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Hoje a Curriculum comemora 12 anos de vida!

Foram 12 anos de muito aprendizado e conquistas, mas também de momentos difíceis e muita superação.

Como expressar o que aconteceu nestes 12 anos? Muito difícil. Então, achei que ao menos seria interessante fazer um timeline dos principais acontecimentos:

1999 – Em 28 de março de 1999 coloquei o site no ar, depois de ter trabalhando por cerca de 8 meses na ideia que fundamenta a Curriculum: criar a maior vitrine de profissionais do Brasil. Começamos a ser procurados por fundos de investimentos concorrentes entre si.

2000 – No início do ano de 2000, o interesse pela Curriculum atingiu seu auge e, quando quase estava fechando com a Merrill Lynch, acabei aceitando uma contraproposta do Bank of America, que analisou a Curriculum e desejou investir nela, após ter avaliado mais de 1.500 projetos de Internet da América Latina. Partimos para a expansão, e o objetivo era levar o site a todo o mundo, começando com Brasil, Argentina, Chile e México. No entanto, com o estouro da bolha da Internet, nosso investidor nos largou aos 44 minutos do segundo tempo e ficamos sem o aporte. Tendo gastado muito dinheiro, lá estava eu cercado de dívidas e com enormes dificuldades para continuar a empresa.

2001 – Nessa época, quando você dizia que trabalhava com Internet, era como falar um palavrão, e que você era ladrão. Internet tinha virado sinônimo de espertalhões que pegam dinheiro de investidores vendendo sonhos. Não havia chance nenhuma de qualquer ajuda financeira por parte de investidores. Mesmo diante de muitas dificuldades e com plena convicção de que a Curriculum tem um ótimo futuro, criei o Sistema UCN – Unique Curriculum Number – que administra as bases de empresas de forma organizada e única, separadamente da base da Curriculum. Infelizmente, em 11 de setembro caíam as torres nos EUA, o mundo parava e as vendas não aconteciam.

2002 – Foi ano de eleição, e Lula era um forte candidato. Com isso, o risco Brasil foi às alturas, passando à marca dos 1.200 pontos, e o dólar passou dos R$ 4,00. Tempos difíceis. Em meio a tantas dificuldades, voltamos nossas atenções aos candidatos e criamos diversos serviços para melhor atendê-los. Internet ainda era um mico.

2003 – Foi um ano de muitas mudanças no cenário mundial e também no nacional. Com a posse de Lula como presidente do país, o mercado nacional ficou parado, preocupado com o que ia acontecer, mas continuamos a trabalhar cada vez mais para ajudar a recolocação de candidatos no mercado de trabalho. E a Internet continuava totalmente desacreditada. Os negócios aconteciam só no mundo real, no bricks and mortar (tijolo e cimento).

2004 – Ano difícil também, mas aí, no segundo semestre, o Google fez seu IPO e o mundo começa a olhar de novo para a Internet. Fomos abordados por um possível investidor, mas não estávamos preparados para isso. Voltei para o Business Plan e percebi que poderia fazer algo bem diferente.

2005 – Tendo conseguido um fôlego financeiro, criei e lancei o modelo grátis, que fez a Curriculum ser o primeiro site de e-recruitment do mundo a oferecer cadastro de currículo e candidatura a vagas grátis para candidatos e anúncio de vaga e pesquisa de currículos grátis para as empresas.

2006 – Tentando aprender como trabalhar sob o modelo grátis, desenvolvemos ferramentas opcionais para candidatos e empresas melhorarem seus desempenhos no site. Além disso, criamos o Consultor Virtual, serviço gratuito que dá dicas de recolocação profissional para os candidatos. Os números começaram a aparecer.

2007 – Vislumbrando muitos lançamentos e crescimento, mudamos de escritório e lançamentos o Veezux, um administrador de processos seletivos, e depois o Curriculum Busca, o “Google” dos currículos.

2008 – Ano de reestruturação interna e pouca coisa a mostrar ao mercado. Tentativas de mudança, mas que não deram certo. Ano de muita aprendizagem.

2009 – Depois do que aprendemos em 2008, voltamos às origens e retomamos muitas coisas que havíamos deixado cair em 2008. Reiniciamos uma nova reestruturação interna.

2010 – Lançamento do Meu Currículo Online, um serviço que acompanha a tendência de recrutamento online e a força da Internet e das redes sociais como meio de seleção de profissionais. Continuamos a arrumar a casa internamente.

2011 – Agora, com muita alegria e orgulho comemoramos nosso aniversário de 12 anos e em breve teremos muitas novidades a mostrar.

Com toda essa história e experiência, a Curriculum se consolidou como o maior e melhor site de empregos do Brasil.

  • Estamos hoje com mais de 5,9 milhões de currículos cadastrados;
  • Com mais de 100 mil empresas;
  • Foram mais de 3,5 milhões de vagas anunciadas desde 2010;
  • E estamos mantendo uma média de mais de 400 mil anúncios de vagas.

Tais números criam uma dinâmica que nos dá os seguintes números e tempos:

  • Uma busca por candidato a cada 32 segundos;
  • Um currículo visualizado a cada 3 segundos;
  • Um currículo cadastrado a cada 37 segundos;
  • E um profissional informa que foi contratado a cada 2 minutos (este é o número que mais me anima e um dos principais fatores que me motivam a trabalhar).

Além disso, o Sistema UCN, criado em 2001 e que abriga todas as bases de currículos de clientes da Curriculum, ultrapassou a marca de 7,5 milhões de currículos não duplicados.

Por tudo isso, eu e toda a equipe da Curriculum estamos muito felizes e satisfeitos com esses resultados e trabalharemos sempre para continuar ajudando candidatos a se recolocarem no mercado e ajudando as empresas a encontrarem os melhores talentos para a sua equipe.

Curriculum, há 12 anos iluminando talentos.


Redes sociais e a seleção de candidatos

A Internet mudou totalmente a nossa forma de interagir com o mundo. Dentre estas mudanças está a maneira de como as empresas buscam candidatos, bem como a forma dos candidatos buscarem emprego.

Até uns anos atrás, o currículo era o único instrumento que os selecionadores tinham para conhecer melhor os candidatos antes de convocá-los para uma entrevista. Hoje em dia isso já é bem diferente!

Com o crescimento das redes sociais, blogs e microblogs, há muita informação adicional sobre uma pessoa ai, distribuída pela net que podem ser muito úteis na hora de conhecer melhor um candidato a uma vaga de emprego.

No entanto, a febre do uso destes sites de networking, bem como a mídia, tem tornado estes sistemas a panaceia para todo tipo de problema, o que não é bem assim.

É fato que tais serviços vêm sendo cada vez mais utilizados para ajudar selecionadores conhecerem melhor seus candidatos e acabaram se tornando uma ferramenta muito interessante como complemento no processo de seleção. É cada vez mais comum os selecionadores, após lerem o currículo de um candidato ou mesmo durante o processo de entrevistas pessoais, partirem em busca de mais informações nos perfis dos candidatos em alguma das várias redes de relacionamento que existem na Internet, para conhecê-los melhor.

Mas, note, estou falando que as redes sociais são úteis e podem ajudar na etapa de seleção, na hora de conhecer melhor os candidatos que já foram previamente encontrados e não estou falando que elas são ferramentas úteis para encontrar candidatos.

Definitivamente as redes sociais não são o melhor lugar para buscá-los. Existem sites desenvolvidos especialmente para isso e que não só concentram um número muito maior de candidatos dentro de vários perfis como também têm ferramentas de busca especialmente desenvolvidas para encontrá-los.

Por exemplo, em redes sociais, as pessoas não cadastram uma série de informações que são importantes na hora de se buscar um candidato, tais como formação, experiências profissionais, fluência em idiomas, cursos e várias outras coisas que só existem em currículos.

O ponto é, cada ferramenta tem a sua aplicação. Fazendo um comparativo, martelo serve para martelar e alicate para segurar e apertar. Dá até para pregar um prego com um alicate, mas sem dúvida não é a melhor ferramenta para isso. Ou ainda é como querer pescar com um rifle. Você pode até conseguir pegar um ou outro peixe, mas não é a ferramenta ideal para pescar. Muito melhor sair com vara, anzol e iscas.

Lançando mão de outro exemplo, se você é uma empresa de São Paulo e estiver precisando de uma secretária para um diretor, com bons conhecimentos de inglês e espanhol, superior completo e alto nível de organização, você pode até pedir uma indicação numa rede social e talvez até receba algumas indicações. Mas nada será comparável a busca em um site especializado. Por exemplo, na Curriculum, se você fizer esta pesquisa, encontrará, num simples clique, mais de 600 currículos dentro deste perfil. Veja: http://bit.ly/secretaria_exemplo_1

Percebe a brutal diferença entre uma ferramenta e outra, e a força para encontrar candidatos que um site de recrutamento online tem nesta hora?

Ou seja, até dá para achar um ou outro candidato nas redes sociais, mas definitivamente não é a melhor ferramenta para isso! Da mesma forma como sites de currículos não são o melhor lugar para fomentar o relacionamento com amigos. Cada site foi desenvolvido e é estruturado para um propósito, cumpre bem sua própria, não tendo sido desenvolvido para atender outras necessidades.

No entanto, faço duas exceções a esta regra.

A primeira é que as vezes estamos com muita dificuldade de encontrar um certo perfil muito específico. Já procuramos em vários sites de recrutamento online e não encontramos. Nesta hora, talvez você possa até utilizar as redes sociais para auxiliá-lo a encontrar o candidato desejado. No entanto, lembre-se que ao divulgar esta sua vaga, provavelmente terá que lidar com inúmeros currículos fora do perfil desejado, o que irá consumir tempo e poderá lhe deixar em algumas saias justas.

O segundo ponto importante é que, ao desencorajar as empresas a buscarem profissionais em redes sociais, não estou dizendo que isto se aplica aos candidatos. Para candidatos a história é outra. Distribuir o currículo em redes sociais é, sim, uma forma de se divulgar ao mercado quando estiver procurando uma recolocação profissional. A diferença existe porque existem muitos processos acontecendo que não são divulgados. Portanto, ao procurar um emprego, divulgue seu currículo o mais amplamente possível, pois nunca se sabe de onde poderá surgir uma oportunidade de emprego. Lógico que o lugar onde as probabilidades de você encontrar sua recolocação são maiores, são os sites de recolocação profissional online, como a Curriculum, mas nunca se sabe onde é que sua semente (seu currículo) poderá brotar.

Em resumo, as redes sociais vieram para fomentar as redes de relacionamentos e trazem informações que podem auxiliar e complementar o processo de seleção vendo um pouco mais sobre os interesses do candidato, suas atividades e opiniões. Servem também como um apoio em processos mais difíceis, quando não se encontra o perfil desejado e para os candidatos são também uma forma de divulgar seu perfil para o mercado ao buscar uma recolocação profissional. Mas não são a ferramenta ideal para se buscar candidatos, para este fim, existem os sites de Recrutamento Online.

E por fim, fica uma dica valiosa: muito cuidado com seus perfis em redes sociais, pois eles poderão tanto ajudá-lo a conquistar um emprego, como também poderão prejudicá-lo profissionalmente. Queira ou não, o perfil reflete a personalidade e a imagem da pessoa não só para conhecidos, amigos, familiares, mas também para desconhecidos e selecionadores.

A web morreu mesmo?

Segundo a Wired, revista americana das mais influentes em tecnologia no mundo, a resposta é sim.

Ela mostra na capa deste mês um título que impressiona:

A web está morta (The Web is dead)

Vou então fazer este post em 3 partes: na primeira parte, vou fazer um overview da matéria; na segunda, vou dar minha opinião sobre o assunto e na terceira, vou fazer um comentário final.

Vamos então para o overview da matéria…

Para entendermos melhor isso tudo, é preciso antes contextualizar um pouco essa história.

A Internet é muito mais do que web, e isso não está querendo dizer que a Internet está morta, mas sim, que a web, uma parte da Internet, é que está morta. Eu prefiro dizer está morrendo, ou mesmo, está perdendo o valor que já teve um dia.

E só para não haver mal entendidos, Internet é a conexão existente entre computadores e suportada pelo protocolo TCP/IP.

Fazendo uma ilustração, esta conexão física e este protocolo formam algo como uma rodovia asfaltada, por onde passam vários tipos de veículos: caminhões, ônibus, carros, motos, etc. Cada veículo que trafega na rodovia pode ser comparado a um serviço: email, voip, web, etc.

A Web são as páginas que você acessa com o seu navegador (browser). Existem muitos outros tipos de tráfego que também precisam da Internet (da rodovia) mas que não acontecem através do navegador, como por exemplo serviços como Messenger, Skype, e-mails quando lidos pelo Outlook e aplicativos que você utiliza no iPhone ou iPad.

O que essa matéria está querendo dizer é que a web, a parte da Internet que você acessa através do seu navegador ou browser, está morrendo. E aqui há ainda outro ponto que precisa ser considerado: o navegador está sendo utilizado cada vez mais apenas para chegar a sites que oferecem serviços específicos e fechados.

Na hora em que acessamos estes sites, muito embora estejamos dentro do navegador, não estamos mais necessariamente na World Wide Web, mas dentro daquele site específico, e muitas vezes despendemos horas dentro dele, como por exemplo o Twitter, Facebook, Orkut ou mesmo a Curriculum.

A Curriculum é um excelente exemplo disso. Na Curriculum uma empresa se loga de manhã em busca de currículos e muitas vezes fica o dia todo. Ela não está na web, mas na Curriculum, um serviço específico que faz uso do navegador como um software client side.

O gráfico abaixo demonstra claramente o declínio da Internet. Na horizontal você tem uma linha de tempo e, na vertical, a parcela que cada serviço anda consumindo do total do tráfego da Internet nos EUA.

Veja o claro declínio da web, chegando próximo de 23% de utilização:

Numa rápida análise do gráfico acima, note que em 1990 a web não significava nada (vermelho), pois ela nem sequer existia. Aí ela nasce e tem seu pico no ano de 2000. Desde então, entra em declínio. Outros serviços como o FTP (laranja) e newsgroup (rosa claro) já praticamente morreram ou significam muito pouco do todo. Já o vídeo (rosa escuro) nasce por volta de 1995, cresce um pouco mais a partir de 2000, mas pega força mesmo por volta de 2006.

Mas é muito importante lembrar que neste espaço dedicado à web no gráfico acima ainda se incluem todos os serviços fechados, já mencionados antes, tais como Twitter, Facebook, Orkut ou mesmo a Curriculum. Segundo a matéria, o tráfego que estes sites vêm gerando cresce a cada ano, e acho que ninguém discorda disso. Afinal, quem hoje não tem Orkut, Facebook ou não despende muitas horas em sites deste tipo?

Segundo a Compete, uma empresa de análise da web, em 2001 estes sites fechados significavam 31%, em 2006 representavam 40% e agora em 2010 eles formam 75%. Ou seja, 75% destes 23%, algo como 18%, não é web propriamente dita. Em outras palavras, a web parece ter apenas algo como 5% do tráfego da Internet de hoje.

O maior impacto disso é que este é um mundo onde o Google não tem atuação alguma e que ele não pode rastrear e indexar. E é um mundo que oferece vários serviços e que vem agregando cada vez mais pessoas que muitas vezes gastam muitas horas do dia em detrimento do resto da web, e pelo que parece, é aparentemente para onde todos estamos indo.

O Facebook, por exemplo, é um destes sites fechados onde o Google não consegue atuar e que já o ultrapassou em volume de tráfego, páginas visitadas, tempo despendido, etc.  E conta agora, na data em que escrevo este post, com nada menos que meio bilhão de usuários! É muita gente! E como se não bastasse, temos um número cada vez mais crescente de pessoas que acessam a Internet através de dispositivos móveis, como o celular, por exemplo, e neles há cada vez mais aplicativos que oferecem serviços que não fazem parte da web, portanto não são acessíveis ao Google.

O problema também é que, de um lado, enquanto as empresas estão aprendendo cada vez mais a aparecer no Google sem precisar investir em SEO e os usuários paralelamente fogem cada vez mais dos links patrocinados SEM, de outro, muita gente está aprendendo a ganhar dinheiro com aplicativos para iPhone e iPad. Está surgindo uma infinidade deles. E a Apple, que é dona do hardware, do software, dos aplicativos, vende música e mais várias outras coisas, está batendo cada vez mais forte no Google. E o Facebook, hoje o maior site e a maior comunidade da Internet, também vem oferecendo vários aplicativos dentro do seu site e segurando cada vez mais o usuário também dentro do seu site. Quem não brincou de FarmVille ou Mafia Wars? Tudo isso afeta demais o uso e o futuro da Internet. Uma das maiores encrencas de toda essa brincadeira é o impacto que tudo isso causa lá em Wall Street, pois quando dizemos que a web está morrendo, damos a entender também que o Google está perdendo sua força e, consequentemente, seu valor. Isso traz várias consequências, pois impacta todo o mercado de ações e o apetite de se investir em Internet. Uma matéria de capa como esta, da Wired, sem dúvida deve ter feito muitos investidores tremerem de medo, e há de se tomar muito cuidado, pois estes rumores e burburinhos afetam todo o mercado. Todos viram a queda, ou melhor, o despencar que a Internet teve em 2000. Por isso, há de se ter muita cautela ao se dizer coisas como estas.

E agora vou dar a minha opinião sobre ela …

Diante de todo este quadro aterrorizante que a Wired abordou é importante que duas coisas sejam ditas:

A primeira é que, a meu ver, a web sempre continuará existindo. Dizer que ela está morta é um exagero que pode até ajudar a vender revistas, mas que não retrata a verdade. Ao analisar aquele gráfico lá em cima e ver que ela saiu de uma presença de 50% de tráfego em 2000 para menos de 25% hoje, muito embora seja verdade, pode oferecer uma forma bastante distorcida de leitura, pois hoje a Internet é muito maior do que em 2000. Os 25% de hoje, com certeza, são muito mais do que os 50% de 2000.

Para mim, o gráfico deveria ser mais ou menos assim:

E este gráfico nem mostra o crescimento real da Internet que foi muito, mas muito maior do que este. Mas se eu fosse querer demonstrar o real crescimento, ele ficaria ilegível demais e eu precisaria produzir outra imagem. Então, utilizei a mesma imagem de cima e fiz algo livre de parâmetros reais, mas só para demonstrar o que deveria significava ser 50% da Internet em 2000 versus ser 23% da Internet em 2010. Sem dúvida significa muito mais ser 23% em 2010 do que 50% em 2000.

Ou seja, uma coisa é analisar a porcentagem do tráfego, outra é analisar os números absolutos.

O outro ponto é que percebemos claramente que quase 50% do tráfego de hoje é consumido com vídeos. No entanto um vídeo consome muita banda, e a quantidade de bytes de um vídeo muitas vezes é similar a centenas de páginas web. Ou seja, há ainda muita página web na Internet e este número cresce a cada dia. Vale lembrar também que o grande líder deste tráfego de vídeo é o YouTube, que é do Google. Ou seja, o Google também ainda está muito vivo e atuante.

É fato também de o Facebook, Twiter, Orkut, LinkedIn, Curriculum e vários outros sites similares estarem crescendo e roubando a cena, e nos levando cada vez mais para dentro deles. Mas acho que a web como conhecemos ainda continuará a existir e a crescer, e muito embora percentualmente possa até significar cada vez menos do tráfego total da Internet, em termos de números absolutos continuará crescendo sempre.

Agora meu comentário final…

Este mundo da tecnologia é mesmo muito louco. Eu me lembro, bem lá atrás, quando a IBM era o grande player de tecnologia, uma gigante que fabricava computadores e mainframes. Quando ninguém imaginava que ela poderia sofrer qualquer abalo, veio a Apple com seus pequenos computadores pessoais e roubou a cena. Mas logo em seguida vi a Microsoft com seus sistemas operacionais DOS e depois o Windows e o pacote Office roubar a cena e se tornar gigante, a maior empresa de tecnologia do mundo, fazendo do seu dono o homem mais rico do mundo por vários anos consecutivos. Mas a Microsoft desdenhou da Internet em 1996 e, no livro “A estrada do futuro”, Bill Gates sequer mencionou a palavra Internet. Que visão de futuro boa ele tem, não é mesmo? E aí então veio a Netscape e quase roubou a cena, mas o poder financeiro da Microsoft, bem como seu parque instalado de sistema operacional permitiram que ela corrigisse a tempo o curso das coisas, e o Internet Explorer se tornou o navegador nosso de cada dia. Surgiu o Yahoo, mas aí veio o Google e atropelou não só a Microsoft como o Yahoo, roubando totalmente a cena. Até pouco tempo era o Google que tinha a aura de empresa moderna e do futuro. Mas todos vimos nestes últimos anos a Apple de Steve Jobs renascer das cinzas com seus iPod, iPhone, iPad, iTunes, MacBooks e outros hardwares, softwares e serviços que literalmente vêm roubando a cena do Google. Por fim, estamos vendo agora o Facebook de Zuckeberg também ameaçando fortemente o poderoso Google.

Você percebeu que nenhum deles, muito embora estivesse na liderança, tivesse muito dinheiro, departamento de pesquisas e provavelmente as cabeças mais brilhantes do mercado, conseguiu prever o próximo movimento? Muito louco isso, não é mesmo? E isso acontece porque as mudanças deste nosso mundo moderno são muito imprevisíveis. O mundo hoje é muito, muito dinâmico.

Como disse no início deste artigo, para mim ela está deixando de ser a estrela que já foi um dia, mas sempre existirá.

No entanto, uma coisa não podemos negar ou deixar de reconhecer: a Internet é “A” revolução. Tudo o que foi dito nesta matéria gira em torno dela, e enquanto uma parte dela morre, outra nasce. Sem sombra de dúvidas, a Internet veio para ficar e mudar definitivamente as nossas vidas.

O que é o Twitter? (para leigos)

Várias pessoas já me perguntaram sobre o Twitter e, neste fim de semana, provocado pelo assunto de capa da revista Veja São Paulo, que fala dos mais famosos twitteiros do Brasil, outra vez me perguntaram o que é o Twitter. Por isso, resolvi este escrever este post.

Sei que, para aqueles que já utilizam o Twitter, este post não trará nenhuma novidade, mas sei também que para muitos outros, menos conectados às novas tecnologias, ele poderá ser bastante esclarecedor.

Em vez de explicar o que todo mundo sempre diz e que todo mundo tá cansado de saber, “que o Twitter é um microblog onde você posta mensagens de até 140 caracteres e que você pode seguir quem quiser”, estive pensando em fazer algo diferente, uma comparação com algo mais conhecido, pois a linguagem mais técnica muitas vezes parece grego para quem não vive conectado ao mundo da Internet.

Então, a princípio eu diria que o Twitter é como uma estação de rádio. Uma estação de rádio onde você mesmo monta sua própria programação, dependendo de quem você escolhe seguir (acompanhar).

Muito embora haja diferenças, esta analogia é bastante interessante para explicar o Twitter.

A primeira diferença é bastante óbvia, pois o rádio você ouve e o Twitter você lê. Mas em ambos você recebe informação constante. Assim como você ouve a programação de uma estação de rádio, da mesma forma você lê a programação que está passando no seu perfil no Twitter.

No entanto, uma grande diferença entre o rádio e o seu perfil no Twitter é que no Twitter você monta a sua programação de acordo com as pessoas que você quer seguir, onde eles atuarão como se fossem colunistas de um jornal. Com isso, você irá decidir também sobre quais assuntos você receberá informações.

Seu perfil do Twitter é composto por informações que vão sendo colocadas por todas aquelas pessoas que você escolheu seguir. Toda vez que uma destas pessoas que você segue postar (escrever) algo no Twitter dela, isto aparecerá instantaneamente no seu Twitter.

Então, se você escolheu seguir o Paulo Coelho, por exemplo, toda vez que o @paulocoelho escrever alguma coisa no Twitter aparecerá no perfil dele e também no seu, e você ficará sabendo. Ele pode falar simplesmente que está indo dormir, mas pode falar também de algumas novidades sobre o mundo literário. Enfim, se você é fã de Paulo Coelho, de repente é legal segui-lo.

Ou você pode seguir o candidato José Serra, por exemplo, se quiser saber sobre política ou como o candidato pensa. Da mesma forma, toda vez que ele postar alguma coisa no Twitter, aparecerá no seu Twitter. Mas você pode também seguir a famosa atriz Demi Moore, ou Rafinha Bastos do CQC, que tem um perfil bem mais humorístico e posta coisas engraçadas ou pode seguir o Jornal da Globo e ficar por dentro das últimas notícias ou ainda pode seguir a Curriculum e ficar por dentro das vagas e de outros assuntos que estão acontecendo no mercado de Recrutamento Online.

Assim como uma programação de rádio, a programação no Twitter é continua. Os textos vão se sobrepondo: os mais novos estarão sempre em cima e visíveis e os mais antigos vão ficando lá para baixo, lá para trás. Desta forma, vão passando textos de até 140 caracteres de todos aquelas pessoas que você escolheu seguir.

Se você optou em seguir muita gente, vai aparecer muito texto toda hora. Se você optou em seguir apenas meia dúzia de pessoas, provavelmente você verá o mesmo texto por um bom tempo no seu perfil.

Então, escolha aqueles que vão compor a sua programação e “ouça” (leia) a sua e única “estação de rádio” no Twitter.

Outra vantagem do Twitter é que você pode mudar a programação a qualquer momento. Se alguém estiver escrevendo coisas que você não está gostando, você pode dar um “Unfollow” (parar de seguir) nesta pessoa e pronto. Da mesma forma, você pode dar um “Follow”, ou melhor, seguir alguém a qualquer hora, e assim você vai mudando a programação da sua “estação de rádio”.

Mas, diferentemente do rádio, onde você é apenas passivo, no Twitter você pode ser ativo também. Quero dizer, você não precisa apenas “ouvir” (ler) o que os outros estão dizendo, mas você também pode “falar” (escrever) o que você está fazendo, suas ideias, dicas, pensamentos, o que quiser. Poderá também ter seguidores, pessoas que estarão “vendo” (lendo) tudo o que você postar.

No Twitter você monta a sua estação de rádio e faz parte da estação de rádio de outros.

Outra particularidade do Twitter e que também se torna uma de suas grandes forças é que ele é super democrático (se é que esta palavra pode ser utilizada neste contexto). Quero dizer, qualquer um pode “falar” (postar) no Twitter e qualquer um pode “ouvir” (seguir e ler). Lá você pode encontrar pessoas muito famosas, como atores e atrizes brasileiros e internacionais, políticos, comediantes, jogadores de futebol, empresas, mas também pode encontrar seus parentes e amigos. Você acompanha todos ao mesmo tempo.

O que acontece também é que muitas pessoas postam coisas que interessam a muitas outras pessoas e, com isso, acabam tendo muitos seguidores. Aí está uma das grandes forças do Twitter. Se você tiver vários seguidores, muitos estarão lendo tudo o que você postar. Isso é uma grande força de comunicação em massa, pois tudo o que você “fala” (posta) chega “aos ouvidos” de muitas pessoas.

No momento em que estou escrevendo este post, domingo, dia 25 de julho de 2010, o Luciano Huck está com nada menos do mais de 2.089.482 seguidores, o Kaká tem 1.410.783, o Rafinha Bastos, do CQC, está com 943.118, a Ana Hickman está com 267.066 e a Sabrina Sato do Pânico tem 765.861. Isso é uma força de comunicação em massa muito grande, pois quando uma destas pessoas “postam” qualquer coisa, centenas de milhares de pessoas poderão ficar sabendo.

Por isso que o Twitter hoje já faz parte da estratégia de marketing de várias empresas. Na hora em que você tem muitos seguidores, milhares de pessoas ficam sabendo sobre algo instantaneamente. Desta forma uma empresa pode informar sobre seus lançamentos, promoções e novidades.

Lógico que, para que todos fossem impactados, estes precisam ler seus tweets a toda hora, a todo momento, para saber o que todo mundo está falando o tempo todo, mas isso não acontece. Assim como um rádio, ora você está com ele ligado e ouvindo, ora você está com ele desligado. O Twitter é igual. Quando você não está acompanhando, muita coisa passa e você não vê, mas quando você está acompanhando, você está lendo tudo o que é dito por todos aqueles que você segue.

Diferentemente do rádio, no Twitter você pode voltar para trás e ver o que foi dito enquanto você estava “desconectado”. Pode fazer isso com todos aqueles que você segue, ou com um em específico. Por exemplo, quer saber o que a Sabrina Sato andou dizendo nos últimos dias? Vai até o pefil dela e leia todos os Twitters dela, só os dela.

Tem também os perfis fake (falsos), mas é fato que alguns são bem interessantes. Por exemplo, eu sigo @OCriador, um perfil já famoso no Twitter. Não sei quem é, mas ele posta coisas muito engraçadas, se fazendo passar por Deus e dizendo coisas com muito ironia e humor sobre os fatos que estão acontecendo no momento.

Muitos colocam o símbolo # na frente de uma palavra para incentivar outros a espalhar esta palavra. Isto é uma hashtag. Na época da copa do mundo, todo mundo soube do famoso #calabocagalvao, lembra? Muitos, quando escreviam alguma coisa sobre o que estava acontecendo na copa ou até mesmo sobre outro assunto, colocavam a hashtag #calabocagalvao, e isso ficou famoso no mundo todo.

Bem, mas neste caso em específico, houve um aditivo sobre o qual já falei noutro post: http://www.marcelo.com.br/cala-a-boca-galvao-calabocagalvao

Mas nestas horas entra outro componente do Twitter, o RT (que significa retweet). Você pega o que alguém escreveu e “posta” (escreve) a mesma mensagem. Ou seja, é como multiplicar aquela mensagem que você recebeu, enviando para todos que seguem você. Alguns destes podem vir a fazer o mesmo e esta mensagem acaba sendo muito divulgada em segundos.

Você também pode escrever especificamente para uma pessoa, mas deixando esta mensagem visível para todos. Para isso, basta incluir o apelido do perfil dela na mensagem. Por exemplo, se você escrever algo para mim, basta colocar @abrileri que eu vou ficar sabendo. Este post aparecerá no meu Twitter junto com todos os outros, caso você seja uma pessoa que eu sigo. Ou aparecerá separadamente, numa aba específica para administrar as mensagens que foram enviadas especificamente para mim, caso eu não o siga.

Mas você também pode escrever para alguém de forma que ninguém mais veja, só você e o destinatário. Isso se chama DM (Direct Message). Basta você começar a mensagem com a sigla DM, incluindo em seguida o perfil dela no Twitter e pronto. Só ela verá essa mensagem. Mas para que isso seja possível, você deve estar seguindo o destinatário, assim como ele deve estar seguindo você.

Outra forma de você utilizar o Twitter é através de pesquisa. Por exemplo, quer saber o que está sendo dito sobre uma pessoa ou um assunto, vá à pesquisa e digite o assunto, a pessoa, a palavra ou uma frase e veja o que todo mundo está dizendo sobre isso.

Por exemplo, na época do Caso Bruno, eu digitava Bruno, ou Goleiro Bruno, ou Caso Bruno e vinham várias informações. Muitas delas contêm links para a web e aí, eu seguia os links e ficava sabendo as últimas notícias sobre este assunto.

E para terminar, Twitter em Inglês significa aquele som que um passarinho emite, não é necessariamente o cantar do passarinho, mas aquele som menor que ele emite, um chilro ou gorjeio. Provavelmente este nome foi escolhido pela transmitir a idéia de que as mensagens seriam sempre curtas, de até no máximo 140 caracteres. Ou seja, é sempre como um rápido som, algo menor e mais rápido do que o cantar de um pássaro.

Do meu ponto de vista, este foi outro fator fundamental para o sucesso do Twitter, a velocidade e a rapidez com que você toma ciência da informação. No mundo em que vivemos, onde todo mundo tem tão pouco tempo, nada melhor do que ler  textos curtos e rápido sobre alguma coisa.

Enfim, este é o mundo novo do Twitter. Um serviço que começou tímido, incompreendido e enfrentando o descaso de muitos, mas que trazia consigo a força de uma revolução e de uma nova forma de comunicação.

Espero que aqueles que não estão muito familiarizados com Internet e com as terminologias da rede tenham compreendido melhor o que é esta nova e poderosa ferramenta que vem arrebanhando tantas pessoas.

E para aqueles que quiserem me seguir no Twitter: @abrileri

Meu Currículo Online

MAIS UM PASSO NA EVOLUÇÃO DA MANEIRA DE BUSCAR EMPREGO

por Marcelo Abrileri

Venho estudando as formas de buscar emprego há mais de 11 anos, procurando compreender todas elas com o objetivo contínuo de oferecer aos usuários da Curriculum a maneira mais rápida, prática, econômica e eficaz de encontrar um emprego.

Esta busca me trouxe a um novo desenvolvimento, mas antes de falar dele, gostaria de contar uma breve história sobre como o jeito de buscar emprego vem evoluindo desde tempos remotos até os dias de hoje.

Processo inicial

Inicialmente, as empresas buscavam candidatos anunciando esta necessidade, e os primeiros anúncios de vagas eram feitos nos portões das próprias fábricas.

Os candidatos apresentavam-se nestes locais, invariavelmente enfrentavam uma longa fila e, após horas de espera, nem sempre conseguiam o tão desejado emprego.


Processo tradicional

Com o tempo, os anúncios das vagas continuaram existindo, mas mudaram de lugar:  dos portões das fábricas passaram aos jornais, uma mídia muito mais poderosa e abrangente, que atingia muito mais pessoas.

Foi provavelmente neste momento que nasceu o currículo impresso como nós o conhecemos. O candidato não precisava mais ir aos portões das empresas, mas enviava seu currículo impresso, que falava sobre seus objetivos e histórico profissional.

Por muito tempo, o jeito mais comum de buscar emprego foi este: comprar o jornal aos domingos, selecionar os anúncios de vagas mais pertinentes e, logo no início da semana, enviar dezenas de currículos para estas vagas. Muitos de nós já fizemos isso algum dia. Uma vez chamado para uma entrevista, o próximo passo era ir à empresa, pessoalmente.


Chegada da Internet

Com a chegada da Internet, o anúncio da vaga mudou de lugar mais uma vez e foi parar na web, em sites que eram nada mais que classificados online, e os currículos passaram a ser enviados por email. Para o candidato, parte do processo continuou igual, ou seja, primeiramente era necessário elaborar um currículo para posteriormente distribuí-lo e divulgá-lo ao máximo. Já para as empresas, todos os sites de empregos que surgiam se baseavam no mesmo princípio: divulgar o anúncio da vaga.


Novo Processo da Curriculum

Foi observando a repetição deste processo que enxerguei uma forma totalmente diferente de tratar a recolocação profissional – ou de encontrar candidatos, se pensarmos do ponto de vista de uma empresa – e propus esta nova forma através da Curriculum. A partir daqui falo da maneira como a Curriculum contribuiu para a evolução do modo de buscar empregos.

A proposta da Curriculum é criar e manter uma gigantesca e bem organizada base de currículos de profissionais, de todas as idades, formações, localidades, profissões, empregados e desempregados, para que as empresas possam sempre buscar seus candidatos quando precisarem preencher uma vaga.

No momento em que escrevo este artigo, a Curriculum conta com mais de 5,2 milhões de candidatos e mais de 87 mil empresas, sendo que muitas destas já não anunciam mais as suas vagas, pois encontram seus candidatos nesta imensa base de currículos.

O processo que a Curriculum propõe elimina a necessidade de as empresas anunciarem a vaga, e isso é uma grande vantagem para elas, pois não precisam esperar que o mercado de candidatos tome conhecimento da sua necessidade, já que têm à sua disposição milhões de currículos com candidatos de todos os perfis, e, através de uma simples pesquisa, encontra inúmeros candidatos com o perfil desejado, em minutos. Esta nova maneira elimina toda a fase de recrutamento, que é a parte mais operacional, demorada e custosa do processo (anúncio de vagas, recebimento de currículos e triagem) e permite que a empresa prossiga diretamente para a fase de seleção, que é mais estratégica e nobre.

No processo da Curriculum, o candidato está sempre concorrendo a processos seletivos, mesmo não se candidatando a eles, pois toda vez que uma empresa busca profissionais com o seu perfil, ele poderá ser encontrado e chamado para uma entrevista. No novo processo que a Curriculum oferece, o emprego vai atrás do candidato.


Novo Serviço: Meu Currículo Online

Hoje, em meio a tantas transformações tecnológicas, começamos a enxergar novas possibilidades para o profissional buscar seu novo emprego.

Percebi que nos dias de hoje, nesta época de Web 2.0, o profissional poderia se aproveitar de toda esta avalanche de comunicação e ter uma nova forma para divulgar seu currículo. Entendi que o ideal seria:

  • Ter um endereço de Internet que fosse fácil de ser memorizado e de uso exclusivo do profissional;
  • Ter uma forma de expor o currículo, como se fosse um currículo impresso e que fosse totalmente dedicada a este propósito, livre de qualquer sistema ou de qualquer publicidade online.

Com este dois princípios em mente, criei o Meu Currículo Online, o mais novo serviço da Curriculum, que vem somar a todos os serviços já existentes.

Meu Currículo Online não substitui nenhum dos serviços anteriores, mas se soma a estes, como mais uma forma de divulgação da principal peça de marketing de quem busca um emprego: o currículo.

É a forma ideal e profissional de divulgar seu currículo na web, pois oferece um conjunto de vantagens:

  • Funciona totalmente fora de qualquer sistema, ou seja, as empresas não precisam fazer login em sistema algum para ver o currículo do candidato;
  • Não contém nenhuma publicidade online como banners, que retiram a atenção do selecionador num momento tão importante;
  • Propicia foco e atenção exclusivos no currículo para quem o lê, por isso não o colocamos dentro de nenhum framework, que poderia distrair o leitor ou selecionador, e nem mesmo ao lado de outros currículos similares;
  • Leva em consideração as melhores práticas de formatação de layout e estruturação do currículo, sendo exibido no formato tradicional, como se fosse um modelo impresso;
  • Permite ser indexado por sites de buscas como o Google, Yahoo! e Bing, dentre outros;
  • Oferece um excelente domínio para divulgação profissional, e o mais relevante para os sites de busca na hora em que as empresas pesquisarem currículos, além de ser também o domínio mais fácil de lembrar para quem contrata: curriculo.com.br.

Por tudo isso, o Meu Currículo Online é a forma mais eficaz e profissional de divulgar o currículo na Internet.

Com ele,  o profissional tem total liberdade de utilizá-lo em conjunto com suas próprias estratégias de marketing pessoal, aproveitando toda a força que a Web 2.0 oferece, divulgando-o tanto nas redes sociais como nas mídias tradicionais que melhor se encaixarem com a área profissional pretendida.

Este serviço está disponível no endereço http://curriculo.com.br/voce.

A ideia é bem óbvia e o serviço bastante simples, mas é algo que até agora ninguém havia feito e que se apresenta como a maneira mais eficaz e profissional de divulgar currículos numa época com tantas  formas de comunicação.

Finalizando, além do Meu Currículo Online, a Curriculum.com.br oferece aos candidatos a plataforma mais completa de serviços para recolocação profissional:

1) Anúncio de Vagas – Através do método inicial e ainda tradicional da Internet, sendo o site que contém o maior número de vagas anunciadas do mercado;

2) Vitrine de Candidatos – Com o seu método inovador  em que a empresa vai atrás do candidato, tendo se tornado a maior base de candidatos do Brasil, oferece aos seus usuários o único sistema que trabalha 24 horas por dia por eles;

3)    E agora com o Meu Currículo Online, a melhor forma para divulgar o currículo em tempos de Web 2.0.

Curriculum atinge 5 milhões de currículos

É com bastante satisfação e orgulho que compartilho com você que a Curriculum alcançou a marca de 5 milhões de currículos em sua base e este é um fato muito significativo e importante que quero compartilhar com vocês.

Cinco milhões de currículos únicos numa base significa vida, milhares de cadastros novos todos os dias, milhares de edições e centenas de milhares de currículos atualizados todos os meses. Muitas empresas pesquisando, muitas vagas sendo anunciadas, milhões de interações por mês. Tudo isso só acontece numa base de currículos realmente gigante que, por sua grandeza, atrai cada vez mais novas empresas e novos candidatos e continua crescendo.

Cinco milhões de currículos únicos, não duplicados compõem a maior base de recursos humanos do Brasil e isto faz da Curriculum a líder em seu segmento e o lugar mais procurado pelas empresas na hora de buscar candidatos.

Significa também que, cada vez mais, as pessoas confiam na Internet e a utilizam com sucesso como um meio para realizar uma tarefa tão importante: buscar um novo emprego e que a Internet pode oferecer ferramentas de utilidade pública, e que a Curriculum está trazendo uma contribuição cada vez maior para este setor da vida das pessoas e das empresas.

Jamais as empresas contaram com tantas ferramentas para Recrutamento e Seleção e os profissionais contaram com tantas ferramentas para sua recolocação além de conteúdo de orientação para cada passo do processo, desde a elaboração do currículo até as entrevistas.

E também compartilho com você alguns números bastante expressivos do ano de 2009:

* mais de 1 milhão de pesquisas

* mais de 11 milhões de currículos visualizados

* mais de 1.2 milhões de currículos novos cadastrados (média superior a 100.000 por mês) e principalmente

* mais de 250.000 pessoas informaram que conseguiram uma recolocação profissional.

Todos estes números mostram o que uma grande e viva base de currículos é capaz de proporcionar.

Isso tudo faz surgir uma pergunta:

A base da Curriculum tem mais candidatos porque é a mais procurada pelas empresas na hora de contratar? Ou é a mais procurada pelas empresas porque tem mais candidatos?