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Revenue Share, será que vale a pena?

A Curriculum, o AmigoSecreto e o MOL são constantemente abordados por clientes interessados em fazer ações de marketing baseadas em Revenue Share, que em outras palavras são ações em que o cliente ou parceiro não paga nada pelo trabalho e só paga posteriormente, de acordo com a conversão obtida.

Ou seja, o cliente adquire um serviço a custo zero (vitrines no AmigoSecreto, Banners nos sites ou mesmo disparos de e-mail marketing) sem pagar nada por isso enquanto nós realizamos todo o trabalho e ele só paga em cima dos valores vendidos.

Primeiramente devo dizer que nesta hora que estes se esquecem totalmente que para manter um site no ar há custo, se esquecem que para construir uma base de usuários há custo, que para trazer tráfego para o site há custo, dentre muitas outras coisas que custam e  não é pouco.

Além de que para preparar toda a campanha publicitária deste interessado, há ainda mais custos envolvidos, de colaboradores para arquitetar todo o projeto, de programadores, custo de servidores, de banda de Internet, de monitoramento de carga, de suporte, desgaste da base, impacto nos usuários, futura higienização da base, etc, etc, etc…

Ou seja, além de todos os custos anteriores já existentes, qualquer ação de e-mail marketing traz novos custos pertinentes ao trabalho a ser executado.

Bem, se aceitarmos o Revenue Share, depois de termos arcados com todos os custos, ficamos na torcida para que haja vendas ou conversões para que possamos receber o que nos é devido, pelo serviços prestados.

Mediante isso, entendo que seja importante que alguns pontos sejam bem analisados para que possamos compreender melhor tudo o que está envolvido numa ação de Revenue Share.

Não podemos esquecer que quando algum anúncio ou disparo de email marketing é feito, não somos nada mais, nada menos do que um veículo de mídia, assim como um jornal, uma revista, uma emissora de TV ou uma estação de rádio.

E para deixar ainda mais claro este ponto, proponho a analise abaixo de alguns tópicos pertinentes que precisam ser observados:

1) CONHECENDO MELHOR O MERCADO

Primeiramente é necessário saber se há mercado para ofertar tal produto ou o serviço, ou seja, é preciso compreender se há compradores suficientes, se eles estarão interessados no produto ou serviço oferecido e portanto, se é o momento certo para a venda deste produto ou serviço. Caso contrário, não haverá vendas e todo o trabalho por nós realizado não será devidamente recompensado. Enquanto que, em contra partida o cliente, ganhou exposição, tanto da marca como de seu produto e/ou serviço, sem ter pago nada por isso, nós não seremos remunerados pelo nosso trabalho.

2) ESTUDANDO O PRODUTO

Mas vamos imaginar que o mercado exista…
Mesmo assim é é importante pesquisar também se o produto ou o serviço que está sendo ofertado é bom frente aos da concorrência, se tem qualidade e se a marca tem credibilidade e aceitação. Caso contrário, não haverá vendas e da mesma forma, o cliente, terá ganho exposição, tanto da marca como de seu produto e/ou serviço, sem ter pago nada por isso, nós não seremos remunerados pelo nosso trabalho.

3) ESTUDANDO O PREÇO

Mas vamos imaginar que o mercado exista e que o produto seja bom…
Neste caso é importante pesquisar também se o preço está competitivo frente aos concorrentes. Pois se o preço estiver caro, não haverá vendas e da mesma forma, o cliente, terá ganho exposição, tanto da marca como de seu produto e/ou serviço, sem ter pago nada por isso, nós não seremos remunerados pelo nosso trabalho.

4) FORMAS DE PAGAMENTO

Vamos imaginar então que o mercado exista, que o produto seja bom e que o preço seja justo…
Neste caso há de se verificar se quem vende disponibiliza  formas de pagamento suficientes para permitir que muitos possam adquirir, por cartão (várias bandeiras), boleto, transferências, métodos on-line, dentre outros. Pois se não houver formas de pagamento, não haverá vendas e da mesma forma, o cliente, terá ganho exposição, tanto da marca como de seu produto e/ou serviço, sem ter pago nada por isso e nós não seremos remunerados pelo nosso trabalho.

5) ATENDENDO À DEMANDA

Vamos imaginar então que o mercado exista, que o produto seja bom, que o preço seja justo e que haja várias formas de pagamento…
Neste caso é importante certificar-se também que haja estoque suficiente e condições de logística de entrega para atender toda a demanda esperada. Pois se não houver estoque ou logística eficiente de entrega, não haverá vendas e da mesma forma, o cliente, terá ganho exposição, tanto da marca como de seu produto e/ou serviço, sem ter pago nada por isso e nós não seremos remunerados pelo nosso trabalho.

6) REAÇÃO DA CONCORRÊNCIA

Vamos imaginar então que o mercado exista, que o produto seja bom, que o preço seja justo, que haja várias formas de pagamento e que tenha estoque e capacidade de entrega…
Neste caso, é importante saber se a concorrência não irá se mexer e realizar alguma ação rápida ação de modo a inocular a ação feita, oferecendo por exemplo um preço menor, um prazo maior, um bônus extra ou algum outro benefício e, caso isso ocorra, não haverá vendas e da mesma forma, o cliente, terá ganho exposição, tanto da marca como de seu produto e/ou serviço, sem ter pago nada por isso e nós não seremos remunerados pelo nosso trabalho.

7) ACOMPANHANDO AS VENDAS

E por fim, vamos imaginar que o mercado exista, que o produto seja bom, que o preço seja justo, que haja várias formas de pagamento e que tenha estoque, capacidade de entrega e que a concorrência não reaja…
Neste caso, é importante saber se há formas adequadas de acompanhamento para que as vendas originárias da campanha não se percam ou não se misturem com outras, de modo a não prejudicar o nosso comissionamento pois, caso esta contabilidade não seja bem feita, o resultado será prejudicado e da mesma forma, o cliente, terá ganho exposição, tanto da marca como de seu produto e/ou serviço, sem ter pago nada por isso e nós não seremos remunerados pelo nosso trabalho.

Em outras palavras, numa ação de revenue share nós nos tornamos parte do negócio, nos tornamos quase que sócios do nosso cliente, tendo que conhecer muito bem todos os fatores acima descritos, entrando até mesmo na administração do seu negócio, pois a ação não deixa de ser um investimento em troca de um retorno financeiro, retorno este que só virá se o cliente for bom em todos os aspectos acima apresentados.

Qualquer falha DELE na cadeia de acontecimentos implicará em prejuizo NOSSO.

Ou seja, se o cliente falhar, nós é que pagaremos pela incompetência dele. O cliente fica apenas com os benefícios e com as vantagens, enquanto que nós ficamos com todos os riscos.

Sim, pois a venda é uma cadeia de eventos e de ações e ela é tão produtiva quanto seu elo mais fraco, ou seja, se apenas um dos elo não funcionar, o resultado estará comprometido.

É importante que se perceba também que nós, enquanto mídia, somos responsáveis e capazes de controlar só a divulgação, nada mais. Todo o restante ocorre do outro lado, do lado do nosso cliente, e caso haja qualquer problema do lado de lá, seremos penalizados injustamente numa ação de Revenue Share, pois mesmo cumprindo fielmente a nossa parte, não estaremos recebendo pelo nosso trabalho.

Sem contar também que quando o cliente paga pela ação, ele se empenhará muito mais em obter o capital investido de volta. Se ele não pagar nada, se ele não tiver risco algum, ele se empenhará muito menos e colocará seus esforços e energia em outras frentes.

E quando ouvimos de nosso prospect/cliente que não há riscos, que o retorno é garantido, pois há o mercado, o produto é bom, está com um bom preço, há várias e boas formas de pagamentos, há como atender a demanda, a concorrência não conseguirá reagir frente a ação, que há produtos suficiente para entrega e há formas de verificação exata e confiável de contabilizar as vendas, surge então a pergunta:

Por que então ele desejaria dar para nós toda esta vantagem, todo o lucro dessa ação, pagando mais do que pagaria caso apenas adquirisse uma ação de marketing através da nossa tabela normal de preços?

Afinal, quem tem na mão tanta coisa boa, deseja apenas comprar a mídia e desfrutar deste bom momento, ficando com todos os lucros do seu bom e estruturado negócio.

Assim sendo, entendemos que quem busca Revenue Share, no fundo, não confia plenamente no seu seu conjunto de produto/marketing/vendas e justamente por isso quer encontrar alguém que trabalhe a custo zero, alguém que fique com todo o risco, (que quase sempre tende a ser  prejuízo) deste conjunto que não está bem construído/estruturado.

Sem contar que entendemos também que este dinheiro, que ele economizou, provavelmente será gasto noutra mídia, que não aceitou sua proposta de Revenue Share e ai perguntamos: Será que a Globo aceitaria veícular um comercial em troca do resultado das vendas? Será que a VEJA aceitaria disponilizar uma página em sua revista e receber uma comissão sobre as vendas?

Assim como é facilmente compreendido que eles não farão isso, porque nós deveriamos fazer?

Por tudo isso, compreendemos que Revenue Share será sempre bom apenas para o nosso cliente e nunca para nós, que estaremos fazendo a divulgação, nós, e quando um negócio é bom apenas para uma das partes, ele não é um bom negócio.

Por tudo isso, não fazemos Revenue Share.

Pérolas de Oscar Niemeyer (102 ANOS)

• Meu médico me proibiu de tomar vinho todos os dias. Sorte que ele não falou nada sobre Smirnoff Ice.

• Fui convidado para ver o pessoal do Comédia em Pé. Só não vou porque minha artrite não deixa ficar em pé muito tempo.

• Esse humor do Zorra Total já era antigo quando eu era criança.

• Linda, eu não vou a museus. Eu CRIO museus. Quer ir ver uns museus?

• Sem sono e a fim de sair pro agito. Quem embarca?

• Existem apenas dois segredos para manter a lucidez na minha idade: o primeiro é manter a memória em dia. O segundo eu não me lembro.

• Ganhei um convite para ver o filme da Bruna Surfistinha. Espero que seja MESMO um filme sobre surf. O filme da Bruna Surfistinha é uma apologia ao baixo meretrício e aos mais baixos instintos humanos. Mas pelo menos rolou uns peitinhos.

• Ivete Sangalo me encomendou o primeiro trio elétrico de concreto armado do mundo. O pessoal aqui no escritório já apelidou de “Sangalão”. A proposta era fazer o “Sangalão” de madeira para ficar mais leve. Aí eu disse pra Ivete “Quer de madeira? chama um MARCENEIRO!”.

• Projetar Brasília para os políticos que vocês colocaram lá foi como criar um lindo vaso de flores pra vocês usarem como PINICO.

• Caro Sarney: ser imortal na Academia Brasileira de Letras é mole. Quero ver é tentar ser aqui fora!

• Nunca penso na morte, NUNCA. Vou deixar para pensar nisso quando tiver mais idade

• Perto de mim Justin Bieber ainda é um espermatozoide.

• Odeio praias lotadas aos domingos. Não dá pra surfar direito, é o maior crowd.

• Brasília nunca deveria ter sido projetada em forma de avião. O de camburão seria mais adequado. Na verdade quem projetou Brasília foi Lúcio Costa. Eu fiz uns prédios e avisei que aquela merda não ia dar certo. Sim, ela é aquele avião que não decola NUNCA. Segundo a Nasa, Brasília é inconfundível vista do espaço.

• Duro admitir, mas atualmente Marcela Temer é o monumento mais comentado de Brasília.

• Todos ficam falando Zé Alencar é isso, Zé Alencar é aquilo. Mas quem fez Pilates e caminhou na praia hoje? EU!

• O frevo foi criado há 104 anos. Ou seja: só tive um ano de sossego desse pessoal pulando de guarda-chuvinha.

• Segredo da Longevidade 48: Não viva cada dia como se fosse o último. Viva como se fosse o primeiro.

• Na minha idade, a melhor coisa de acordar de madrugada para ir ao banheiro é ter acordado.

• Alguns homens melhoram depois dos 40. E eu mesmo só comecei a me sentir mais gato depois dos 90.

• Queria muito encontrar um emprego vitalício. Só pra garantir o futuro, sabe… Andei Comprando apostilas para Concurso do Banco do Brasil. Não quero viver de arquitetura o resto da vida.

• Foi-se o John Herbert, 81 anos. Essa molecada da área artística se acaba rápido demais.

• Só me arrependo de UMA coisa na vida: de não ter cuidado melhor da minha saúde para poder viver mais.

• São Paulo mostrou ao Brasil como se urbanizar com inteligência: basta fazer o exato contrário do que aconteceu lá.

• Fato: o meu Edificio Copan aparece em 50% dos cartões postais de São Paulo. DE NADA.

• A quem interessar possa: eu NÃO estive presente na fundação de São Paulo há 457 anos. Na verdade eu não fui nem convidado.

• Se eu projetasse a casa do Big Brother os participantes iriam brigar pra ver quem saía PRIMEIRO.

• A vida é um BBB e eu quero ser o último a sair.

Fala sério, um figura este Niemeyer, né?
Mas eu ainda passo ele
🙂

Xau

Sobre o Tiririca

Oi

Nesta segunda feira, onde todos estamos com uma certa ressaca do tema eleições, apenas uma rápida reflexão.

Na minha opinião, eu acho que tivemos um excelente domingo de votação.

Primeiramente pela paz com que tudo acontece e também pela tecnologia e velocidade que nosso país tem no que diz respeito à urna/eleição.

Realmente damos um show neste quesito e o mundo continua nos copiando.
Parabéns Brasil!

Fiquei feliz também em perceber que o brasileiro está ficando cada vez mais civilizado democraticamente e devagarinho, nosso povo parece começar a ganhar consciência política.

Por exemplo, não deu Dilma no primeiro turno, o que nos dá ainda uma esperança neste assunto.

Também não ganhou Netinho e vários outros tão pouco preparados para assumir cargos com de tanta responsabilidade.

Veja abaixo a lista dos mais suspeitos bem como seu respectivo resultado:

No entanto, nesta lista ainda figura o Tiririca, candidato que teve mais 1.3 milhões de votos.

Isto é mais do que teve o Candidato Plínio, e os candidatos Celso Russomano e Paulo Skaf, que concorreram para o governo de São Paulo.

No entanto, será que o Tiririca está errado?

Veja bem, ele enviou sua candidatura e foi aceito, ou seja, ele esta dentro da lei.

Depois, ele fez sua campanha com enorme honestidade, afinal, ele disse que sequer sabia o que um Deputado Federal fazia.

Ele não prometeu nada, ele apenas disse: Votem em mim.

Sua campanha foi totalmente ELE, o que ele é.

Ele não inventou, não mentiu, ao meu ver, ele foi totalmente honesto.

Veja, eu não estou entrando no mérito se ele está ou não capacitado para o cargo que agora ocupa, estou apenas dizendo que aparentemente, ele foi honesto e o que fez foi mostrar o que ele é mesmo.

Vejam a entrevista que ele deu à Folha OnLine, na semana passada, quando ainda estava em campanha:

Entrevista da Folha OnLine com o candidato Tiririca


Por que você decidiu se candidatar?
Tiririca – Eu recebi o convite há um ano. Conversei com minha mãe, ela me aconselhou a entrar porque daria pra ajudar as pessoas mais necessitadas. Eu tô entrando de cabeça.

De quem veio o convite?
Do PR.

Como foi?
Por eu ser um cara popular, eles acreditaram muito, como eu também acredito, que tá certo, eu vou ser eleito.

Sabe o que o PR propõe, como se situa na política?
Cara, com sinceridade, ainda não me liguei nisso aí, não. O meu foco é nessa coisa da candidatura, e de correr atrás. E caso vindo a ser eleito, aí a gente vai ver.

Quais são as suas principais propostas?
Como eu sou cara que vem de baixo, e graças a Deus consegui espaço, eu tô trabalhando pelos nordestinos, pelas crianças e pelos desfavorecidos.

Mas tem algum projeto concreto que você queira levar para a Câmara?
De cabeça, assim, não dá pra falar. Mas como tem uma equipe trabalhando por trás, a gente tem os projetos que tão elaborados, tá tudo beleza. Eu quero ajudar muito o lance dos nordestinos.

O que você poderia fazer pelos nordestinos?
Acabar com a discriminação, que é muito grande. Eu sei que o lance da constituição civil, lei trabalhista… A gente tem uma porrada de coisa que… de cabeça assim é complicado pra te falar. Mas tá tudo no papel, e tá beleza. Tenho certeza de que vai dar certo.

Quem financia a sua campanha?
Então… o partido entrou com essa ajuda aí… e eu achei legal.

Você tem ideia de quanto custa a campanha?
Cara, não tá sendo barata.

Mas você não tem ideia?
Não tenho ideia, não.

Na propaganda eleitoral você diz que não sabe o que faz um deputado. É verdade ou é piada?
Como é o Tiririca, é uma piada, né, cara? ‘Também não sei, mas vote em mim que eu vou dizer’. Tipo assim. Eu fiz mais na piada, mais no coisa… porque é esse lance mesmo do Tiririca.

Mas o Francisco sabe o que faz um deputado?
Com certeza, bicho. Entrei nessa, estudei para esse lance, conversei muito com a minha mãe. Eu sei que elabora as leis e faz vários projetos acontecer, né?

O que você conhece sobre a atividade de deputado?
Pra te falar a verdade, não conheço nada. Mas tando lá vou passar a conhecer.

Até agora você não sabe nada sobre a Câmara?
Não, nada.

Quem são os seus assessores?
Nós estamos com, com, com…. a Daniele…. Daniela. Ela faz parte da assessoria, junto com…. Maionese, né? Carla… É uma equipe grande pra caramba.

Mas quem te assessora na parte legislativa?
É pessoal do Manieri.

Quem é o Manieri?
É… A, a, a…. a Dani é que pode te explicar direitinho. Ela que trabalha com ele. Pode te explicar o que é.

Por que seu slogan é ‘pior que tá, não fica?
Eu acho que pior que tá, não vai ficar. Não tem condições. Vamos ver se, com os artistas entrando, vai dar uma mudança. Se Deus quiser, pra melhor.

Esse slogan é um deboche, uma piada?
Não. É a realidade. Pior do que tá não fica.

Você pretende se vestir de Tiririca na Câmara?
Não, de maneira alguma.

Quem é o seu espelho na política?
Pra te falar a verdade, não tenho. Respeito muito o Lula pelo que ele fez pelo nosso país. Ele pegou o país arrasado e melhorou pra caramba.

Fora ele…
Quem ele indicar, eu acredito muito. Vai continuar o trabalho que ele deixou aí.

Então você vota na Dilma.
Com certeza. A gente vai apoiar a Dilma. Ele tá apoiando e a gente vai nessa.

Não teme ser tratado com deboche?
Não, cara. Não temo nada disso. Tô entrando de cabeça, de coração. Tô querendo fazer alguma coisa. Mesmo porque eu sou bem resolvido na minha profissão. Tenho um contrato de quatro anos com a Record. Tenho minha vida feita, graças a Deus. Tem gente que aceita, mas a rejeição é muito pouca.

Se for eleito, vai continuar na TV?
Com certeza, é o meu trabalho. Vou conciliar os dois empregos.

Em quem votou para deputado na última eleição?
Pra te falar a verdade, eu nunca votei. Sempre justifiquei meu voto.

Esta a entrevista foi feita pela Folha OnLine:
http://www1.folha.uol.com.br/poder/787678-nao-e-piada-e-a-realidade-diz-tiririca-sobre-slogan-de-campanha.shtml

Em resumo…

Qualquer um pode se candidatar, já conseguir ganhar é outra coisa.

O Tiririca foi ele mesmo, foi honesto em tudo o o que disse e se é hoje um Deputado Federal do Brasil, ele está lá porque O POVO O ELEGEU.

Será então que podemos condená-lo?
:-/

A culpa do Tiririca ser hoje um Deputado é do povo e não dele.

Enfim… agora é ficar de olho para ver o que ele faz.

Quem sabe até não possamos nos surpreender, né?
😐

Afinal, a esperança é a última que morre
🙁

Abraços