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Será que a Apple vai aprender?


Bem, aqui vou eu fazer mais uma das minhas previsões…

Ah, mas ninguém pode dizer que eu não venho acertando, aliás, foram justamente estas previsões que me motivaram a escrever meus primeiros textos e iniciar meu blog, afinal, meus dois primeiros posts foram exatamente sobre isso.

Meu primeiro post foi em 27 de junho de 2007, quando se começava a falar sobre Ajax e Web 2.0. Escrevi um artigo explicando mais sobre estas tecnologias e as tendências que elas trariam. Previ que o Google lançaria um sistema operacional (http://www.marcelo.com.br/o-que-afinal-e-a-web-20).  Muitos me criticaram na época, mas eu acertei:
🙂
http://bit.ly/OS_Google

O segundo artigo foi em 6 de julho do mesmo ano, no auge da febre do Second Life, quando ele era capa de todas as revistas semanais e estava sendo apoiado fortemente por empresas como Del, Sun e IBM, dentre outras que investiram nele. Em meu artigo, eu disse que o Second Life não se sustentava e que não sobreviveria (http://www.marcelo.com.br/a-realidade-do-second-life). Da mesma forma, fui criticado por vários, mas acertei novamente.
🙂

http://info.abril.com.br/professional/redes-sociais/second-life-fecha-as-portas-no-brasil.shtml

Bem, agora vou dar novamente mais um dos meus “pitacos” nesse exercício de futurologia.

Sem dúvida, você deve estar acompanhando como a plataforma dos tablets vem crescendo, certo?

Não sei se você já sabe, mas hoje a Apple detém 85% deste mercado, enquanto os 15% restantes são divididos entre os seus concorrentes, como o Galaxy Tab da Samsung, o Optimus Tab da LG, o PlayBook da RIM, o TouchPad da HP e o Xoom da Motorola.

Muito embora a Apple continue reinando com a maior fatia deste mercado, todos estes seus concorrentes vêm trazendo muitos atrativos que a Apple (leia Sr. Steve Jobs) teimosamente continua sem implementar em seus tablets, tais como a oportunidade de sintonizar TV digital em alta definição, uma conexão USB, a facilidade de subir e baixar arquivos sem a necessidade de um aplicativo próprio, como o iTunes, câmeras com alta definição e um browser que compreende Flash.

Além disso, o Android 3.0 Honeycomb já é um sistema operacional totalmente desenvolvido para tablets, e a maioria dos concorrentes da Apple já o estão utilizando.

Com se tudo isso não bastasse, a Motorola vem agora e lança o Atrix 4G, um dos mais robustos smartphones já vistos e com acessórios que transformam este celular num desktop ou num notebook em segundos. Você conecta seu celular a um LapDock e ele se transforma em um computador. Este pequeno celular da Motorola tem nada menos do que chipset Nvidia Tegra 2 com processador Dual Core de 1 GHz, GPU GeForce, 1 GB de memória RAM, conexão 4G e sistema operacional Android.

http://www.motorola.com/Consumers/US-EN/Consumer-Product-and-Services/Mobile-Phones/Motorola-ATRIX-US-EN

Mas e aí, aonde é que eu estou querendo chegar com tudo isso?

Bem, eu tive meu primeiro computador aos 18 anos (1982) e era um Apple. Naquela época, a Apple era A MARCA para computadores pessoais e o Steve Jobs era O CARA. Bem, aí veio a IBM e lançou o PC, que inicialmente não teve muita popularidade, até que dois movimentos importantes aconteceram. Primeiro, a IBM permitiu que um cara chamado Bill Gates, de uma empresa recém-nascida chamada Microsoft, fizesse um sistema operacional para seus computadores, o DOS. E depois, estes computadores foram largamente produzidos por várias empresas que não eram a IBM, pois a plataforma estava aberta.

Isso criou toda uma indústria de microcomputadores que mudou o mundo, e o Sr. Steve Jobs ficou pra trás, comendo poeira. Ele inventou o microcomputador, mas teimoso como é, negou-se a aceitar as exigências do mercado e permaneceu fechado nas suas ideias. Resultado: a indústria o atropelou e a Apple quase morreu.

Bem, desde o iPod, ele ressuscitou das cinzas e vem crescendo, é fato. A Apple vale hoje muito mais do que a Microsoft e a IBM – US$ 300 bi, US$ 213 bi e US$ 202 bi, respectivamente – e é uma das estrelas do momento.

Mas sinto que se o Sr. Steve Jobs e a Apple não abrirem os olhos para este mercado enorme, que eles mesmos criaram, dos smartphones e tablets, vão novamente ser ultrapassados, comer poeira e correm sério risco de ficarem pra trás, como já ficaram uma vez na história.

Bem, diferentemente dos fatos relacionados ao Second Life e ao sistema operacional do Google, que eu disse que realmente aconteceriam, agora digo que isso só irá acontecer se o Sr. Steve Jobs continuar teimando em não colocar Flash no iPad, nem porta USB,  continuar deixando seu produto preso ao iTunes, além de várias outras coisas que já mencionei acima.

E só pra deixar claro uma coisa, digo isso quando a Apple é eleita a marca mais valiosa do mundo, veja:

 

Então, o que você acha? Será que ele vai se render e ser flexível, ou será que continuará teimando? Eu já tenho a minha opinião, e você?

😉

Bem, façam suas apostas e agora vamos observar e curtir, mas independentemente de quem irá ganhar com toda esta briga, uma coisa é certa, nós ganharemos muito.

🙂

 

Momento ímpar brasileiro


O Brasil tem tido as menores taxas de desempregos e segundo economistas, o mercado de trabalho brasileiro se encontra no seu melhor momento nos últimos 15 anos e estamos praticamente a pleno emprego. Mas o que significa “pleno emprego”?

Em Economia, significa que estamos utilizando todos os recursos disponíveis a preços de equilíbrio e, muito embora essa expressão seja bastante utilizada na área econômica, “pleno emprego” em linguagem coloquial tem a ver com todos os trabalhadores e o mercado de trabalho.

Pleno emprego é uma situação em que todos os recursos humanos disponíveis estão sendo utilizados de forma economicamente eficiente, absorvendo a maior quantidade de mão de obra qualificada e não qualificada, que poderia ser utilizada dentro de uma economia em determinado momento.

O restante é o desemprego ficcional, ou seja, a quantidade de desempregados que, em sua maioria, estão em trânsito entre empregos, mas que continuam buscando uma recolocação no mercado de trabalho.

Muitos economistas estimam que o pleno emprego é a quantidade de desemprego ficcional que varia entre 2% e 7% da força de trabalho. Outros dizem que 5% de pessoas desempregadas já caracterizam pleno emprego.

Este número é calculado com base na PEA (População Economicamente Ativa), que compreende o potencial de mão de obra  com que o setor produtivo pode contar, tanto empregados quanto desempregados, mas com potencial para se empregar, trabalhar e produzir.

Nossa PEA hoje gira em torno de 47% da população, ou seja, estamos falando em algo como 91 milhões de brasileiros. Os outros, cerca de 102 milhões, fazem parte da PEI (População Economicamente Inativa), que são as pessoas incapacitadas para o trabalho ou que desistiram de trabalhar, bem como inválidos, estudantes, crianças, pessoas que cuidam de afazeres domésticos e até mesmo os desalentados, que são as pessoas que, muito embora estejam em idade ativa,  já não buscam trabalho.

Mas, então, como anda nossa taxa de desemprego? Muito embora em fevereiro de 2011 ela estivesse em 6,4%, em dezembro de 2010 chegou a apenas 5,3% . Tudo indica que esta taxa continuará girando em torno deste patamar e, a meu ver, tem grandes chances de cair.

Sendo assim, é possível concluir que o Brasil tem hoje aproximadamente 6 milhões de pessoas desempregadas. Pode parecer um número grande ainda, porém podemos considerá-lo pequeno frente ao tamanho do nosso país.

No entanto, com tantos ventos a favor, sem dúvida vivemos um cenário nunca antes vivido na economia brasileira, que, até então, era famosa pela sua alta taxa de desemprego e futuro incerto.

Mas vivemos num momento ímpar. O Brasil é um dos quatro países emergentes do mundo, que formam o bloco hoje em dia conhecido como BRIC: Brasil, Rússia, Índia e China. E ao meu ver é o que mais se destaca e o que vem demonstrando a maior e melhor musculatura econômica dentre todos. Dentre todos aquele que reúne as melhores condições atuais e de futuro para continuar crescendo.

Vou explicar porque, mas antes de falarmos sobre o Brasil, é interessante compreender um pouco mais sobre estes outros três países.

A Índia tem sérios problemas internos. Com mais de um bilhão de habitantes (1.095.351.995 habitantes) a grande maioria é pobre ou miserável e fora dos grandes centros urbanos, o cenário é de pobreza extrema. Além disso, ela está toda subdividida em grupos etnolinguísticos, o que dificulta a fluidez da comunicação interna.

O regime de castas impede a ascensão das classes mais baixas, muito diferentemente do que aconteceu aqui no Brasil com as classes C e D. Quem nasce numa casta ficará nela a vida toda, fazendo com que aqueles que nascem pobres pensem que devem ser pobres pelo resto da vida. Isso complica muito o crescimento deste país, pois muitos deles não têm ambição e se contentam com o que têm. Ou seja, a mudança desta realidade não acontecerá a curto prazo.

Além disso, a Índia é o país com o maior índice de analfabetismo, com 34,9% da população analfabeta (cerca de 350 milhões de habitantes) dentre os quatro do BRIC.

Mesmo com programas de planejamento familiar e de controle da taxa de natalidade, o número de nascimentos continua muito elevado quando comparado com o crescimento econômico capaz de melhorar os padrões de vida da maior parte da população.

Além do fato da Índia ser o segundo país mais populoso do mundo,  estudos apontam que ela irá ultrapassar a China até 2035. No entanto, crescer nestas condições é aumentar ainda mais o problema. Pesquisas indicam que 22% dos miseráveis do mundo estão na Índia. Em resumo, muito embora a Índia seja um país emergente, sua grande miséria rema contra ela e prejudica a aceleração do seu crescimento.

Já a Rússia vem de um longo período de socialismo e, pelo fato de ter ficado tanto tempo fechada para o mundo, também se encontra com grandes problemas, desorganizada internamente e com dificuldades para crescer rapidamente.

Muito embora tenham uma grande extensão territorial, o frio é predominante e chega a ser extremo na maior parte do ano, o que dificulta muito a agricultura. Ainda sofre muito com movimentos de independência por ser uma unificação de povos diferentes e rivais. Tudo isso afasta investidores e dificulta seu crescimento.

A China também sofre com o fato de ter vários grupos etnolinguísticos, que a subdividem internamente. Assim como a Índia, o país encontra dificuldade na fluidez da comunicação interna. Assim como a Rússia, também sofre com movimentos de independência de etnias rivais. No entanto, é um país extremamente populoso e que está mudando seu quadro agora, partindo de um cenário em que a maior parcela da população era muito pobre. Muito embora de grande extensão territorial, necessita importar muita matéria-prima para seu crescimento.

E o Brasil?

Bem, para começar, podemos dizer que o Brasil não sofre com guerras internas, possui um único idioma em toda sua extensão e a maior reserva de água potável do mundo. Além disso, é abundante em riqueza de minérios, sendo um dos maiores exportadores do mundo. Com um clima bom praticamente durante todo o ano e um excelente solo para plantação, é também um dos principais produtores de gêneros alimentícios do mundo. Está praticamente livre de desastres naturais mais severos como terremotos, tsunamis, furacões, tufões ou vulcões.

O Brasil é um país pacífico e não possui inimizade com praticamente nenhuma outra nação. Por ser um país tropical e por ter uma enorme costa marítima, tem muitas praias e uma grande chance de aumentar seu turismo. E, falando em turismo, teremos pela frente o privilégio de sediar uma Copa do Mundo em 2014 e uma Olimpíada em 2016, o que obrigará a melhorar a infraestrutura das principais capitais do país. Nossa economia está estabilizada já há um bom tempo e tem se tornado cada vez mais sólida. Nossa moeda, o real, vem melhorando frente às outras moedas e ficando cada vez mais forte e respeitada.

Além disso, o C6 (EUA, Inglaterra, França, Alemanha, Itália e Japão), grupo dos maiores investidores do mundo, não entende o alfabeto da Rússia, Índia e China.

Também tivemos o privilégio de ser capa das duas edições mais vendidas da revista The Economist, desde 1840, ambas com matérias sobre o Brasil:

De 14 a 20 de novembro de 2009 De 11 a 17 de novembro de 2009
The Economist - Ninguém é mais quintal de ninguém (O crescimento da América Latina)


Por isso, o Brasil tem atraído cada vez mais capital estrangeiro e aumentado o desejo destes em investir em nosso país, quando comparado com Rússia, Índia e China, resultando em mais indústrias e mais construção civil.

E por falar em construção civíl, nosso mercado imobiliário vem crescendo como nenhum outro no mundo e demonstrou um crescimento de mais de 300% no último ano, tendo sido o que mais cresceu dentre todos do mundo!

E por falar em indústrias, estou sendo surpreendido  – eu pelo menos estou – com o bom governo da nossa primeira Presidente da República do sexo feminino, Dilma Rousseff, que de uma maneira discreta, vem se colocando de forma firme frente aos problemas e fazendo bons acordos políticos ao redor do mundo, como, por exemplo, este último acordo com a China, que trará mais 12 bilhões de dólares de investimento para a construção de uma fábrica de iPad aqui no Brasil.

Por todos estes assuntos, o Brasil tem sido cada vez mais notícia ao redor do mundo e Hollywood até fez um filme (desenho) sobre nós, o Rio.

Por tudo isso eu sinto que nossa economia não irá fraquejar, nem tão pouco a geração de empregos parece que vai diminuir e para mim, o Brasil é o país emergente com maior destaque dentre os do BRIC.

Sem dúvida vivemos num momento ímpar e todos nós, brasileiros, podemos comemorar, pois tudo indica que teremos bons anos pela frente.

Frente a toda esta necessidade de mão de obra, a Curriculum tem a oferecer um excelente serviço tanto às empresas que precisam contratar bem, quanto às pessoas que buscam seus novos empregos.

Temos, neste momento, mais de meio milhão de vagas, 6 milhões de candidatos e mais de 100 mil empresas utilizando nosso sistema e isso nos torna o site com a maior oferta de empregos e também a maior base de candidatos da América Latina.

Tudo isso nos orgulha muito, pois nestes tempos de economia aquecida e mão de obra escassa, nossos serviços se tornam cada vez mais importantes e valiosos para as empresas que vêm buscar candidatos aqui na Curriculum, o que impacta e ajuda diretamente nossos candidatos, que são encontrados e conquistam seus novos empregos.

O Silêncio

Pense em alguém poderoso. Essa pessoa briga e grita como uma galinha, ou olha e silencia, como um lobo? Lobos não gritam. Eles têm uma aura de força e poder. Observam em silêncio.
Somente os poderosos, sejam lobos, homens ou mulheres, respondem a um ataque verbal com o silêncio. Além disso, quem evita dizer tudo o que tem vontade, raramente se arrepende por magoar alguém com palavras ásperas e impensadas.

Exatamente por isso, o primeiro e mais óbvio sinal de poder sobre si mesmo é o silêncio em momentos críticos.

Se você está em silêncio, olhando para o problema, mostra que está pensando, sem tempo para debates fúteis. Se for uma discussão que já deixou o terreno da razão, quem silencia e continua a trabalhar mostra que já venceu, mesmo quando o outro lado insiste em gritar a sua derrota.
Olhe. Sorria. Silencie. Vá em frente.

Lembre-se de que há momentos de falar e há momentos de silenciar.  Escolha qual desses momentos é o correto, mesmo que tenha que se esforçar para isso. Por alguma razão, provavelmente cultural, somos treinados para a (falsa) idéia de que somos obrigados a responder a todas as perguntas e reagir a todos os ataques. Não é verdade.

Você responde somente ao que quer responder e reage somente ao que quer reagir. Você nem mesmo é obrigado a atender seu telefone pessoal. Falar é uma escolha, não uma exigência, por mais que assim o pareça. Você pode escolher o silêncio.

Responda com o silêncio, quando for necessário.  Use sorrisos, não sorrisos sarcásticos, mas reais.  Use o olhar, use um abraço ou use qualquer outra coisa para não ter que responder em alguns momentos. Você verá que o silêncio pode ser a mais poderosa das respostas. E, no momento certo, a mais compreensiva e real delas.

Aldo Novak

Cuidados nas festas de fim de ano

Abaixo uma matéria que eu escrevi e que saiu no VocêRH:

CUIDADOS NAS FESTAS DE FIM DE ANO: ATITUDES PODEM PREJUDICAR IMAGEM PROFISSIONAL

Executivo alerta para cuidados a serem tomados durante as celebrações do período

São Paulo, dezembro de 2010 – Chegou o mês em que as empresas realizam as famosas festas de confraternização com direito a jantares e coquetéis, além da famosa e tradicional brincadeira do amigo secreto.

Essa extensão do ambiente de trabalho chama a atenção para cuidados essenciais em relação à atitude dos colaboradores e, para quem preza a carreira, é preciso se atentar a alguns detalhes para não comprometer a imagem dentro da companhia.

“Todos sabemos que é hora de brincar e de se confraternizar, então, faça isso. Nada pior do que não aproveitar estes momentos para realmente aliviar as tensões, fazer novas amizades, conhecer melhor outros companheiros de trabalho e se divertir”, orienta Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum.

O especialista ainda explica que tudo isso pode ser feito dentro de limites do respeito, da decência e do bom-senso. Muitas vezes não é o que acontece. Há quem perde o controle, passa dos limites e, por conta de um espírito “agora vale tudo”, vai além do que se pode considerar adequado.

“O problema é que estas pessoas acabam importunando colegas de trabalho e chegam até a estragar todo o clima da confraternização, além de ficarem marcados para sempre. No melhor dos casos, vira apenas motivo de piada. No entanto, dependendo do ocorrido, pode gerar situações difíceis de serem contornadas no pós-evento, o que acaba prejudicando o relacionamento do colaborador com a empresa e, consequentemente, a própria carreira” , alerta Abrileri.

Nessas situações, o importante é se preocupar com quatro fatores essenciais:

1)    Bom-senso ao tomar bebidas alcoólicas;

2)    Trajes para a(s) festa(s);

3)    Intimidades exageradas com pessoas do sexo oposto (ou mesmo com pessoas do mesmo sexo);

4)    Presentes para o amigo secreto.

Bebidas alcoólicas. O álcool, quando ingerido em grandes quantidades, pode induzir a pessoa a mostrar comportamentos inadequados. Se ela ficou apenas alegre e brincalhona, menos mal. O problema ocorre quando alguns ficam agressivos, colocam coisas que ficaram guardadas durante o ano todo e acabam sendo inconvenientes, ou buscando intimidades com pessoas do sexo oposto, ou do mesmo sexo.

Traje. Pode ser uma roupa mais informal do que a utilizada nos dias de trabalho. Simplicidade e elegância são sempre bem-vindas. Para as mulheres é aconselhável evitar roupas exageradas que possam chamar muita atenção. Isso pode gerar um clima ruim entre as outras colegas.

Intimidades. A fraca administração pessoal com as bebidas alcoólicas somada aos trajes não adequados podem acabar em intimidades que, em situações de lucidez, não aconteceriam. Caso isso venha a acontecer, o melhor é que aconteça muito discretamente e que ambos saibam lidar bem com a situação posteriormente. O problema é quando as coisas não acontecem com discrição ou quando há arrependimento de uma das partes. Situações como estas podem gerar comentários, marcar as pessoas além do risco de criar um clima insustentável dentro da empresa.

Presente. A brincadeira de amigo secreto é realizada em muitas empresas. São necessários alguns cuidados essenciais na hora de comprar o presente. Mesmo que se tenha contato diário com a pessoa, não é aconselhável presentear com produtos como roupas íntimas, perfumes, flores e artigos religiosos. Isso é geralmente feito apenas uma vez no ano, portanto é interessante caprichar na escolha, evitar exageros e fazer deste momento algo que demonstre consideração e carinho para com a outra pessoa. Essa atitude é vista com bons olhos por todos.

“Não podemos esquecer que qualquer festa de confraternização fim de ano da empresa é uma extensão do ambiente de trabalho e muito embora o clima seja mais descontraído, ainda fazemos parte da empresa” conclui o executivo.

http://bit.ly/festas_final_ano

Exercício de Socialismo

Um professor de economia na universidade Texas Tech disse que nunca reprovou um só aluno antes, mas tinha, uma vez, reprovado uma classe inteira.

Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse:

– Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas. Todas as notas serão concedidas com base na média da classe, e portanto serão justas.

Com isso ele quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado sozinho ou que ninguém receberia um “A”, sozinho. Todos teriam sempre a mesma nota, que seria a média da nota da classe.

E todos concordaram.

A primeira prova foi feita e calculando a média final da classe, todos ficaram com um “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos afinal, eles sabiam que iriam tirar notas boas de qualquer forma.

Já aqueles que tinham estudado muito na primeira prova  resolveram que desta vez eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências naturais, acabaram por copiar os hábitos dos preguiçosos.

O resultado da segunda média das provas foi “D”.

Ninguém gostou.

Continuaram o curso com várias reclamações e desentimentos e veio a terceira prova e a média geral foi “E”.

As notas não voltaram mais aos patamares mais altos e as desavenças entre os alunos, buscando por culpados passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe.

De novo a busca por justiça era a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça foi o que passou a imperar naquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala.

E no final, para total surpresa TODOS os alunos repetiram o ano!!!

O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque como acontece na vida real, acabou sendo baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes. Preguiça e mágoas foram os resultados.

“Quando a recompensa é grande”, ele disse, “o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando se elimina as recompensas pelo mérito, mas a recompensa acontece às custas do outro, beneficiando os que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável.”

“É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.

Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar a mais sem receber por isso.

O governo não poderia dar para alguém aquilo que ele tira de outro.

Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, porque ela irá se esforçar?

E quando esta outra metade que trabalha entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a metade que não trabalha, esta desanima.

Então chegamos ao começo do fim de uma nação.

A conclusão final que chegamos é que é impossível multiplicar riqueza dividindo-a sempre com aqueles que não colaboraram para construí-la.

Redes sociais e a seleção de candidatos

A Internet mudou totalmente a nossa forma de interagir com o mundo. Dentre estas mudanças está a maneira de como as empresas buscam candidatos, bem como a forma dos candidatos buscarem emprego.

Até uns anos atrás, o currículo era o único instrumento que os selecionadores tinham para conhecer melhor os candidatos antes de convocá-los para uma entrevista. Hoje em dia isso já é bem diferente!

Com o crescimento das redes sociais, blogs e microblogs, há muita informação adicional sobre uma pessoa ai, distribuída pela net que podem ser muito úteis na hora de conhecer melhor um candidato a uma vaga de emprego.

No entanto, a febre do uso destes sites de networking, bem como a mídia, tem tornado estes sistemas a panaceia para todo tipo de problema, o que não é bem assim.

É fato que tais serviços vêm sendo cada vez mais utilizados para ajudar selecionadores conhecerem melhor seus candidatos e acabaram se tornando uma ferramenta muito interessante como complemento no processo de seleção. É cada vez mais comum os selecionadores, após lerem o currículo de um candidato ou mesmo durante o processo de entrevistas pessoais, partirem em busca de mais informações nos perfis dos candidatos em alguma das várias redes de relacionamento que existem na Internet, para conhecê-los melhor.

Mas, note, estou falando que as redes sociais são úteis e podem ajudar na etapa de seleção, na hora de conhecer melhor os candidatos que já foram previamente encontrados e não estou falando que elas são ferramentas úteis para encontrar candidatos.

Definitivamente as redes sociais não são o melhor lugar para buscá-los. Existem sites desenvolvidos especialmente para isso e que não só concentram um número muito maior de candidatos dentro de vários perfis como também têm ferramentas de busca especialmente desenvolvidas para encontrá-los.

Por exemplo, em redes sociais, as pessoas não cadastram uma série de informações que são importantes na hora de se buscar um candidato, tais como formação, experiências profissionais, fluência em idiomas, cursos e várias outras coisas que só existem em currículos.

O ponto é, cada ferramenta tem a sua aplicação. Fazendo um comparativo, martelo serve para martelar e alicate para segurar e apertar. Dá até para pregar um prego com um alicate, mas sem dúvida não é a melhor ferramenta para isso. Ou ainda é como querer pescar com um rifle. Você pode até conseguir pegar um ou outro peixe, mas não é a ferramenta ideal para pescar. Muito melhor sair com vara, anzol e iscas.

Lançando mão de outro exemplo, se você é uma empresa de São Paulo e estiver precisando de uma secretária para um diretor, com bons conhecimentos de inglês e espanhol, superior completo e alto nível de organização, você pode até pedir uma indicação numa rede social e talvez até receba algumas indicações. Mas nada será comparável a busca em um site especializado. Por exemplo, na Curriculum, se você fizer esta pesquisa, encontrará, num simples clique, mais de 600 currículos dentro deste perfil. Veja: http://bit.ly/secretaria_exemplo_1

Percebe a brutal diferença entre uma ferramenta e outra, e a força para encontrar candidatos que um site de recrutamento online tem nesta hora?

Ou seja, até dá para achar um ou outro candidato nas redes sociais, mas definitivamente não é a melhor ferramenta para isso! Da mesma forma como sites de currículos não são o melhor lugar para fomentar o relacionamento com amigos. Cada site foi desenvolvido e é estruturado para um propósito, cumpre bem sua própria, não tendo sido desenvolvido para atender outras necessidades.

No entanto, faço duas exceções a esta regra.

A primeira é que as vezes estamos com muita dificuldade de encontrar um certo perfil muito específico. Já procuramos em vários sites de recrutamento online e não encontramos. Nesta hora, talvez você possa até utilizar as redes sociais para auxiliá-lo a encontrar o candidato desejado. No entanto, lembre-se que ao divulgar esta sua vaga, provavelmente terá que lidar com inúmeros currículos fora do perfil desejado, o que irá consumir tempo e poderá lhe deixar em algumas saias justas.

O segundo ponto importante é que, ao desencorajar as empresas a buscarem profissionais em redes sociais, não estou dizendo que isto se aplica aos candidatos. Para candidatos a história é outra. Distribuir o currículo em redes sociais é, sim, uma forma de se divulgar ao mercado quando estiver procurando uma recolocação profissional. A diferença existe porque existem muitos processos acontecendo que não são divulgados. Portanto, ao procurar um emprego, divulgue seu currículo o mais amplamente possível, pois nunca se sabe de onde poderá surgir uma oportunidade de emprego. Lógico que o lugar onde as probabilidades de você encontrar sua recolocação são maiores, são os sites de recolocação profissional online, como a Curriculum, mas nunca se sabe onde é que sua semente (seu currículo) poderá brotar.

Em resumo, as redes sociais vieram para fomentar as redes de relacionamentos e trazem informações que podem auxiliar e complementar o processo de seleção vendo um pouco mais sobre os interesses do candidato, suas atividades e opiniões. Servem também como um apoio em processos mais difíceis, quando não se encontra o perfil desejado e para os candidatos são também uma forma de divulgar seu perfil para o mercado ao buscar uma recolocação profissional. Mas não são a ferramenta ideal para se buscar candidatos, para este fim, existem os sites de Recrutamento Online.

E por fim, fica uma dica valiosa: muito cuidado com seus perfis em redes sociais, pois eles poderão tanto ajudá-lo a conquistar um emprego, como também poderão prejudicá-lo profissionalmente. Queira ou não, o perfil reflete a personalidade e a imagem da pessoa não só para conhecidos, amigos, familiares, mas também para desconhecidos e selecionadores.

Relacionamentos e as diferenças entre homens e mulheres

Depois de alguns relacionamentos eu já estou há um bom tempo pensando em escrever  algo sobre as diferenças entre homens e mulheres e sobre relacionamentos.

Talvez eu ainda faça isso, mas por hora, algo me contentou bastante.

Acabei tomando conhecimento de um pastor americano chamado Mark Gungor.

Ele ministra seminários sobre o casamento e é hoje um dos mais requisitados palestratantes sobre matrimônio dos Estados Unidos.

De uma forma muito sincera mas também muito bem humorada ele trata dos problemas delicados entre homens e mulheres.

Com ilustrações geralmente muito engraçadas, ele explica para os casais como se conhecer melhor, conhecer melhor seu parceiro e como lidar com os problemas do casamento.

Se quiser conhecer um pouco mais sobre ele, ai vai o site dele:

http://www.laughyourway.com

A ai embaixo, dois vídeos que mostram um pouco do trabalho de Mark Gungor:

Interesse Sexual Masculino

Cérebro Masculino e Cérebro Feminino


E se quiser ficar ligado nas novidades dele, ai vai o canal dele do YouTube:

http://www.youtube.com/LaughYourWay

É isso ai, tá dada a dica

😉

Como fazer um bom currículo

Você já deve ter lido centenas de textos e guias sobre como elaborar um bom currículo, mas aqui estão algumas dicas que com certeza são novas para você e vão ajudar a deixar seu currículo ainda melhor!

Primeiro é importante que você saiba quais são os principais objetivos de um currículo:

1. Atrair a atenção do RH

Em meio a milhares de currículos que o selecionador de RH recebe todos os dias, fazer com que ele se interesse exatamente pelo SEU currículo é o primeiro passo.

2. Manter o selecionador interessado na leitura

Após despertar o interesse do selecionador de RH pelo seu currículo, você precisa fazer com que ele continue querendo ler seu currículo até o fim.

3. Ser convocado para a entrevista

Após o selecionador de RH ter lido totalmente o seu currículo, você só será convocado para a entrevista se o selecionador tiver tido uma boa impressão e gostar do que leu. Se suas experiências estiverem condizentes com seus objetivos profissionais, se o currículo está bem escrito, sem erros de português, entre muitos outros fatores que vou comentar neste post.

Pensando nisso, desenvolvi uma forma bastante prática para construir um bom currículo.

Primeiramente vamos dividir o currículo em duas partes:

  1. Identificação, dados pessoais e dados de contato
  2. Dados de formação e da sua vida profissional

A primeira parte é bem simples e fácil. Vamos deixar o nome sozinho, numa linha e escrevê-lo com fonte número 12.

Abaixo do nome colocaremos os outros dados, divididos em duas colunas, uma alinhada à esquerda e outra à direita. Vamos utilizar aqui fonte número 10.

Faça uma linha de divisão entre a parte 1 e 2 e vamos agora para a segunda parte.

Comece a segunda parte com seu Objetivo Profissional. Ele deverá estar sozinho na linha e ser escrito com uma fonte maior do que a do seu nome. Vamos utilizar aqui o tamanho 14 para fonte.

Agora, vamos subdividir estes próximos textos em cinco grandes grupos, sendo eles:

  • Grupo 1: Principais Qualificações
  • Grupo 2: Formação e Experiências profissionais
  • Grupo 3: Idiomas, cursos e informática
  • Grupo 4: Prêmios, viagens e trabalhos voluntários
  • Grupo 5: Observações ou Informações Adicionais

Relembrando os três objetivos que o currículo precisa atingir e fazendo um paralelo com o que já dissemos até agora:

As informações do Grupo 1 servem para atrair a atenção do selecionador para o seu currículo e criar nele a vontade de continuar lendo.

Os outros grupos (de 2 a 5) são relacionados ao objetivo número 2, que é manter a atenção do selecionador, e a ordenação destes grupos serve para apresentar as informações de acordo com a relevância de cada assunto. As informações mais relevantes aparecem primeiro. Com isso, continuamos mantendo a atenção do selecionador para a leitura total do currículo.

Por fim, a informação que estiver contida no currículo e a forma como esta foi escrita é que despertará, ou não, o interesse do selecionador para chamá-lo a uma entrevista presencial.

Veja no gráfico abaixo uma ilustração que demonstra a estrutura básica de um currículo:


Coloque no Grupo 1 seus pontos mais fortes, pode ser sua formação, ou uma de suas experiências profissionais, ou um prêmio importante, uma viagem, enfim, qualquer coisa que esteja muito alinhada com o seu objetivo profissional e que seja muito relevante para o cargo pretendido.

Já nos grupos 2, 3 e 4, você pode alterar a ordenação das informações que estão dentro de cada grupo. Por exemplo, no Grupo 1, se você tiver pouca experiência profissional e uma boa formação, deixe a Formação em primeiro lugar e a experiência em segundo. Já, se você tiver mais idade e sua experiência profissional for bastante relevante, coloque as experiências profissionais primeiro e só depois, a sua formação acadêmica.

Faça o mesmo com os outros grupos, ordene-os internamente de acordo com as suas informações mais relevantes.

Veja um exemplo de um currículo construído sob este formato: http://curriculo.com.br/exemplo

Se desejar expor seu currículo da mesma forma como o currículo acima apresentado, clique aqui.

Com um currículo bem estruturado suas chances para ser convocado para a entrevista, aumentam.

Foi chamado?

Parabéns!

Seu currículo cumpriu a sua função.

Agora aproveite este encontro presencial com o selecionador, se venda corretamente e conquiste seu novo emprego.

Boa sorte!

Cala a boca Galvão #calabocagalvao

Acho que todo mundo já ouviu falar sobre isso, “Cala boca Galvão”.

E sei que estou falando de algo que já é notícia desde a semana passada, mas como muita gente vem me perguntando sobre o assunto, por ele ainda está super fresquinho, por ele ainda estar acontecendo e pelo fato ser realmente muito interessante, achei que seria legal falar sobre este caso.

Bem, no Twiiter, existem as HashTags, que são palavras que as pessoas colocam, quando querem que seu comentário seja referenciado e indexado sob um assunto específico.

Por exemplo, na época que queriam tirar o Sarney da política, todos os posts sobre este assunto levavam a HashTag #forasarney

Agora, na época da copa, muita gente coloca a HashTag #copa, quando “twittam” algo sobre a copa.

O Twitter cria um ranking destas HashTags, e as mais recorrentes figuram na primeira página do Twitter.

Desta forma, todo mundo fica sabendo qual é o assunto que mais esta sendo comentado no Twiiter.

Bem, agora que você já sabe um pouco mais sobre o que é HashTag e como elas funcionam, como você explica que a HashTag #calabocagavao, vem figurando no primeiro lugar do Twitter?

Tá certo que o número de brasileiros no Twitter já é bem significativo, mas competimos com o mundo todo.

Como uma HashTag vem conseguindo a primeira posição do Twitter?

Este é que é o fato interessante!

Bem, tudo começou quando uma pessoa começou a publicar seus comentários contra os comentários do locutor da Globo, o Galvão Bueno e a colocar a HashTag #calabocagalvao.

Ai, estrangeiros vendo esta HashTag, queriam saber o que isto significava, o que queria dizer.

Olha só a explicação que os brasileiros deram:

Eles disseram que “cala boca” significa “salve” “proteja” e que galvao é uma ave em extinção.

Disseram que no carnaval suas penas são muito utilizadas e também com o desmatamento e outras ações que o homem tem feito contra a natureza, estão dizimando os “galvaos”.

Mas disseram mais, disseram também que foi criado o Instituto Galvao, para proteger estas aves da extinção e que, se você twitasse qualquer coisa e colocasse a HashTag, #calabocagalvao, a Instituição Galvão receberia US$ 0,10 como doação.

Entendeu?

😐

Fizeram até um pôster para explicar isto, veja:

E também um vídeo super bem produzido, veja:

Bem, ai não preciso dizer mais nada, né?

O mundo inteiro saiu twitando #calabocagalvao, para salvar as aves da extinção e a HashTag #calabocagalvao ganhou o primeiro lugar no Twiiter.

E quer saber? Continua na primeira posição!!!

Neste exato instante (16 de Junho de 2010 as 19:00 horas), a HashTag #calabocagalvao continua figurando na primeira posição no Twitter, veja:

É mole?

😐

E acho que isto não vai mudar tão cedo, pois agora, o mundo inteiro quer salvar os “galvãos” !!!

rsrsrsr

Se você quiser acompanhar o que estão postando com esta HashTag, acompanhe aqui:

http://twitter.com/#search?q=%23calabocagalvao

Não tem jeito, o brasileiro é mesmo MUITO CRIATIVO, não é?

rsrsrs

Será que o Galvão agora vai se tocar e conseguir falar menos besteira?

:-\

rsrs

😉

Xau

Que filho você é?

Que filho você é?

Era uma vez, muito tempo atrás, um homem bastante rico e muito sábio, que vivia na região do Oriente Médio. Preocupado com quem o sucederia como líder da família, deu um desafio a cada um de seus três filhos. Na verdade, uma tarefa bastante simples.

Ele foi a um de seus filhos e disse:

– Filho meu, vá até os mercadores do norte e compre azeitonas para os nossos próximos três meses.

O filho número 1 foi prontamente, em pouco tempo estava de volta e disse:

– Meu pai, eles têm azeitonas verdes graúdas e verdes normais. Tem também azeitonas pretas e roxas. Quais destas devo comprar?

O pai respondeu então ao filho número 1:

– Muito obrigado, meu filho, não precisa mais se preocupar, deixe que eu resolvo isso agora.

Ele se dirigiu então ao seu segundo filho e disse:

– Filho meu, vá até os mercadores do leste e compre azeitonas para os nossos próximos três meses.

O filho número 2 foi prontamente. Em pouco tempo estava de volta e disse:

– Meu pai, eles têm azeitonas verdes graúdas e verdes normais. Tem também azeitonas pretas e roxas. Optei comprar as pretas e aqui estão elas, em quantidade suficiente para os nossos próximos três meses.

O pai respondeu então ao filho número 2:

– Muito obrigado, meu filho, por ter cumprido a tarefa que lhe foi dada.

Mas o pai ainda tinha mais um filho e, dirigindo-se a este último, disse:

– Filho meu, vá até os mercadores do sul e compre azeitonas para os nossos próximos três meses.

O filho número 3 foi prontamente. Em pouco tempo estava de volta e disse:

– Meu pai, eles têm azeitonas verdes graúdas e verdes normais. Tem também azeitonas pretas e roxas. Mas fui também até os mercadores do norte e do leste, comparei os preços e a qualidade das azeitonas e percebi que a qualidade e os preços das azeitonas pretas dos mercadores do norte eram os melhores dos três. Percebi também que as azeitonas roxas estavam muito caras nos três mercadores, porque estamos totalmente fora de época para este tipo de azeitona. Soube também que daqui a apenas um mês começará a estação de colheita das azeitonas verdes. Também, antes de sair, fui até as nossas mulheres e tomei conhecimento de quais azeitonas mais utilizávamos e para que fim. Aprendi que utilizamos as verdes para fazer azeite e as pretas e roxas para cozinhar. Soube também que ainda temos azeite para mais de dois meses. Desta forma, não comprei azeitonas roxas por estarem fora de época e muito caras, mas trouxe azeitonas pretas para os próximos três meses e as comprei dos mercadores do norte, pois tinham as melhores azeitonas no melhor preço. No entanto, devo voltar daqui a um mês para comprar azeitonas verdes, quando estarão na sua época e sua qualidade estará bem melhor e com preços também melhores.

O pai respondeu então ao filho número 3:

– Muito obrigado, meu filho, e meus parabéns por sua sabedoria e atitude! Saiba que hoje você fez de mim um pai muito orgulhoso.

Bem, em sua opinião, qual dos três filhos herdará o direito de governar a família deste patriarca?

Sem dúvida, será o filho número 3!

Eu criei esta ilustração para tentar mostrar, de forma clara, três tipos de colaboradores que temos nas empresas.

O filho número 1 é aquele colaborador que, ao receber uma tarefa, não só não a resolve como volta para o seu gestor com outro problema.

O filho número 2 é aquele colaborador que faz o que lhe pede, mas para por aí.

Já o filho número 3 é aquele colaborador que não só ouve e compreende o que lhe foi pedido, mas vai além e, agindo dentro do escopo do que lhe foi pedido, tenta compreender todo o cenário, buscando sempre a melhor solução e, agindo de maneira proativa, faz o que lhe foi pedido da melhor maneira possível.

Este “filho número 3” é o tipo de colaborador que toda empresa deseja ter hoje em dia. Em tempos modernos, em que o diferencial competitivo está cada vez mais nas pessoas, colaboradores como o “filho número 3” podem significar a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma empresa.

E você, que filho você é?