiores sites de recolocação profissional no mercado.

Quando pensar nestes sites de emprego, procure saber se eles têm um bom relacionamento com as empresas. De nada adiantará você colocar seu currículo em sites que podem até ser bonitinhos, mas que as empresas não utilizam. Será a utilização das empresas que determinará as chances de seu currículo ser visto em qualquer um destes.

Existem também vários sites de empregos de categorias ou nichos específicos. Procure saber se sua área de atividade não possui um deste. Se possuir, utilize-o também.

6. Envie seu currículo para as empresas

Além de utilizar sites de emprego, você deverá enviar seu currículo para empresas que contratam profissionais do seu perfil. Você deve inicialmente buscar as páginas web destas empresas e verificar a forma que elas utilizam para receber currículos. Alguns possuem sistemas do tipo “Trabalhe Conosco”, outras ainda recebem via e-mail. Caso você for enviar seu currículo via e-mail, há três formas de fazer isso, sendo elas (da mais indicada para a menos indicada):

  1. Tenha seu currículo hospedado na web, de modo que somente ele seja visto. A Curriculum.com.br oferece uma excelente ferramenta neste sentido, chamada Meu Currículo Online, que funciona sobre o excelente domínio currículo.com.br. Além de oferecer um lindo endereço personalizado para o seu currículo, a ferramenta permite que ele seja exposto como se estivesse impresso, num formato tradicional de A4 e sem nenhuma moldura de nenhum site, somente o currículo e nada mais. A vantagem desta ferramenta é que você pode continuar mantendo o currículo atualizado, uma vez que você divulgará apenas o link web dele. Se possível, evite enviar links que indicam seu currículo dentro de algum sistema de busca de currículos. Por mais famoso que este sistema possa ser, ele acabará dando à empresa a oportunidade de, depois de ter visto o currículo, ir atrás de outros profissionais similares. Mas esta última forma ainda é melhor do que as formas a seguir;
  2. Outra forma é enviar o currículo anexo por e-mail. Este modelo preserva o formato, estrutura e layout do currículo, de modo que a empresa poderá olhá-lo da forma como você o preparou. A desvantagem deste método é que nem sempre as empresas permitem o recebimento de e-mails com arquivos anexos, e o currículo poderá se perder no meio do caminho. Se puder formatá-lo em PDF, é ainda melhor;
  3. Por fim, a forma menos indicada, mas ainda válida, é colocar seu currículo no corpo do e-mail. Neste caso, as chances de que ele não se mantenha no formato original são grandes, assim como o risco de a empresa ver seu currículo sem formatação. No entanto, continua sendo uma forma de distribuir o currículo.

E muito embora cada vez menos utilizada, há ainda a possibilidade de imprimir seu currículo e entregá-lo pessoalmente.

7. Candidate-se a vagas

Além de deixar seu currículo em sites de emprego ou distribuí-lo você mesmo, amplie suas chances ao se candidatar a vagas que se encaixam com seu perfil. Alguns sites já identificam essas vagas automaticamente para você, como o site da Curriculum (www.curriculum.com.br). Em outros, você poderá buscar tais vagas. Retorne aos sites em que cadastrou seu currículo e candidate-se a todas as vagas compatíveis com seu perfil profissional. Não se esqueça de manter seu currículo sempre atualizado.

8. Ative seu networking (rede de contatos)

O networking continua sendo um dos principais caminhos para a recolocação de um profissional, por isso retome contatos e solicite orientações a eles. Todo o conteúdo produzido anteriormente para compor seu currículo é igualmente útil para quando você for apresentar-se aos seus contatos e suas indicações. Os contatos que não conhecem você precisam se sentir seguros para indicá-lo, sendo assim prepare uma rápida e eficaz apresentação sobre quem é você e o que você faz de melhor.

Se preparando para entrevistas

Se você fez tudo direitinho até aqui, seu currículo deve ter despartado interesse e você já deve estar sendo chamado para entrevistas.

9. Prepare-se para entrevistas

O conteúdo que você produziu para o currículo também será útil para as entrevistas ao responder a perguntas sobre suas realizações. Mas prepare-se também para questões difíceis como “quais seus pontos fracos”, “por que você saiu do emprego anterior” ou “por que acredita ser o melhor candidato para trabalhar conosco”.

Outra dica é estudar sobre a empresa antes da entrevista: sua cultura organizacional, o modo como ela se comunica com o mercado, o que ela oferece. E atenção: extraia informações durante as entrevistas. Elas poderão ser úteis não só para sua atuação no processo seletivo em questão, mas também para todo o seu processo de busca.

Quanto mais preparado estiver para uma entrevista, mais calmo estará nela e maiores serão suas chances de agradar.

10. Busque informações e atualização sobre sua área

Leia os livros mais recentes sobre sua área, assim como revistas, jornais e artigos na Internet. De repente, este poderá ser o momento em que conseguirá se aprofundar em conhecimento sobre sua área de trabalho. Busque cursos presenciais e online, leia artigos, participe também de fóruns de debate, palestras e cursos. Oportunidades podem aparecer num destes eventos. Toda informação sobre sua área de interesse é valiosa tanto para seu próprio desenvolvimento quanto para a troca de informações que acontecerá durante o desenvolvimento e ampliação de seu networking.

11. O que vestir

Esta é outra dúvida frequente: Como me vestir para uma entrevista de emprego?
Mas a resposta é bem simples: Vá para a entrevista com a roupa que você usaria se estivesse indo trabalhar no seu primeiro dia de emprego. Em geral, esta é a melhor roupa para se usar.

12. Demonstre energia, otimismo e foco em resultados durante o processo

Tanto os entrevistadores quanto as pessoas de seu networking que poderão indicar você às oportunidades precisam da tranquilidade que só uma pessoa positiva, segura e comprometida com resultados pode oferecer. Transmita corretamente esta positividade às pessoas e todas elas se lembrarão de você como alguém que indicariam ou contratariam.

13. Em época de crise, seja mais flexível ao negociar sua remuneração

Em casos de longos períodos desempregado, seja flexível na hora da negociação. Caso a empresa ofereça remuneração abaixo da pretendida, avalie em quanto tempo ela pode oferecer crescimento para você, incluindo promoções e aumentos. Às vezes pode valer a pena começar com um salário um pouco menor, mas com bons benefícios ou um bom plano de carreira definido dentro da empresa.

Se não conseguir o salário desejado, tente compensar com bônus. É uma forma inteligente de conseguir novamente o antigo salário, comprometendo-se com sua performance. Em último caso, talvez seja sábio aceitar um salário menor e daí “voltar para a casa número 1”, ou seja, continuar sua busca pelo emprego e o salário que deseja, evitando ficar desempregado.

Boa Sorte e Sucesso!

Matéria divulgada em vários sites da Internet, como por exemplo:

G1
http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2015/03/perdeu-o-emprego-veja-12-dicas-para-se-recolocar-no-mercado.html

Infomoney
http://www.infomoney.com.br/carreira/emprego/noticia/3896038/perdeu-emprego-saiba-que-fazer-para-recolocar-mercado

Está satisfeito com seu emprego? Saiba se está na hora de mudar

É sempre muito gratificante quando sua entrevista vai para a capa do UOL

Destaque da matéria na capa do UOL

Está satisfeito com seu emprego? Saiba se está na hora de mudar

Fui entrevistado quarta-feira, dia 7 de Dez pela Bruna Souza Cruz que fez uma bela matéria, veja:

 

09/12/2011 – 06h00

Está satisfeito com seu emprego? Saiba se está na hora de mudar

Desmotivação, falta de perspectiva de crescimento, frustração por não estar fazendo o que é capaz ou fazer além do que é pago para fazer. Esses são alguns indícios de que algo não vai bem no ambiente de trabalho. Mas afinal, como saber se está na hora de mudar de emprego?

Segundo Marcelo Abrileri, especialista em recolocação profissional e presidente da Curriculum, antes de tomar qualquer decisão o profissional deve fazer uma autoavaliação visando identificar os motivos pelo desânimo ou frustração.

“O profissional tem que avaliar se o problema é com a empresa ou com ele. E nesse último caso, deve-se analisar ainda se ele construiu uma imagem inadequada do trabalho”, explica.

Abrileri acrescenta que muitas vezes a desmotivação pode estar ligada a uma imagem equivocada da rotina de trabalho. “Qualquer um de nós vive dentro de uma rotina, então sair de um emprego porque não gosta disso não é um motivo relevante. Tem gente que acha que estando em outra empresa isso vai melhorar, mas no primeiro, segundo mês ele vê que está tudo igual. Isso isoladamente não é motivo”, diz.

De acordo com Marcelo Abrileri, existem alguns fatores que podem ajudar o profissional a identificar se há algum problema com relação ao nível de satisfação do atual emprego. “Questões como a falta de novas oportunidades na empresa, baixa remuneração ou o fato de não ter o trabalho valorizado podem ser alguns indícios de que algo não está bem”, explica.

Vou trocar de emprego

E para quem já detectou que está mesmo na hora de uma mudança, Abrileri reforça que o primeiro passo é começar a sondar o mercado que se quer entrar. “O ideal é que o profissional busque outra oportunidade enquanto ele ainda está empregado”, afirma.

O especialista ressalta que a mudança de emprego deve ser feita de maneira ética e profissional, “o ex-colaborador não deve virar as costas para a empresa antiga. Por isso, recomenda-se que ele tente um acordo com a companhia em que ele irá atuar solicitando um período para que ele possa efetuar essa transição.”

 

Vale a pena ir até o site do UOL e fazer o teste que foi disponibilizado para tentar ajudar a saber se está ou não na hora de mudar de emprego:

http://noticias.uol.com.br/empregos/ultimas-noticias/2011/12/09/esta-satisfeito-com-seu-emprego-saiba-se-esta-na-hora-de-mudar.jhtm

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Hoje a Curriculum comemora 12 anos de vida!

Foram 12 anos de muito aprendizado e conquistas, mas também de momentos difíceis e muita superação.

Como expressar o que aconteceu nestes 12 anos? Muito difícil. Então, achei que ao menos seria interessante fazer um timeline dos principais acontecimentos:

1999 – Em 28 de março de 1999 coloquei o site no ar, depois de ter trabalhando por cerca de 8 meses na ideia que fundamenta a Curriculum: criar a maior vitrine de profissionais do Brasil. Começamos a ser procurados por fundos de investimentos concorrentes entre si.

2000 – No início do ano de 2000, o interesse pela Curriculum atingiu seu auge e, quando quase estava fechando com a Merrill Lynch, acabei aceitando uma contraproposta do Bank of America, que analisou a Curriculum e desejou investir nela, após ter avaliado mais de 1.500 projetos de Internet da América Latina. Partimos para a expansão, e o objetivo era levar o site a todo o mundo, começando com Brasil, Argentina, Chile e México. No entanto, com o estouro da bolha da Internet, nosso investidor nos largou aos 44 minutos do segundo tempo e ficamos sem o aporte. Tendo gastado muito dinheiro, lá estava eu cercado de dívidas e com enormes dificuldades para continuar a empresa.

2001 – Nessa época, quando você dizia que trabalhava com Internet, era como falar um palavrão, e que você era ladrão. Internet tinha virado sinônimo de espertalhões que pegam dinheiro de investidores vendendo sonhos. Não havia chance nenhuma de qualquer ajuda financeira por parte de investidores. Mesmo diante de muitas dificuldades e com plena convicção de que a Curriculum tem um ótimo futuro, criei o Sistema UCN – Unique Curriculum Number – que administra as bases de empresas de forma organizada e única, separadamente da base da Curriculum. Infelizmente, em 11 de setembro caíam as torres nos EUA, o mundo parava e as vendas não aconteciam.

2002 – Foi ano de eleição, e Lula era um forte candidato. Com isso, o risco Brasil foi às alturas, passando à marca dos 1.200 pontos, e o dólar passou dos R$ 4,00. Tempos difíceis. Em meio a tantas dificuldades, voltamos nossas atenções aos candidatos e criamos diversos serviços para melhor atendê-los. Internet ainda era um mico.

2003 – Foi um ano de muitas mudanças no cenário mundial e também no nacional. Com a posse de Lula como presidente do país, o mercado nacional ficou parado, preocupado com o que ia acontecer, mas continuamos a trabalhar cada vez mais para ajudar a recolocação de candidatos no mercado de trabalho. E a Internet continuava totalmente desacreditada. Os negócios aconteciam só no mundo real, no bricks and mortar (tijolo e cimento).

2004 – Ano difícil também, mas aí, no segundo semestre, o Google fez seu IPO e o mundo começa a olhar de novo para a Internet. Fomos abordados por um possível investidor, mas não estávamos preparados para isso. Voltei para o Business Plan e percebi que poderia fazer algo bem diferente.

2005 – Tendo conseguido um fôlego financeiro, criei e lancei o modelo grátis, que fez a Curriculum ser o primeiro site de e-recruitment do mundo a oferecer cadastro de currículo e candidatura a vagas grátis para candidatos e anúncio de vaga e pesquisa de currículos grátis para as empresas.

2006 – Tentando aprender como trabalhar sob o modelo grátis, desenvolvemos ferramentas opcionais para candidatos e empresas melhorarem seus desempenhos no site. Além disso, criamos o Consultor Virtual, serviço gratuito que dá dicas de recolocação profissional para os candidatos. Os números começaram a aparecer.

2007 – Vislumbrando muitos lançamentos e crescimento, mudamos de escritório e lançamentos o Veezux, um administrador de processos seletivos, e depois o Curriculum Busca, o “Google” dos currículos.

2008 – Ano de reestruturação interna e pouca coisa a mostrar ao mercado. Tentativas de mudança, mas que não deram certo. Ano de muita aprendizagem.

2009 – Depois do que aprendemos em 2008, voltamos às origens e retomamos muitas coisas que havíamos deixado cair em 2008. Reiniciamos uma nova reestruturação interna.

2010 – Lançamento do Meu Currículo Online, um serviço que acompanha a tendência de recrutamento online e a força da Internet e das redes sociais como meio de seleção de profissionais. Continuamos a arrumar a casa internamente.

2011 – Agora, com muita alegria e orgulho comemoramos nosso aniversário de 12 anos e em breve teremos muitas novidades a mostrar.

Com toda essa história e experiência, a Curriculum se consolidou como o maior e melhor site de empregos do Brasil.

  • Estamos hoje com mais de 5,9 milhões de currículos cadastrados;
  • Com mais de 100 mil empresas;
  • Foram mais de 3,5 milhões de vagas anunciadas desde 2010;
  • E estamos mantendo uma média de mais de 400 mil anúncios de vagas.

Tais números criam uma dinâmica que nos dá os seguintes números e tempos:

  • Uma busca por candidato a cada 32 segundos;
  • Um currículo visualizado a cada 3 segundos;
  • Um currículo cadastrado a cada 37 segundos;
  • E um profissional informa que foi contratado a cada 2 minutos (este é o número que mais me anima e um dos principais fatores que me motivam a trabalhar).

Além disso, o Sistema UCN, criado em 2001 e que abriga todas as bases de currículos de clientes da Curriculum, ultrapassou a marca de 7,5 milhões de currículos não duplicados.

Por tudo isso, eu e toda a equipe da Curriculum estamos muito felizes e satisfeitos com esses resultados e trabalharemos sempre para continuar ajudando candidatos a se recolocarem no mercado e ajudando as empresas a encontrarem os melhores talentos para a sua equipe.

Curriculum, há 12 anos iluminando talentos.


Mercado aquecido em 2011 e Janeiro, um mês de oportunidades

Mais um ano começou e, como todo começo de ano, o desejo de mudança volta mais forte na vida de todos nós, não é mesmo? Desejo de começar o regime, ir para a academia, ganhar dinheiro, mudar de emprego, e a lista vai crescendo.

A boa notícia é que o desejo de mudar de emprego está muito mais perto de se tornar realidade em 2011!

A economia brasileira nunca esteve tão favorável para o mercado de trabalho! A cada dia, milhares de novas vagas são abertas e, além disso, muitas vagas anunciadas em dezembro do ano passado ainda não foram fechadas.

Isso acontece porque o mercado está aquecido e há muitas vagas em aberto, mas faltam profissionais qualificados para ocupá-las. Por isso, muitas empresas buscam profissionais que já estão no mercado de trabalho e acabam oferecendo melhores salários e benefícios para contratá-lo.

Por tudo isso, esse é o momento certo para buscar emprego tanto para os desempregados como para os que já estão trabalhando e querem novos desafios.

Eu falo um pouco mais sobre esse assunto no programa NBLOGS, da Record News.

Assista, fique ligado nas oportunidades e comece o ano com o pé direito!

🙂

E conte com a Curriculum em 2011 e ao longo da sua carreira.

😉

Boa sorte e sucesso!

Redes sociais e a seleção de candidatos

A Internet mudou totalmente a nossa forma de interagir com o mundo. Dentre estas mudanças está a maneira de como as empresas buscam candidatos, bem como a forma dos candidatos buscarem emprego.

Até uns anos atrás, o currículo era o único instrumento que os selecionadores tinham para conhecer melhor os candidatos antes de convocá-los para uma entrevista. Hoje em dia isso já é bem diferente!

Com o crescimento das redes sociais, blogs e microblogs, há muita informação adicional sobre uma pessoa ai, distribuída pela net que podem ser muito úteis na hora de conhecer melhor um candidato a uma vaga de emprego.

No entanto, a febre do uso destes sites de networking, bem como a mídia, tem tornado estes sistemas a panaceia para todo tipo de problema, o que não é bem assim.

É fato que tais serviços vêm sendo cada vez mais utilizados para ajudar selecionadores conhecerem melhor seus candidatos e acabaram se tornando uma ferramenta muito interessante como complemento no processo de seleção. É cada vez mais comum os selecionadores, após lerem o currículo de um candidato ou mesmo durante o processo de entrevistas pessoais, partirem em busca de mais informações nos perfis dos candidatos em alguma das várias redes de relacionamento que existem na Internet, para conhecê-los melhor.

Mas, note, estou falando que as redes sociais são úteis e podem ajudar na etapa de seleção, na hora de conhecer melhor os candidatos que já foram previamente encontrados e não estou falando que elas são ferramentas úteis para encontrar candidatos.

Definitivamente as redes sociais não são o melhor lugar para buscá-los. Existem sites desenvolvidos especialmente para isso e que não só concentram um número muito maior de candidatos dentro de vários perfis como também têm ferramentas de busca especialmente desenvolvidas para encontrá-los.

Por exemplo, em redes sociais, as pessoas não cadastram uma série de informações que são importantes na hora de se buscar um candidato, tais como formação, experiências profissionais, fluência em idiomas, cursos e várias outras coisas que só existem em currículos.

O ponto é, cada ferramenta tem a sua aplicação. Fazendo um comparativo, martelo serve para martelar e alicate para segurar e apertar. Dá até para pregar um prego com um alicate, mas sem dúvida não é a melhor ferramenta para isso. Ou ainda é como querer pescar com um rifle. Você pode até conseguir pegar um ou outro peixe, mas não é a ferramenta ideal para pescar. Muito melhor sair com vara, anzol e iscas.

Lançando mão de outro exemplo, se você é uma empresa de São Paulo e estiver precisando de uma secretária para um diretor, com bons conhecimentos de inglês e espanhol, superior completo e alto nível de organização, você pode até pedir uma indicação numa rede social e talvez até receba algumas indicações. Mas nada será comparável a busca em um site especializado. Por exemplo, na Curriculum, se você fizer esta pesquisa, encontrará, num simples clique, mais de 600 currículos dentro deste perfil. Veja: http://bit.ly/secretaria_exemplo_1

Percebe a brutal diferença entre uma ferramenta e outra, e a força para encontrar candidatos que um site de recrutamento online tem nesta hora?

Ou seja, até dá para achar um ou outro candidato nas redes sociais, mas definitivamente não é a melhor ferramenta para isso! Da mesma forma como sites de currículos não são o melhor lugar para fomentar o relacionamento com amigos. Cada site foi desenvolvido e é estruturado para um propósito, cumpre bem sua própria, não tendo sido desenvolvido para atender outras necessidades.

No entanto, faço duas exceções a esta regra.

A primeira é que as vezes estamos com muita dificuldade de encontrar um certo perfil muito específico. Já procuramos em vários sites de recrutamento online e não encontramos. Nesta hora, talvez você possa até utilizar as redes sociais para auxiliá-lo a encontrar o candidato desejado. No entanto, lembre-se que ao divulgar esta sua vaga, provavelmente terá que lidar com inúmeros currículos fora do perfil desejado, o que irá consumir tempo e poderá lhe deixar em algumas saias justas.

O segundo ponto importante é que, ao desencorajar as empresas a buscarem profissionais em redes sociais, não estou dizendo que isto se aplica aos candidatos. Para candidatos a história é outra. Distribuir o currículo em redes sociais é, sim, uma forma de se divulgar ao mercado quando estiver procurando uma recolocação profissional. A diferença existe porque existem muitos processos acontecendo que não são divulgados. Portanto, ao procurar um emprego, divulgue seu currículo o mais amplamente possível, pois nunca se sabe de onde poderá surgir uma oportunidade de emprego. Lógico que o lugar onde as probabilidades de você encontrar sua recolocação são maiores, são os sites de recolocação profissional online, como a Curriculum, mas nunca se sabe onde é que sua semente (seu currículo) poderá brotar.

Em resumo, as redes sociais vieram para fomentar as redes de relacionamentos e trazem informações que podem auxiliar e complementar o processo de seleção vendo um pouco mais sobre os interesses do candidato, suas atividades e opiniões. Servem também como um apoio em processos mais difíceis, quando não se encontra o perfil desejado e para os candidatos são também uma forma de divulgar seu perfil para o mercado ao buscar uma recolocação profissional. Mas não são a ferramenta ideal para se buscar candidatos, para este fim, existem os sites de Recrutamento Online.

E por fim, fica uma dica valiosa: muito cuidado com seus perfis em redes sociais, pois eles poderão tanto ajudá-lo a conquistar um emprego, como também poderão prejudicá-lo profissionalmente. Queira ou não, o perfil reflete a personalidade e a imagem da pessoa não só para conhecidos, amigos, familiares, mas também para desconhecidos e selecionadores.

Formação acadêmica não é garantia para emprego

Há poucas décadas, ter um curso superior era um grande diferencial competitivo e tornava o candidato muito atraente para os contratantes. Era uma época em que poucos tinham acesso a uma graduação, e menos pessoas ainda chegavam a uma pós.

Hoje em dia, com o mercado altamente competitivo e a necessidade cada vez maior de se capacitar, além da ampliação do número de universidades, tornando o ensino superior cada vez mais acessível para mais pessoas, o que antes era um diferencial competitivo tornou-se praticamente um perfil padrão. A graduação hoje é tida como obrigatória para muitos cargos, principalmente os técnicos e os de liderança.

Formação passou a ser um fator básico e primordial, tanto para se conseguir um emprego como para subir na carreira. Pessoas formadas não só tem mais chances de serem contratadas como conquistam salários maiores. Neste mundo competitivo e altamente tecnológico a falta de formação e principalmente a falta de conhecimento hoje é altamente penalizada e eu diria que o conhecimento é fundamental para quase qualquer área de atuação.

No entanto, para mim e para vários outros administradores e gestores de pessoas que se preocupam com resultado e performance, em muitos casos o diferencial competitivo não está mais na formação ou mesmo nos cursos de graduação, pós e MBA. Hoje as empresas precisam de muito mais do que apenas profissionais formados ou com algum conhecimento. Elas precisam de profissionais capazes de ofertar várias outras competências importantes simultaneamente, sendo que a formação é apenas uma delas.

Veja a seguir algumas destas competências.

Competências relacionadas ao conhecimento

As empresas precisam de profissionais autodidatas, pois a quantidade de informação nova que surge todos os dias é enorme, e não estar atento às novidades é ficar desatualizado perante o mercado.

Elas precisam de profissionais que saibam se reciclar, ou seja, que joguem fora boa parte do que aprenderam na escola, pois a palavra de ordem do mundo atual é mudança. Por isso, muitas vezes o que se aprendeu na escola não é mais adequado e precisa ser reciclado.

As organizações precisam também de colaboradores que tenham tido prática na execução, por isso, experiências anteriores também acabam sendo bastante importantes. Não dá para levar em consideração quando estamos falando de pessoas em início de carreira, mas em pouco tempo o profissional que trabalha na sua área acaba conquistando uma boa bagagem e aprende na prática muito mais do que uma universidade é capaz de ensinar.

Quero salientar também a importância de aprender com os outros. Todos somos professores e alunos ao mesmo tempo, e a todo tempo temos a oportunidade de interagir com outras pessoas que muitas vezes têm bons costumes, boas práticas, formas de conduzir as coisas, formas de otimizar o tempo, de se organizar. Uma das coisas que também diferencia um bom profissional é sua capacidade de agregar novos conhecimentos através das experiências obtidas com as pessoas que conheceu e com quem interagiu.

Conhecer um segundo idioma tem sido cada vez mais importante, sendo oinglês o mais importante dentre eles. Grande parte da literatura técnica em muitas áreas e muito conteúdo disponível na Internet está predominantemente em inglês. Permanecer sem conhecimentos neste idioma fará com que o profissional perca boas oportunidades de se informar e de aprender muitas coisas.

Também um pouco de conhecimento em informática e Internet tem sido cada vez mais útil e importante. Não ter medo do computador, mas, pelo contrário, ter familiaridade com ele, ajuda muito a desempenhar bem a maioria das funções e mesmo a dar continuidade ao aprendizado nesta área.

Competências relacionadas a valores

As empresas precisam de profissionais com valores morais e éticos, principalmente para cargos de liderança, pois já se foi o tempo em que o chefe era simplesmente alguém que mandava. Hoje o gestor é aquele profissional que representa um exemplo a ser seguido por todos.

Dependendo do cargo, as companhias precisam muitas vezes de profissionais que tenham coragem para tomar decisões e correr o risco de errar, em vez de profissionais que vivem se escondendo atrás de atitudes burocráticas e medrosas.

Competências relacionadas a capacidades diversas

A criatividade tem sido mais valorizada, e não se aprende a ser criativo na escola. Criatividade tem a ver com a liberdade de pensamento. É se permitir, inovar, arriscar e até mesmo se expor ao ridículo. Hoje as empresas precisam de respostas e saídas criativas para os novos problemas que surgem a cada dia.

Saber se comunicar bem também é muito importante. Articular corretamente suas ideias, concatenar assuntos, estabelecer relações lógicas, coerentes e claras entre os fatos, assim como saber se expressar bem através da escrita também ajuda muito. Tudo isso valoriza o profissional e pode fazer dele um bom candidato e um excelente colaborador.

Competências relacionadas ao comportamento

Por fim, as competências relacionadas ao comportamento talvez sejam as mais importantes, pois a grande maioria dos profissionais é normalmente admitida em função do conhecimento, mas, em geral, demitida por mau comportamento. Sua atitude frente aos desafios, às situações de trabalho adversas e também no dia a dia é um fator essencial para que ele possa gerar a confiança que a empresa precisa ter para desejar mantê-lo em seus quadros.

As empresas precisam de profissionais com alto índice de inteligência emocional. É cada vez maior a necessidade de interagir e de agir como equipe e, por isso, saber se relacionar é fundamental na formação de equipes fortes e unidas.

Capricho, preocupação e zelo são palavras e comportamentos importantes. Toda empresa deseja um profissional que desempenhe suas funções com esmero e capricho.

Ser alguém voltado para resultados, proativo e disposto a perseguir suas metas também é altamente valorizado, e isso não se aprende na escola.

Ser legal conta muito: ser simpático, cortês, não falar mal dos outros e não participar de fofocas, ser prestativo e estar sempre pronto a ajudar. Tudo isso ajuda muito para que as coisas fluam e bons relacionamentos sejam construídos.

O profissional precisa ter um lado empreendedor, pois ele é responsável por uma parte importante do todo e precisa gerir seu “pedaço”, seu tempo, suas tarefas, e organizar-se para que possa render. Novamente, não se aprende a ser empreendedor na escola.

Aqui ainda é interessante colocar um item que para mim é muito importante: aresiliência. Resiliência é um termo da física que fala sobre a capacidade de algo retornar ao seu estado original após ter sofrido uma tensão ou passado por uma situação crítica. É a capacidade de não se deformar e de não perder as características originais após uma situação de pressão. Este termo hoje é muito utilizado na psicologia, principalmente na organizacional, e significa a capacidade do indivíduo em lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão e situações adversas (choque, estresse) sem surtar e, principalmente, conservando posteriormente o mesmo perfil psicológico.

Portanto, em meio a tantas coisas importantes, uma formação torna-se apenas mais um item e, em alguns casos, pode ser até mesmo secundário.

Além disso, três pontos muito importantes sobre formação ainda precisam ser ditos.

O primeiro é que um diploma de conclusão de curso não confere ao seu portador, necessariamente, o conhecimento sobre o assunto. É claro que se pressupõe que o aluno então formado tenha adquirido tal conhecimento, pois ele concluiu um curso que tinha por finalidade transmitir este conhecimento. No entanto, todos nós sabemos que muitos vão às escolas simplesmente para responder às chamadas, colam na hora da prova, para ser aprovados, ou utilizam artifícios para contornar o fato de não terem internalizado os ensinamentos que ali foram transmitidos. Ou seja, um diploma em si não é garantia de conhecimento.

O segundo é que, muitas vezes, o que se aprendeu na escola ou na universidade já está ultrapassado e nem sequer é mais de utilidade para o exercício da profissão. Isso é muito comum nos cursos de áreas como tecnologia ou telecomunicações, em que o conhecimento muda a toda hora e, muitas vezes, é preciso simplesmente jogar fora, literalmente, boa parte do que se aprendeu.

O terceiro ponto é que muitas pessoas obtêm conhecimento de outras formas. Às vezes pela experiência prática, outras vezes por meio de autodidatismo, outras ainda por terem o privilégio do convívio com um grande mestre daquele conhecimento específico.

Estes pontos colocam ainda mais em xeque a importância da formação tradicional, mostrando que, muitas vezes, quem tem o diploma de conclusão de curso pode não ter o conhecimento esperado e, outras vezes, que tal conhecimento pode estar na posse de outros que sequer cursaram uma universidade.

A história nos dá vários exemplos de pessoas que não concluíram seus cursos e que nem por isso deixaram de ser grandes profissionais, impactando não só a si mesmos e suas famílias, mas toda a humanidade. Dois grandes exemplos são os famosos Bill Gates e Steve Jobs, que sequer terminaram seus estudos. Isso demonstra como há muito mais do que o mero conhecimento técnico envolvido na construção de um grande talento ou mesmo de uma carreira.

Dentre estes vários pontos mencionados, talvez alguns sejam até mais importantes do que um diploma universitário. Conheço pessoas que são muito boas no que fazem e, mesmo não tendo um diploma, muitas vezes são melhores do que vários profissionais que ostentam uma formação acadêmica até mesmo de escolas de renome, que infelizmente por se ancorarem única e exclusivamente neste mérito, deixam de se desenvolver outras competências e quando expostos ao dia a dia empresarial, demonstram toda a sua fragilidade e desabam frente às pressões e às necessidades cotidianas, acreditando que, pelo simples fato de terem se formado numa boa instituição de ensino, são superiores a outras.

Como já dito, a formação acadêmica é apenas um item dentre vários outros.

É uma pena que a maioria dos departamentos de RH das empresas ainda não tenha percebido isso e continua endeusando certos profissionais simplesmente porque estes se formaram em universidades ditas como “de primeira linha”, preterindo outros excelentes candidatos por não terem um diploma destas universidades.

Mas não posso deixar de concordar com os profissionais de Recursos Humanos que deveria ser bem mais fácil encontrar grandes talentos dentro do universo de pessoas que já passaram pelo crivo de um vestibular e conseguiram concluir seus cursos em instituições consideradas exigentes. No entanto, o dia a dia demonstra que nem sempre isso é uma realidade. Não é incomum também encontramos grandes talentos fora destas famosas instituições, ao mesmo tempo em que muitas vezes vemos pessoas que foram formadas por estas, mas que não conseguem progredir, vivendo muitas vezes toda uma vida à sombra do fato de um dia terem tido o privilégio de se formar nestas famosas instituições.

Cabe então aos profissionais de Recursos Humanos a desafiante tarefa de filtrar os bons profissionais, os mais completos, independentemente das instituições em que estes foram formados, levando em consideração vários outros pontos também importantes para a formação de um talento.

Desta forma, quatro pontos que considero muito importantes. Em primeiro lugar, formação acadêmica, definitivamente, não é garantia de emprego. Em segundo lugar, o conhecimento pode, sim, ser adquirido de outras formas, que não a tradicional. Em terceiro, no mundo moderno, a absorção de conhecimento deve ser constante e não deve se restringir ao período da formação. E em quarto, formação acadêmica ou mesmo o conhecimento em si não são suficientes para formar um profissional, mas são apenas uma das partes, dentre muitas outras, importantes e necessárias à formação de um bom profissional, de um talento.

Concluo enfatizando que os candidatos a um emprego não menosprezem a formação acadêmica. Pelo contrário, devem aproveitar este período para realmente adquirir conhecimento. Mas mais importante do que a formação é o conhecimento adquirido e o contínuo aprendizado posterior, incluindo a reciclagem daqueles conhecimentos que já não são mais válidos. Mas além disso, não menospreze nunca todos os outros pontos aqui mencionados, ao contrário, reconheça-os todos e procure sempre se desenvolver igualmente, aprimorando-se continuamente em todos os sentidos.

Portanto, formação acadêmica apenas não é garantia de emprego! Um bom profissional, com boa empregabilidade, alia uma boa formação acadêmica a vários os outros pontos que aqui foram descritos.