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Sobre a ideologia de gênero

Para quem não sabe, há por ai rodando (invenção dos socialistas) a ideologia de gênero.
Mas o que é isso?

A “ideologia de gênero” é uma expressão usada pelos críticos da ideia de que os gêneros são, na realidade, construções sociais. Para os defensores desta “ideologia”, não existe apenas o gênero “masculino” e “feminino”, mas um espectro que pode ser livremente escolhido pelo indivíduo.

A chamada “ideologia de gênero” consiste na ideia de que os seres humanos nascem “iguais”, sendo a definição do “masculino” e do “feminino” um produto histórico-cultural desenvolvido tacitamente pela sociedade.

Tradicionalmente, a palavra gênero costuma ser interpretada como sinônimo do sexo atribuído, ou seja, correspondente ao órgão sexual que o indivíduo nasceu (pênis é masculino, vagina é feminino). Mas, de acordo com a identidade de gênero, o fato de determinada pessoa ter nascido com o órgão sexual masculino, não faz com que esta se identifique obrigatoriamente como um homem.

Deste modo, os defensores da nomeada “ideologia de gênero” identificam gênero como a projeção de tudo aquilo o que a sociedade e a cultura esperam que seja típico do comportamento masculino e feminino, por exemplo. E, neste caso, estes comportamentos não precisam estar obrigatoriamente ligados ao sexo atribuído.

Outra confusão comum é entre a identidade de gênero e orientação sexual, sendo esta última referente a preferência sexual que determinada pessoa possui, e que pode ser dividida em: assexual; homossexual; bissexual e pansexual, por exemplo.

Assim, a “ideologia de gênero” seria a abrangência destas ideias, colocando o “gênero” como algo que pode ser mutável e não limitado, como define as ciências biológicas.

Bem, isso posto, ai vão as minhas opiniões sobre tal ideologia bem como outras considerações sobre este tema:

1) Entendo que o sexo e o gênero é definido no nascimento, sendo que podemos nascer:
a. Sexo-Masculino | Gênero-Masculino
b. Sexo-Feminino | Gênero-Feminino
c. Sexo-Masculino | Gênero-Feminino
d. Sexo-Feminino | Gênero-Masculino

2) Entendo também que preferência sexual é uma terceira faceta desta história, sendo que este quadro acima pode no final ficar assim:
a. Sexo-Masculino | Gênero-Masculino com preferência pelo sexo masculino
b. Sexo-Masculino | Gênero-Masculino com preferência pelo sexo feminino
c. Sexo-Feminino | Gênero-Feminino com preferência pelo sexo masculino
d. Sexo-Feminino | Gênero-Feminino com preferência pelo sexo feminino
e. Sexo-Masculino | Gênero-Feminino com preferência pelo sexo masculino
f. Sexo-Masculino | Gênero-Feminino com preferência pelo sexo feminino
g. Sexo-Feminino | Gênero-Masculino com preferência pelo sexo masculino
h. Sexo-Feminino | Gênero-Masculino com preferência pelo sexo feminino

3) E entendo que há ainda outra faceta, que é a preferência por indivíduos onde sexo e gênero não são necessariamente os mesmos, ou ainda podemos incluir aqui também aqueles que tem preferência sexual múltipla.

4) Sem dúvida o sexo de uma pessoa nunca mudará, jamais, uma vez que é cromossômico. Quem nasceu do sexo feminino é XX e quem nasceu do sexo masculino é XY.

5) No entanto, da mesma forma, acredito que o gênero da pessoa também é intrínseco a ela, quase que da mesma forma que o sexo. Ou seja, quem nasceu do gênero masculino é do gênero masculino e quem nasceu do gênero feminino é do gênero feminino. E falo o mesmo da preferência sexual. Ao meu ver isso é intrínseco da pessoa.

6) Desta forma, ao meu ver o gênero e a preferência sexual não muda conforme os costumes, a cultura, a sociedade, ou conforme a educação. E por esta afirmativa, sou totalmente contrário a ideologia de gênero.

7) Eu não sou fiscal do ânus alheio, ou do corpo alheio. Ou seja, cada um faz com seu corpo o que bem entende e, desde que isso não me afete, eu não tenho sequer o direito de me incomodar com isso.

8) No entanto, condeno expressões públicas que tenham o intuito de provocar e causar desconforto no outro. Eu particularmente não me incomodo, mas sei que tais expressões exageradas incomodam outras pessoas. Então, assim como estes desejam ser respeitados, devem respeitar também. No entanto, acho que andar de mão dada ou abraçado ou mesmo dar selinho publicamente, não deveria incomodar ninguém, uma vez que são expressões normais de carinho entre duas pessoas que se amam. Que estes guardem as expressões mais calientes para seus momentos íntimos, longe das vistas de outras pessoas.

9) Assim como você tenta fazer de um menino, do sexo masculino mas que se percebe do gênero feminino, um homem masculino, e não consegue, da mesma forma você não conseguirá entortar a percepção ou preferência de um menino do sexo, gênero masculino com desejo pelo sexo e gênero feminino, tornando o outra coisa.

10) Ou seja, não acredito que haja qualquer possibilidade de um se tornar outro, seja de qualquer lado para qualquer lado. Cada um é cada um e ponto final. Ninguém escolheu ser desta ou daquela forma, não é uma opção. As pessoas são como são e ponto final.

11) Isto posto, cabe a cada um de nós respeitar e aceitar a outra pessoa, sendo ela da forma que é.

12) Não me incomodo nem um pouco com a história de que casais tem que procriar e explico porque:
a. Há inúmeros casais sem filhos e nem por isso são pervertidos ou degenerados;
b. Casais homossexuais são uma benção para a sociedade no momento em que eles, por não poderem ter filhos, adotam crianças que foram abandonadas pelos seus pais heterossexuais;
c. Casais homossexuais não conseguirão entortar o sexo ou o gênero ou as preferências de seus
filhos, da mesma forma que casais heteros não conseguem evitar de ter um filho homossexual;
d. A família é um núcleo de amor, de se querer bem, de se cuidar um ao outro e isso pode perfeitamente ser feito por pessoas do mesmo sexo;
e. A família ainda é um lugar onde se ensina o respeito, o amor ao próximo, o bem querer, o cuidar, onde se ensina bons valores e isso pode também perfeitamente ser feito por pessoas do mesmo sexo;

13) Se isso fere o cristianismo, que os cristão repensem sua religião. Eu particularmente não sou cristão, considero Jesus Cristo um MITO (veja quem foi Mitra) e não reconheço a Biblia como um livro que exprime a vontade de Deus. Entendo que a religião é um grande problema na humanidade, toda religião, sem exceção.

14) Acredito que há um Criador, mas não acredito que ele interfere nas nossas vidas. Não compreendo o plano dele, nem seus propósitos e objetivos, mas não consigo deixar de reconhecer que tudo o que me cerca é fruto de uma mente muito inteligente e superior.

15) Entendo que tudo está no seu devido lugar e que o mundo é justo, totalmente justo. Isso não significa que acho que as coisas estão boas, não estou falando isso. Há muita coisa ruim, triste e que nos causa profunda tristeza e desânimo. Mas acredito as energias que regem o mundo estão, e sempre estarão, totalmente equilibradas, de modo que o que temos hoje a nossa volta são frutos do que fazemos, sendo apenas o resultado de nossas próprias ações. Se formos pessoas melhores, construiremos um mundo melhor.

16) Assim sendo, compreendo que a homossexualidade, na sua enorme variação, é não só obra do criador, como também está no seu devido lugar. Cabe a nós aceitar.

17) Por tudo isso, entendo que toda e qualquer criança deveria ser orientada, instruída a achar isso natural. Sim, natural! Nem todas as pessoas tem seu sexo, gênero e preferências alinhados e nem por isso são pessoas piores daqueles que tem seu sexo, gênero e preferências alinhados. Quer dizer, exceto se tiverem desvio de caráter, mas isso é outra coisa.

18) No entanto, não acho que isso deve ser explicado ANTES do tempo. Toda criança tem seu tempo de querer compreender as coisas e, da mesma forma que ela irá perguntar um dia, como que o neném foi parar na barriga da mulher, ou da onde ela veio, ou como ela foi parar lá, da mesma forma ela, naturalmente irá perguntar sobre a homossexualidade e isso deverá ser explicado tão naturalmente como as outras coisas relacionadas a sexo.

19) Também não concordo que se use dinheiro público para se difundir qualquer coisa neste sentido. Acho que este e qualquer outro assunto deve ser tratado de modo igual, sem preferência, mas apenas com respeito e atenção, como qualquer outro assunto.

20) Sou favorável a criação de um terceiro banheiro unissex, ou seja, um banheiro que entra lá quem quer. Lá poderá entrar homens, mulheres, transexuais, travestis, lésbicas, gays, qualquer um.

21) Da mesma forma, sou favorável a criação de um terceiro item, quando se tem que preencher um documento tipo ( ) Homem ( ) Mulher. Não sei exatamente que nome colocaríamos ai, mas entendo que deveríamos colocar um outro item. Também não acho que deveríamos criar vários itens, um para cada variante, mas deveríamos criar um novo item. Isso demonstraria consideração e respeito para com estes.

22) Também não sou favorável a cotas ou a qualquer tratamento especial a estas pessoas, uma vez que elas são iguais a todos nós. Afinal, se a tratarmos com o respeito e a consideração que merecem, as estaremos incluindo socialmente.

23) Por fim, entendo também que dizer os seres humanos nascem “iguais”, sendo a definição do “masculino” e do “feminino” um produto histórico-cultural desenvolvido tacitamente pela sociedade traz um grande risco para aqueles que não tem seu sexo e gênero alinhados, pois se acreditarmos nisso e que isso é fruto de influência socio/cultural, estamos dizendo que isso pode ser revertido, por outro tipo de influência sócio/cultural, tratamentos psicológicos, etc. Ou seja, justamente por não ser fruto de influência sócio/cultural é que é irreversível e justamente por isso, deve ser apenas compreendida e respeitada.

1964 E A VERDADE SOBRE O REGIME MILITAR

Percebo como há ainda milhões de pessoas enganadas, iludidas com as versões distorcidas e mentirosas sobre 1964 e o Regime Militar.

Se você é uma delas, eu não lhe culpo. Nas escolas só há professores socialistas e de esquerda que ADORAM inventar história, aumentar e denomizar os militares. Ainda a Globo e quase todo o jornalismo é também de esquerda e da mesma forma, só nos contaram até hoje essa história de modo fantasioso, torto e principalmente, muito mentiroso.

E pra piorar, alguns YouTubers, totalmente hipnotizados e influenciados pela mídia e pelos seus professores, defecam as mesmas inverdades com ar jovial e continuam iludindo, enganando as mentes mais fracas.

Mas felizmente temos hoje a Internet que nos permite tomar contato com A VERDADE

Por conta de tudo disso, resolvi fazer este post

Nele, não vou escrever praticamente nada, vou apenas referenciar vídeos que falarão por mim.

Deliciem-se por fim com A VERDADE sobre o que de fato ocorreu nesta época

Mas antes, uma histórinha que vale a pena ser lida, só um “esquenta”, para já ir dando o tom de modo que você já vá percebendo tudo o que falam de errado por ai, bem como dos vídeos que virão a seguir:

Conversam um russo💂🏻‍e um brasileiro👨🏾:

💂🏻‍-Como eu amo a liberdade!
👨🏾-É. Não há nada pior que ditadura!
💂🏻‍-Mm? Vocês também tiveram ditadura no Brasil?
👨🏾-Ô! E como tivemos! Os militares deram um golpe e tomaram o poder.
💂🏻‍-Mas como? Fuzilaram o congresso todo?
👨🏾-Não exatamente. Foi o próprio congresso que instituiu.
💂🏻‍-Mas você não disse que foi um golpe?
👨🏾-Sim.
💂🏻‍-Não entendi. Mas enfim… Quantos morreram, pelo menos?
👨🏾-357 pessoas!
💂🏻‍-É… Para um dia só é bastante.
👨🏾-Não, 357 no total.
💂🏻‍-No total do quê?
👨🏾-Da ditadura!
💂🏻‍-Peraí, mas foi só uma coisa de uns dias e depois acabou?
👨🏾-Que uns dias que nada! Foram 21 anos de opressão!
💂🏻‍-E quem foi esse ditador “genocida” que matou 357 pessoas em 20 anos?
👨🏾-Foram 5 ditadores!
💂🏻‍-De uma vez só?
👨🏾-Não, um depois do outro.
💂🏻‍-Um depondo o outro?
👨🏾-Claro que não! Terminava o mandato e vinha outro.
💂🏻‍-Tipo presidente?
👨🏾-É… Mas só que não. A gente não podia votar!
💂🏻‍-Então ao invés de um ditador, vocês tiveram 5 representantes com mandato temporário e que matavam 17 pessoas por ano?
👨🏾-Sim. Mas o povo se levantou e tirou eles de lá!
💂🏻‍-Ah, no fim depuseram os militares?
👨🏾-Pode se dizer que sim. Eles saíram do poder.
💂🏻‍-Mas tá estranho isso. Eles não controlavam o exército? Como o povo conseguiu isso? Ou eles se armaram também, ou atacaram em grande número. De uma forma ou de outra deve ter sido a maior carnificina!
👨🏾-Até que não. Os militares anunciaram eleições democráticas e deixaram o poder.
💂🏻‍-Deixaram??? Como assim? Tipo, por conta própria?
👨🏾-É que o povo, no fim, já tava meio contra também…
💂🏻‍-No fim??? Mas péra! Para sair assim, na boa, só podem ter levado uma fortuna antes! Devem estar tudo ricos hoje!
👨🏾-Hmm… Não exatamente.
💂🏻‍-Cara, eu respeito sua história e tal, mas tá meio difícil de acreditar que vocês tiveram uma ditadura.
👨🏾-Como assim?! A opressão era real! Morreram muitos heróis lutando pela nossa liberdade!
💂🏻‍-Então havia até mesmo uma oposição?
👨🏾-Ah, se havia! Eles matavam soldados, sequestravam gente importante, roubavam bancos, plantavam bomba em quartéis.
💂🏻‍-Que horror! E os revolucionários, como combatiam isso?
👨🏾-Não, caramba! Tô falando dos heróis, os revolucionários! Presta atenção!
💂🏻‍-Tá bom, entendi. Mas esse lance de matar soldado, explodir bomba… Hoje em dia isso não seria terrorismo?
👨🏾-Talvez. Não sei. Mas na época era justificado. Tinha que derrubar aquele governo cruel.
💂🏻‍-Mas e roubo a banco, sequestro… Não é crime isso daí também?
👨🏾-É… Talvez… mas eles tinham que tirar dinheiro de algum lugar para manter o movimento, né?
💂🏻‍-Sim, mas do povo?
👨🏾-Não tinha alternativa! A União Soviética não estava mais sustentando a revolução como antes…
💂🏻‍-Opa! Um momento! A gente que estava financiando vocês contra os militares?
👨🏾-Sim. Os comunistas soviéticos estavam nos ajudando a derrubar a ditadura instaurar a democracia no Brasil.
💂🏻‍-E vc acreditou? Pois a nossa ditadura foi comunista! Matou 21 milhões, durou 74 anos e deixou o país afundado! Você nunca conheceu opressão, e por isso mesmo não entende o que é liberdade!
👨🏾- 😐

Bem, mas vamos agora aos vídeos:

Eduardo Bolsonaro explica se houve ou não golpe militar
Deputado Eduardo Bolsonaro fala sobre a verdadeira história do chamado “Golpe Militar” em 1964 no Brasil.

Para os espertalhões que insistem em dizer que houve golpe militar
Para os “espertalhões” que insistem em dizer que houve golpe militar este pequeno vídeo para confundir as mentiras que você ouviu de seu professor comunista.

Nunca houve “Ditadura Militar no Brasil” Mentiram pra você, jovem!
O historiador Marco Antonio Villa explica que a expressão “ditadura militar” foi cunhada por radicais extremistas de esquerda que queriam um regime Comunista para o Brasil. Na verdade, o Brasil foi salvo na década de 60 de uma ditadura do proletariado. Salve 1964!

Alexandre Garcia entrevista Figueiredo

64 não foi golpe!!!
Golpe militar,a verdade sufocada….heróis de 64

Ditadura Militar! Mentiram para você.
Nos livros de história e na mídia tudo que gira em torno do golpe de 64 e do regime militar no Brasil, não passa de falsificação esquerdista, não passa de abordagem histórica distorcida e sem critérios. O objetivo desse vídeo é trazer à tona a verdade dos fotos, tanto os fatos que antecederam a intervenção militar, como o regime em si. Será que houve mesmo uma ditadura? Aconteceram terríveis torturas? E a censura? As pessoas não tinham liberdade mesmo? O vídeo ainda traz uma sóbria avaliação a cerca dos presidentes militares, como Castelo Branco, Médice, Geisel e Figueiredo.

A outra versão do golpe de 1964 (completo)
Não defenda aquilo que não entende. Seja autêntico e ame a verdade se informando.

O Contragolpe 1964 – A Verdade Sufocada

NÃO Houve DITADURA

Esses HERÓIS salvaram o Brasil da modinha Comunista e Socialista que influenciava o mundo na época, tentaram entranhar no Brasil mas estes Heróis não deixaram. A Esquerda Socialista e Comunista ainda hoje continua entranhando e permanece mentindo para os brasileiros chamando-os de DITADORES.

• 1964–1967 Humberto de Alencar Castelo Branco
• 1967–1969 Artur da Costa e Silva
• 1969–1974 Emílio Garrastazu Médici
• 1974–1979 Ernesto Geisel
• 1979–1985 João Figueiredo

NÃO Houve Ditadura!

REGIME MILITAR – Uma época de ouro da vida brasileira, quando o país era sério e muito respeitado.

Esse vídeo é para quem viveu ou quer conhecer a verdade sobre essa gloriosa fase da história brasileira, que muitos professores de hoje não ensinam direito. Nessa era, tivemos o “Milagre econômico brasileiro”, denominação dada devido ao alcance de excepcional crescimento econômico. Foi o período de nossa história que gerou o maior crescimento econômico desde a Proclamação da República, em patamares superiores aos da própria China de hoje, já que as taxas de crescimento do PIB eram altíssimas: saltaram de 9,8% ao ano em 1968 para 14% ao ano em 1973. Esse crescimento descomunal fez o país saltar da 41ª para a 8ª posição como maior potência do mundo. O período é marcado também por melhoras significativas na infraestrutura do país; aumento do nível de emprego proporcionado, principalmente, pelos investimentos nos setores de infraestrutura e indústria, além de significativo desenvolvimento industrial, alavancado pelos investimentos nos setores de siderurgia, geração de eletricidade e indústria petroquímica. O setor foi puxado, principalmente, pelo crescimento e fortalecimento das empresas estatais.
Quem, como eu, viveu nessa fase da vida brasileira, sabe bem que foi uma época de pleno desenvolvimento e muita produtividade, com escolas públicas de qualidade, pleno emprego, tranquilidade, segurança e paz. Exceto, claro, para alguns imbecis que pegavam em armas e promoviam ações terroristas para tentar impor aqui uma ditadura comunista, nos mesmos moldes que ainda tentam até hoje.

Pasmem! Lula afirma que Regime Militar foi à melhor época do Brasil

SE FOI O AUGE DO MILAGRE BRASILEIRO;
SE SOBRAVAM EMPREGOS;
SE AS EMPRESAS BUSCAVAM OPERÁRIOS OFERECENDO MELHORES SALÁRIOS;
SE UM PRESIDENTE MILITAR CERTAMENTE SERIA ELEITO POR SUA POPULARIDADE;
PORQUE MESMO A TURMA DO PT QUERIA UMA REVOLUÇÃO?
Fui entrevistar meu avô sobre ditadura militar e olha no que deu…

Trabalho de História
Entrevista com o Sr. Manoel Eloi Pereira sobre como foi viver na época da Ditadura Militar

 

[VEJA] A VERDADE SOBRE O REGIME MILITAR | 1964-1985

CONFIRA ABAIXO UM TEXTO ESCRITO DO REGIME MILITAR QUE MARCOU A HISTÓRIA DO PAÍS

Intervenção Militar é um ato caracterizado pela tomada do poder de um país por suas Forças Armadas em um golpe de Estado, instaurando um regime militar. Geralmente é decretado um estado de exceção, regido segundo a lei marcial, sendo formada uma junta militar encabeçada por qualquer das armas, que nomeia um novo presidente (sempre um militar de alta patente) e seus sucessores.

De maneira geral, os membros do governo deposto são perseguidos e presos, ou então forçados a deixarem o país. Simpatizantes do governo deposto são igualmente perseguidos, e em casos extremos podem ser presos e torturados com intuito de obtenção de informações ou confissões.

Foi o regime instaurado em 1 de abril de 1964 e que durou até 15 de março de 1985, sob comando de sucessivos governos militares. De caráter autoritário e nacionalista, teve início com o contra-golpe militar que derrubou o governo de João Goulart, o então presidente democraticamente eleito. O regime acabou quando José Sarney assumiu a presidência, o que deu início ao período conhecido como Nova República (ou Sexta República). Apesar das promessas iniciais de uma intervenção breve, a ditadura militar durou 21 anos. Além disso, o regime pôs em prática vários Atos Institucionais, culminando com o AI-5 de 1968, que vigorou por dez anos. A Constituição de 1946 foi substituída pela Constituição de 1967 e, ao mesmo tempo, o Congresso Nacional foi dissolvido, liberdades civis foram suprimidas e foi criado um código de processo penal militar que permitia que o Exército brasileiro e a Polícia Militar pudessem prender e encarcerar pessoas consideradas suspeitas, além de impossibilitar qualquer revisão judicial.

O regime adotou uma diretriz nacionalista, desenvolvimentista e de oposição ao comunismo. O regime atingiu o auge de sua popularidade na década de 1970, com o “milagre econômico”, no mesmo momento em que o regime censurava todos os meios de comunicação do país e torturava e exilava dissidentes. Na década de 1980, assim como outros regimes militares latino-americanos, a ditadura brasileira entrou em decadência quando o governo não conseguiu mais estimular a economia, controlar a inflação crônica e os níveis crescentes de concentração de renda e pobreza provenientes de seu projeto econômico, o que deu impulso ao movimento pró-democracia. O governo aprovou uma Lei de Anistia para os crimes políticos cometidos pelo e contra o regime, as restrições às liberdades civis foram relaxadas e, então, eleições presidenciais indiretas foram realizadas em 1984, com candidatos civis e militares.

O regime militar brasileiro inspirou o modelo de outras ditaduras por toda a América Latina, através da sistematização da “Doutrina de Segurança Nacional”, a qual justificava ações militares como forma de proteger o “interesse da segurança nacional” em tempos de crise. Desde a aprovação da Constituição de 1988, o Brasil voltou à normalidade institucional. Segundo a Carta, as Forças Armadas voltam ao seu papel institucional: a defesa do Estado, a garantia dos poderes constitucionais e (por iniciativa desses poderes) da lei e da ordem.

Apesar de o combate aos opositores do regime ter sido notoriamente marcado por torturas e mortes, as Forças Armadas admitiram oficialmente que possa ter havido tortura e assassinatos, pela primeira vez, em setembro de 2014, em resposta à Comissão Nacional da Verdade. O documento, assinado pelo Ministro da Defesa, Celso Amorim, menciona que “o Estado brasileiro […] já reconheceu a ocorrência das lamentáveis violações de direitos humanos ocorridas no passado”. No entanto, apesar das várias provas, os ofícios internos da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira, foram uníssonos em afirmar que em suas investigações não encontraram evidências que corroborassem ou negassem a tese de que houve “desvio formal de finalidade no uso de instalações militares”. Estima-se que houve 434 pessoas entre mortos e desaparecidos durante o regime, além de um genocídio de cerca de 8,3 mil índios.

A Verdade sobre os governo FHC x LULA

fonte

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De repente todo mundo virou economista, olhando os números e comparando governos…Pessoas fazem mestrados e doutorados sobre economia no governo FHC e Lula e de repente, você leigo com uns números mixurucas, fica contando número de voos pro exterior no governo Dilma, inflação galopante no FHC sem sequer entender os mecanismos da inflação e nem de cenários econômicos, aumento do PIB no Dilma e acha que o Brasil tá maravilhoso e que o governo anterior é um demônio ou o atual esta levando o país a bancarrota…Você tem um problema que merece tratamento chamado maniqueísmo ou dicotomização. Você que é petista e não consegue assumir que há pessoas e ideias boas no partido “oposto” e você que é peessedebista e não consegue assumir que há petistas com ideias boas, vocês tem problema também. Essa polarização só tem beneficiado a quem pensa em plano de poder e àqueles que não querem governar para o povo que somos todos nós, direita, esquerda, centro, empresários, funcionários públicos, ricos, pobres, negros, índios, mestiços, brancos, homens e mulheres de diferentes orientações sexuais, evangélicos, católicos, umbandistas, judeu, todos os credos. Somos um país diversificado. Há uma grande responsabilidade sobre nossos representantes para que eles assim possam ser chamados, por isso não podemos nos dar o luxo de execrar um bom plano para o país só porque não foi você quem teve a ideia. Isso é arrogância, inveja e vaidade juntas. Temos que ter consciência do que é prioritário em nosso país e escolher aquele governante que tem o plano mais alinhado a isso. Sem paixões partidárias. Quando se assume o governo não existe partido, só existe o país e o povo. Não se governa para um partido e sim para um país.

Já que querem comparar com governos anteriores, seguem alguns dados relevantes (não os de números de passagens pro exterior ou números de show do Paul McCartney) e notem que ao mostrar alguns deles, o governo PT é melhor que o antigo PFL em certos pontos, e vice-versa. Acho que mostrar o todo e não omitir onde há derrota é mais honesto que só mostrar a parte boa. Lembrem-se sempre, a estatística é a arte de torturar os números até eles falarem o que você quer…Pelo menos aqui, deixa-se claro os instrumentos de tortura. Brincadeiras à parte, seguem os dados e as fontes oficiais e um gráfico que sintetiza os valores das fontes:

Índice de Desenvolvimento Humano

De 1995 a 2000 (FHC) cresceu 0,056 (0,0112 ao ano), em uma variação percentual de 7,62% (1,48% ao ano)

De 2000 a 2007 (Lula) cresceu 0,023 (0,0033 ao ano), em uma variação percentual de 2,91% (0,41% ao ano)

http://hdr.undp.org/en/data

Acesso à Rede de água

De 1993 a 2002 (FHC) cresceu 6,9% (0,77% ao ano), em uma variação percentual de 9,2% (0,98% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 3,4% (0,49% ao ano), em uma variação percentual de 4,15% (0,58% ao ano)

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pnad2009/tabelas_pdf/sintese_serie_1.pdf

Acesso à Rede de esgoto

De 1993 a 2002 (FHC) cresceu 7,4% (0,82% ao ano), em uma variação percentual de 18,97% (1,95% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 6,9% (0,99% ao ano), em uma variação percentual de 14,87% (2,00% ao ano)

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pnad2009/tabelas_pdf/sintese_serie_1.pdf

Acesso à Energia elétrica

De 1993 a 2002 (FHC) cresceu 6,6% (0,73% ao ano), em uma variação percentual de 7,33% (0,79% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 2,5% (0,36% ao ano), em uma variação percentual de 2,59% (0,37% ao ano)

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pnad2009/tabelas_pdf/sintese_serie_1.pdf
Porcentagem de Domicílios com geladeira

De 1993 a 2002 (FHC) cresceu 14,8% (1,64% ao ano), em uma variação percentual de 20,61% (2,10% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 7,3% (1,04% ao ano), em uma variação percentual de 8,43% (1,16% ao ano)

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pnad2009/tabelas_pdf/sintese_serie_1.pdf
Porcentagem de Domicílios com televisão

De 1993 a 2002 (FHC) cresceu 14,1% (1,57% ao ano), em uma variação percentual de 18,60% (1,91% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 6,1% (0,87% ao ano), em uma variação percentual de 6,79% (0,94% ao ano)

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pnad2009/tabelas_pdf/sintese_serie_1.pdf
Porcentagem de Domicílios com telefone

De 1993 a 2002 (FHC) cresceu 41,8% (4,64% ao ano), em uma variação percentual de 211,11% (13,44% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 23,3% (3,33% ao ano), em uma variação percentual de 37,82% (4,69% ao ano)

http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/trabalhoerendimento/pnad2009/tabelas_pdf/sintese_serie_1.pdf
Mortalidade infantil

De 1997 a 2002 (FHC) caiu 7 pontos (1,4 ponto ao ano), em uma variação percentual de -21,94% (-4,83% ao ano)

De 2002 a 2006 (Lula) caiu 4,2 pontos (1,05 ponto ao ano), em uma variação percentual de -16,87% (-4,51% ao ano)

http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/idb2008/c01a.htm

Taxa de pobreza

De 1993 a 2002 (FHC) a taxa de extrema pobreza caiu 6,28% (0,70% ao ano), em uma variação percentual de -30,98% (-4,04% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) a taxa de extrema pobreza caiu 6,71% (0,96% ao ano), em uma variação percentual de -47,96% (-8,91% ao ano)

De 1993 a 2002 (FHC) a taxa de pobreza caiu 8,58% (0,95% ao ano), em uma variação percentual de -19,96% (-2,44% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) a taxa de pobreza caiu 12,98% (1,85% ao ano), em uma variação percentual de -37,73% (-6,54% ao ano)

http://www.ipeadata.gov.br/

Evasão escolar

De 1993 a 2002 (FHC) caiu 19,6% (2,18% ao ano), em uma variação percentual de -51,44% (-7,71% ao ano)

De 2002 a 2007 (Lula) caiu 0,80% (0,16% ao ano), em uma variação percentual de -4,32% (-0,88% ao ano)

http://seriesestatisticas.ibge.gov.br/series.aspx?vcodigo=SEE15&t=abandono-escolar-nivel-ensino-serie-encerrada (as outras séries você precisa digitar educação na busca do ibge e vai aparecer uma lista, escolha abandono)

Acesso ao ensino superior

De 1995 a 2002 (FHC) o número de matrículas em universidades federais aumentou em 147.224 (21.032 ao ano), em uma variação percentual de 41,68% (5,10% ao ano)

De 2002 a 2008 (Lula) o número de matrículas em universidades federais aumentou em 100.313 (16.719 ao ano), em uma variação percentual de 20,044% (3,09% ao ano)

De 1995 a 2002 (FHC) o número de matrículas em universidades aumentou em 1.022.727 (146.104 ao ano), em uma variação percentual de 90,67% (9,66% ao ano)

De 2002 a 2008 (Lula) o número de matrículas em universidades aumentou em 534.969 (89.162 ao ano), em uma variação percentual de 24,87% (3,77% ao ano)

De 1995 a 2002 (FHC) o número de matrículas em instituições federais aumentou em 164.103 (23.443 ao ano), em uma variação percentual de 44,65% (5,42% ao ano)

De 2002 a 2008 (Lula) o número de matrículas em instituições federais aumentou em 111.467 (18.578 ao ano), em uma variação percentual de 20,97% (3,22% ao ano)

De 1995 a 2002 (FHC) o número total de matrículas em instituições de ensino superior aumentou em 1.720.210 (245.744 ao ano), em uma variação percentual de 97,76% (10,23% ao ano)

De 2002 a 2008 (Lula) o número total de matrículas em instituições de ensino superior aumentou em 1.600.143 (266.691 ao ano), em uma variação percentual de 45,98% (6,50% ao ano)

http://www.inep.gov.br/superior/censosuperior/sinopse/default.asp

Índice de analfabetismo

De 1993 a 2002 (FHC) caiu 4,56% (0,51% ao ano), em uma variação percentual de -27,77% (-3,55% ao ano)

De 2002 a 2007 (Lula) caiu 1,85% (0,37% ao ano), em uma variação percentual de -15,60% (-3,33% ao ano)

http://www.ipeadata.gov.br/

Taxa de crescimento econômico

Crescimento mundial durante governo FHC: 24,27% ou 2,75% ao ano

Crescimento mundial durante governo Lula: 74,46% ou 8,27% ao ano

Crescimento do Brasil no governo FHC: 19,74% ou 2,28% ao ano ou 82,77% da média mundial

Crescimento do Brasil no governo Lula: 27,66% ou 3,55% ao ano ou 42,91% da média mundial

Durante o governo Lula, o Brasil cresceu muito menos que o resto do mundo

Durante o governo FHC, o Brasil cresceu apenas um pouco abaixo da taxa média do resto do mundo

Crescimento no governo Collor/Itamar: 6,75% ou 1,31% ao ano

Evolução no governo FHC em relação à média anterior: 73,33%

Evolução no governo Lula em relação à média anterior: 55,88%

Note que as vezes mesmo havendo maior crescimento absoluto, a TAXA anual média de crescimento da economia pode CRESCER muito mais.

https://www3.bcb.gov.br/sgspub/
http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2010/01/weodata/weorept.aspx?pr.x=80&pr.y=9&sy=1989&ey=2009&scsm=1&ssd=1&sort=country&ds=.&br=1&c=512%2C941%2C914%2C446%2C612%2C666%2C614%2C668%2C311%2C672%2C213%2C946%2C911%2C137%2C193%2C962%2C122%2C674%2C912%2C676%2C313%2C548%2C419%2C556%2C513%2C678%2C316%2C181%2C913%2C682%2C124%2C684%2C339%2C273%2C638%2C921%2C514%2C948%2C218%2C943%2C963%2C686%2C616%2C688%2C223%2C518%2C516%2C728%2C918%2C558%2C748%2C138%2C618%2C196%2C522%2C278%2C622%2C692%2C156%2C694%2C624%2C142%2C626%2C449%2C628%2C564%2C228%2C283%2C924%2C853%2C233%2C288%2C632%2C293%2C636%2C566%2C634%2C964%2C238%2C182%2C662%2C453%2C960%2C968%2C423%2C922%2C935%2C714%2C128%2C862%2C611%2C716%2C321%2C456%2C243%2C722%2C248%2C942%2C469%2C718%2C253%2C724%2C642%2C576%2C643%2C936%2C939%2C961%2C644%2C813%2C819%2C199%2C172%2C184%2C132%2C524%2C646%2C361%2C648%2C362%2C915%2C364%2C134%2C732%2C652%2C366%2C174%2C734%2C328%2C144%2C258%2C146%2C656%2C463%2C654%2C528%2C336%2C923%2C263%2C738%2C268%2C578%2C532%2C537%2C944%2C742%2C176%2C866%2C534%2C369%2C536%2C744%2C429%2C186%2C433%2C925%2C178%2C746%2C436%2C926%2C136%2C466%2C343%2C112%2C158%2C111%2C439%2C298%2C916%2C927%2C664%2C846%2C826%2C299%2C542%2C582%2C967%2C474%2C443%2C754%2C917%2C698%2C544&s=PPPGDP&grp=0&a

Inflação ao consumidor

Inflação acumulada de 1990 a 1994 (Collor/Itamar): 41.941.718,61%

Inflação acumulada de 1995 a 2002 (FHC): 114,43%, ou 0,00028% do acumulado anterior. Queda de 99,99972% em relação ao governo anterior.

Inflação acumulada de 2003 a 2010 (Lula): 47,72%, ou 41,71% do acumulado anterior. Queda de 58,29% em relação ao governo anterior.

https://www3.bcb.gov.br/CALCIDADAO/jsp/index.jsp

Dívida pública federal

Dívida pública federal ao final do governo FHC (12/2002): R$ 560.828.810.000,00

Dívida pública federal ao final do governo Lula (10/2010): R$ 985.808.530.000,00

http://www.ipeadata.gov.br/ipeaweb.d…&SERID=32090_1

O mapa a seguir indica o desempenho relativo dos governos Fernando Henrique Cardoso e Lula em todos os quesitos levantados até o momento pelo Governo Brasil Wiki. Os valores foram normalizados para melhor visualização, através da fórmula:

Nota do governo=Indicador do governo x (10/[somatório de 1 a k do Indicador k])

Isto significa que a nota máxima – no caso, 10 – é determinada pelo avanço total na área, sendo somados os valores de todos os governos. A nota é, assim, um reflexo da proporção do avanço total em uma determinada área alcançado pelo governo em questão.